A continuación podrás encontrar el cronograma de actividades del Encuentro 2022 ordenado por fecha y hora.
El cronograma de actividades ordenado por fecha y hora lo puedes encontrar aquí: https://isef.udelar.edu.uy/noticias/cronograma-encuentro-2022/
También puedes encontrar más información sobre el Encuentro 2022: «Teorías, técnicas y tecnologías» que se realizará del 18 al 21 de octubre del 2022 aquí: https://isef.udelar.edu.uy/noticias/encuentro-2022-educacion-fisica-y-tiempos-de-cambio-teorias-tecnicas-y-tecnologias/
MESAS CENTRALES
MARTES 18
17:30 a 19:30hs. Sala de Actos FADU (Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo, Bv. Gral. Artigas 1031)
- Niko Besnier (Universidad de Ámsterdam) 20 - 21:30hs. en FADU (Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo, Bv. Gral. Artigas 1031)
JUEVES 20
17:30 a 19:00 hs. (Auditorio de Malvín Norte)
Eduardo Galak Resumen: 19:30 a 21:30hs. (Auditorio de Malvín Norte)
- Marcelo Melo (Universidad Federal de Río de Janeiro) - Paola Dogliotti - Silvina Páez Alonso Resumen |
Programa por Grupos de Trabajo Temático (GTT)
GTT 1 – Educación Física y políticas públicas de salud
Bloque 1
Mesa 1
Autores: Agustina Craviotto - Catherine Garin - Lucas Cabrera Resumen: Proponemos presentar los avances de investigación de un proyecto que indaga sobre la presencia y los fundamentos de las prácticas del cuerpo asociadas a fines terapéuticos en el hospital psiquiátrico; específicamente a partir de la creación de un archivo en el Hospital Vilardebó, en Uruguay entre 1930 y 1950. Es parte de un proyecto mayor, llevado a cabo por el Grupo de investigación Analítica y erótica del cuerpo, en la línea de investigación Prácticas corporales y acción terapéutica, del departamento de Educación Física y salud, de la Universidad de la República, Uruguay. Presentaremos el modo en que, para este período de grandes cambios sociales y políticos del Uruguay moderno y en un contexto de proliferación de las psicoterapias, se recurrió a la educación física como medio terapéutico en la psiquiatría uruguaya. La gimnoterápia, pero también el deporte y la actividad física, constituyeron medios psicoterapéuticos en el Hospital Vilardebó, institución pionera en la psiquiatría del país.
Autores: Luana Lorraine Paulina da Silva Souza - Priscilla de Cesaro Antunes - Heitor Martins Pasquim Resumen: O objeto desta investigação são os eventos esportivo-culturais autogestionados, compreendidos como processos participativos e integrados ao cuidado em saúde mental, que tem como produto o encontro mobilizado por modalidades esportivas e atividades culturais. A pesquisa é de tipo documental e de abordagem qualitativa. O objetivo foi analisar os eventos autogestionados ligados à Rede de Atenção à Saúde Mental no Brasil. O corpus amostral foi constituído por meio de busca objetiva e intencional. Foram selecionados para análise três eventos: Copa da Inclusão (São Paulo/ SP); Copa da Inserção (Campinas/ SP); e Jogos Goianos da Saúde Mental (Goiânia/ GO). Os regulamentos dos eventos trazem diferentes estratégias de fomento à participação que podem envolver: a horizontalização do processo de decisão; o maior peso no voto dos usuários de serviços de saúde mental durante o planejamento; a contenção da competitividade; a pontuação de atividades culturais e de economia solidária; e a autonomia para definição de papéis dos usuários durante o evento (artista, artesão, treinador e árbitro). Foram identificados três eixos de modalidades ou atividades esportivo-culturais: jogos/ esporte; arte/ cultura; economia solidária. Os eventos fomentam ainda a participação política por meio de manifestações públicas e denúncias coletivas, estimulando a luta antimanicomial local. Todavia, eles ainda enfrentam desafios operativos, como a ausência dos familiares e a exclusão tradicional da competitividade esportiva, e desafios políticos para a finalidade de consolidação da desinstitucionalização do cuidado, como o desfinanciamento da saúde pública, a cultura de encarceramento da loucura e as práticas manicomiais persistentes dentro dos serviços de saúde mental.
Autores: Malena Damián - Lucila Guerra - Lorena Cabrera Resumen: Se pretende establecer algunas reflexiones en torno a posibles relaciones entre Educación Física y Salud Mental en el marco de implementación de la nueva ley, que incorpora entre otros aspectos, la importancia del abordaje socio-comunitario para el desarrollo de dispositivos antimanicomiales. Establecemos así, posibles vínculos entre Educación Física, salud mental y comunidad, que puedan servir de aporte en la elaboración de estrategias de abordaje y/o creación de nuevos dispositivos enmarcados dentro de la ley. Mesa 2
Autores: Sebastián Cerrillo - Pablo Goyén - Tutora: María Corral Resumen: Esta investigación buscó conocer la afectación de los sentidos asociados a las prácticas corporales en la Plaza de Deportes Nº5 de Montevideo tras la implementación del Protocolo de Reintegro a la Actividad Física como política pública. Se analizó las concepciones de salud subyacentes en el mismo y las prácticas corporales resultantes de su puesta en práctica, identificando las continuidades y distancias para los actores de la plaza entre las prácticas corporales previas a la implementación del protocolo y posteriores al mismo. Se propone un abordaje cualitativo, analizando dicho protocolo, la realización de entrevistas a usuarios y trabajadores de la plaza, así como la observación de las clases desarrolladas en la misma. Del análisis se desprende la afectación de dichas prácticas, dado que, el protocolo está enfocado en el cuidado de la salud del cuerpo en tanto organismo. El saber-poder desde la medicina en conjunto con el aparato gubernamental ejercieron gran influencia sobre la población. El gobierno se esgrime como una forma disciplinaria de encauzar las conductas de los sujetos, teniendo como una de sus finalidades hacer vivir en el mantenimiento de la vida orgánica. Se genera una tensión entre la práctica corporal y el protocolo, entendiendo que, la concepción de salud del mismo no contempla aspectos por fuera del ideal médico, epidemiológico y biologicista, así como lo colectivo en la construcción de salud o el relacionamiento entre las personas, aspectos fundamentales para el desarrollo de las prácticas corporales. Palabras Clave: salud, prácticas corporales, protocolo, covid-19.
Autores: Rodrigo de Souza Santos - Maria Edivania Alves dos Santos; Jadisson Gois da Silva; Cristiano Mezzaroba Resumen: O presente texto tem como objetivo apresentar e analisar as experiências ocorridas no Projeto de Extensão “Corpo, saúde e salutogenia na pandemia covid-19: produção de produtos audiovisuais e textuais”, fruto de ações coletivas do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe no período do modo remoto emergencial (maio a setembro/2021). Metodologicamente, o projeto se materializou em encontros quinzenais de forma online, para discussão e aprofundamento de conceitos como Salutogenia, Mídia-Educação e Práticas Corporais. Os encontros resultaram na construção de 5 produtos audiovisuais e textuais, sendo eles: (1) Coletânea de quatro audiovisuais de curta duração (5 minutos) ; (2) Banner digital sobre os mitos da atividade física e saúde evidenciados na pandemia; (3) Portfólio em forma de slides sobre o que foi produzido e veiculado pelos portais G1 (Seção “Bem Estar”) e UOL (Seção “Viva Bem”) em relação à saúde e pandemia; (4) Canal de podcast com cinco programas abordando sobre pandemia e Salutogenia; (5) Narrativa fotográfica em forma de slides, trazendo a dimensão do cuidado corporal no cotidiano. O projeto configurou-se enquanto um elemento potencializador do aprendizado pois aprofundou-se em dois conceitos importantes e pouco vistos no campo da Educação Física brasileira, como a Mídia-Educação e a Salutogenia. Ainda, apresenta forte potencial de contribuição ao campo, no que diz respeito à produção de materiais que podem servir como base teórica e metodológica para aulas de Educação Física.
Bloque 2
Mesa 3 (conversatorio)
Autores: Priscilla de Cesaro Antunes - Heitor Martins Pasquim - Fernanda Parreira Resumen: Esta proposta de conversatorio está vinculada ao projeto “Educação Física e Saúde Coletiva: interC MBIOS latino-americanos”, que visa construir ações de cooperação acadêmica no eixo Sul-Sul. O campo da Saúde Coletiva compreende os processos saúde-doença como fenômeno social de interesse público. Esse pensamento social em saúde vem avançando na América Latina, mas a realidade das relações entre Educação Física, Saúde Coletiva e serviços públicos de saúde no continente é pouco conhecida entre os pares e fragilmente documentada na produção acadêmica. Pretendemos, por meio do conversatorio, dialogar acerca das relações entre Práticas Corporais e Saúde Coletiva. A estratégia envolve uma roda de conversa motivada pelas questões: Quais países latino-americanos possuem sistemas públicos e universais de saúde? Existe atenção primária nestes sistemas? Como se trabalha com as práticas corporais neles? Está prevista a inserção de profissionais de Educação Física? Esperamos que a atividade contribua para o início de um diagnóstico que torne possível mapear e convidar parceiros para diálogo, identificação e organização de possíveis ações. Na continuidade do processo, esperamos compreender as discussões, a presença e o trabalho com as práticas corporais nas relações com a Saúde Coletiva e os serviços públicos de saúde de países latino-americanos; fomentar debates e trocas de experiências sobre as relações entre Educação Física e Saúde Coletiva na América Latina; desenvolver ações formativas de interesse dos países envolvidos; produzir materiais acadêmicos em português e espanhol; estabelecer redes de cooperação para fortalecimento de ações relacionadas à Educação Física e Saúde Coletiva; e fortalecer a internacionalização institucional no eixo Sul-Sul. Mesa 4 (conversatorio)
Autores: María Corral - Lucila Guerra - Camila Piñeiro Resumen: La propuesta de este conversatorio se enmarca en el Espacio de Formación Integral (EFI) “Estrategias interdisciplinarias en la producción en salud. Un camino posible”. A partir de una mirada fuertemente vinculada con la Salud Colectiva se busca reflexionar sobre los aportes de la Educación Física al campo de la salud y su incorporación en equipos interdisciplinarios, en particular en el primer nivel de atención en salud. En ese sentido, nos proponemos intercambiar en relación a la experiencia del EFI en la Policlínica barrial San Lorenzo, ubicada en el barrio Cerrito de la Victoria, dependiente de ASSE. Proponemos las siguientes preguntas disparadoras: ¿Es posible pensar el abordaje de la salud desde una perspectiva interdisciplinaria? ¿Qué supone eso? ¿Es necesario unificar criterios en relación a la conceptualización de salud? ¿Qué lugar tienen los distintos actores sociales en el proceso de producción de salud?
Bloque 3
Mesa 5
Autores: Matías Corena - Nicolás D’Intino - Sebastián García - Pablo Goyén - Camila Piñeiro - Kiana Sosa (ISEF-UdelaR) - Responsable: María Corral Resumen: Nuestra ponencia se presenta para acercar los avances de nuestro proyecto de investigación en proceso de realización. El cual se enmarca en la convocatoria por parte de la Comisión Sectorial de Investigación Científica del Programa de Apoyo a la Investigación Estudiantil del 2021-2022. Este trabajo se encuadra, a través de una metodología etnográfica, en un proceso de investigación dentro del Sistema Nacional Integrado de Salud del Uruguay, específicamente, en un servicio del Primer Nivel de Atención en salud (Policlínica San Lorenzo). Procurando conocer las potencialidades de la Educación Física (EF) en su participación activa y crítica en conjunto al equipo de salud de este servicio en concreto, pensándose desde la perspectivas de la Salud Colectiva y las Prácticas Corporales. La investigación surge de la experiencia de la participación en el Espacio de Formación Integral “Estrategias Interdisciplinarias en Salud: Un camino posible”, enmarcado en el Grupo de Investigación “Estudios Socioculturales de la Educación Física, las Prácticas Corporales y la Salud” (ISEF-UdelaR), que se plantean como espacios de problematización, desnaturalización y construcción de nuevas formas de pensar y pensarnos en el proceso de salud. Configurándose así, un espacio potente para construir el campo epistémico de la disciplina a partir de la experiencia. Se propone así, aproximar aquellos encuentros, tensiones, complejidades, y dificultades, que han venido surgiendo de la participación de la EF en este espacio, para poner en diálogo, entendiendo que aquello que se dice de la disciplina, da cuenta de las formas particulares que va tomando en el devenir histórico.
Autores: Florencia E. Salvatierra Acosta - Edwin A. Cañon Buitrago Resumen: Este trabajo pone sobre la mesa los distintos adelantos generados en el Grupo de Estudios Decoloniales en Educación Física y Salud – GEDEFS del Instituto Superior de Educación Física del CENUR L.N. – Sede Paysandú. Buscamos en esta presentación oral, reflexionar acerca de la producción de cuidado, sus componentes tecnológicos y la interfase que la Educación Física como disciplina académica y de intervención genera para la implementación de políticas públicas de salud en el país. Considerando las investigaciones base desarrolladas en el referido grupo, las mismas se direccionaron a analizar el posible rol que el área cumpliría en políticas públicas de salud como son, el Sistema Nacional Integrado de Salud – SNIS, la Ley Integral para Personas Trans, y finalmente, la Política Nacional de Cuidados. Estudios que reverberaron la comprensión del área en tres dimensiones específicas; la primera, entendiendo al fenómeno de la salud y al sujeto que lo vivencia desde una perspectiva integral de acción interdisciplinar. La segunda, centrada en la formación profesional de recursos humanos en salud promovida/exigida/posibilitada por la UdelaR y legitimada por el SNIS. Por último, el uso de las prácticas corporales como saber propio de la Educación Física para el campo de la salud. Basados en los componentes tecnológicos propuestos por Merhy (2002), tres tipos de tecnologías son usadas en la producción de cuidado; duras, semi-duras y leves, esta última, configurada en prácticas relacionales, de escucha y de afecto, donde la Educación Física a partir de sus intervenciones aporta en el desarrollo del proyecto terapéutico.
Autores: Ivana Deorta Resumen: Este trabajo presenta avances de investigación en el marco del Doctorado en Psicología (Facultad de Psicología, UdelaR) continuando con perspectivas desarrolladas en el Máster en Ciencias Humanas (Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, UdelaR), presentadas en el Encuentro de investigadores de 2020 . A pesar de los cambios estructurales significativos, dentro del modo de producción capitalista, es posible sostener la permanencia, el avance y la sofisticación de los efectos sobre la subjetividad, que fueron identificados por el Primer Período en Teoría Crítica. Se considera necesario plantear la necesidad de un establecimiento consciente de la relación entre política y educación, en este caso concreto en el ámbito de la Educación Física. Mesa 6
Autores: José Correa - Ivana Deorta Resumen: El presente trabajo, busca abordar algunas concepciones de salud asociadas al concepto de salud como enfermedad, como patología en la persona vieja, que se sustentan desde el trabajo realizado desde el Espacio de Formación Integral (EFI) “Las Canas de Vivir”. Se propone desde este lugar, analizar y cuestionar los discursos y las prácticas hacia las personas mayores, por parte de docentes de Educación Física y otros profesionales de la Salud, así como de quienes toman decisiones sobre la primacía de focalizar el hecho biológico, descuidando la incidencia de representaciones simbólicas (Bourdieu, 2001) en relación a los adultos/as mayores. Interesa promover un concepto de envejecimiento saludable, desde los primeros años de vida, y que esté involucrado con las distintas esferas de la sociedad. Ya sea desde la esfera económica, cultural, social y civil, como lo señalan Oscar Ribeiro y Constanza Paul, (2011). Desde el campo de la salud, y desde la educación física, es posible sostener un trabajo de intervención en el que la salud de la persona esté asociada a su dignidad y no, como sucede habitualmente, a una educación que responda a la infantilización de la sociedad, donde ser un viejo se experimenta como un castigo y algo que debemos evitar, donde el adulto mayor no es visto ni tratado como una persona que pueda seguir aportando y ser guía para las generaciones más jóvenes
Autores: Valentina Delgado Gallo Resumen: En esta instancia se realizará una presentación de los principales resultados de la Tesis de Maestría en Psicología y Educación “Representaciones sobre discapacidad en la Udelar. Un aporte para pensar la temática incorporando la perspectiva Crip” (2021) de la autora Valentina Delgado Gallo. Este trabajo ya se ha entregado y actualmente se encuentra a la espera de la fecha de defensa. La tesis tiene como objetivo general producir conocimiento sobre las formas de pensar y abordar la temática de la discapacidad en la Udelar. Los objetivos específicos son: 1. Identificar las representaciones de discapacidad presentes en las áreas de la Universidad de la República (Udelar) en las que se desarrollan procesos de acompañamiento al ingreso y tránsito de estudiantes con discapacidad. 2. Analizar las representaciones acerca de la discapacidad, desde los aportes específicos de la perspectiva Crip. Desde la perspectiva Crip se entiende a la discapacidad como un constructo que resulta de la generación de una normalidad hegemónica, cuyo modelo de persona es el que por excelencia necesita el sistema económico político actual. Esta perspectiva cuestiona la naturaleza de la discapacidad y del cuerpo, toma como anclaje la teoría Queer y propone una comprensión cultural, histórica y política del cuerpo y de la discapacidad. En esta instancia de presentación se colocará el énfasis en los resultados de la investigación en diálogo con el marco teórico, tomando como eje para la presentación de los mismos el lugar del cuerpo en el entramado de la producción de acciones y políticas universitarias. |
GTT 2 – Aspectos biológicos de la actividad física, la aptitud física, el comportamiento sedentario y la nutrición en su relación con la salud
Bloque 1
Mesa 1 (Conversatorio)
Mesa 2 (Ponencias)
Autores: Adela Castro - Mariana Gómez-García - Analía Acuña - Pedro Chiesa - Andrés García-Bayce - Carlos Magallanes - Daniel Bia - Yanina Zócalo Resumen: Las actividades englobadas dentro de la denominada ´Conducta Sedentaria (CS)´, son definidas como aquellas realizadas en la posición sentado, recostado o acostado, y que tienen por característica un gasto energético ≤1,5 (en adultos) o ≤2 (en niños) equivalentes metabólicos. Trabajos previos de nuestro y otros grupos, basados en el auto-reporte de los niveles de CS, han sugerido que los niveles de CS podrían estar asociados a cambios detrimentales en características cardiovasculares. Sin embargo, resta caracterizar en qué medida estos hallazgos se confirman al evaluar los niveles y patrones de CS mediante acelerometría triaxial. Adicionalmente, resta identificar (i) cuál/cuáles índices derivados de la acelerometría relacionados con la CS (ej. tiempo promedio de CS, número de ´períodos´ en CS) y (ii) qué sitio de registro (cintura, muñeca, tobillo), permitiría alcanzar los mayores niveles de asociación con las características cardiovasculares de los sujetos.
Autores: Analía Acuña - Adela Castro - Mariana Gómez-García - Pedro Chiesa - Andrés García-Bayce - Carlos Magallanes - Daniel Bia - Yanina Zócalo Resumen: Los componentes de la condición (aptitud) física: (i) aptitud motora, (ii) flexibilidad, (iii) composición corporal, (iv) capacidad cardio-respiratoria y (v) coordinación neuro-motora, han mostrado estar asociados al estado de salud y riesgo de enfermedades crónicas no transmisibles (ej.: cardiovasculares) en diferentes poblaciones y en el contexto de distintas entidades clínicas. Resta identificar, particularmente en niños, adolescentes y adultos jóvenes (<55 años) saludables, sin antecedente de enfermedad (cardiovascular) conocida, si los niveles de componentes de la condición física se asocian con los niveles absolutos de variables estructurales, funcionales y hemodinámicas cardíacas y vasculares y/o con el apartamiento de las mismas respecto de valores esperados en sujetos sin exposición a factores de riesgo.
Autores: Yanina Zócalo - Mariana Gómez-García - Adela Castro - Analía Acuña - Pedro Chiesa - Andrés García-Bayce - Carlos Magallanes - Daniel Bia Resumen: La capacidad cardio-respiratoria (CCR), componente de la condición física, define la capacidad de los sistemas cardiovascular, respiratorio y muscular para obtener, suministrar y utilizar oxígeno durante realización de ejercicio dinámico. La CCR es indicador del estado de salud y marcador pronóstico de morbilidad y mortalidad, a la vez que se ha asociado al rendimiento deportivo. La CCR suele evaluarse mediante pruebas de ejercicio incremental y expresarse como consumo máximo de O2 (VO2 máx), considerado indicador principal de la CCR. Sin embargo, recientemente ha cobrado interés la determinación y análisis de parámetros submáximos (obtenidos en test cardiopulmonar de ejercicio, TCPE) con el objetivo de obtener información complementaria a la de los índices máximos y caracterizar de forma integral (esfuerzo-independiente) la respuesta al ejercicio y la CCR. Diferentes características de los sujetos han sido propuestas como factores determinantes o explicativos de la CCR. Al respecto, cabe señalar que mientras existe consenso en que edad y sexo se asocian a la CCR, los resultados de estudios que analizan la asociación entre la CCR y otras variables o características del sujeto son limitados y/o controversiales. En este contexto, considerando la interdependencia y funcionamiento acoplado del corazón (bomba) y el sistema arterial (carga ventricular), cabría esperar que las condiciones hemodinámicas y características arteriales (estructurales y/o funcionales) contribuyan a explicar la CCR. La importancia de conocer los factores determinantes de la CCR radica no solo en la contribución al conocimiento de la Fisiología del ejercicio, sino también en que permitiría interpretar adecuadamente los datos obtenidos en un individuo, a la vez que posibilitaría el diseño e implementación de estrategias de intervención con potencial impacto en la CCR, y consecuentemente en la salud y/o rendimiento deportivo.
Autores: Santiago Rivoir - Martín Alonso - Santiago Vizo - Daniel Bia - Yanina Zócalo Resumen: La composición corporal (CC) es un componente de la condición física asociado con la salud (ej. indicador de riesgo de enfermedades crónicas no transmisibles), así como con el desempeño en algunas disciplinas deportivas. Conocer la CC de deportistas permitiría monitorizar el crecimiento y desarrollo (en niños y adolescentes), identificar alteraciones (ej. aumento de contenido adiposo, reducida masa muscular) y planificar estrategias de intervención (ej. nutricionales, de entrenamiento físico) que impacten positivamente en la salud y/o el rendimiento deportivo. Distintos métodos y parámetros han sido utilizados en la evaluación de la CC, cada uno con ventajas y desventajas. En este contexto, el uso de dispositivos de impedancia bioeléctrica (BIA; bioimpedance analysis) ha ganado interés, fundamentado en las mejoras tecnológicas y disponibilidad de dispositivos validados, y en su posibilidad de superar limitaciones de métodos tradicionales o de referencia (ej. operador-dependencia, elevado costo, limitado alcance poblacional). Considerando las diferencias entre los abordajes, los niveles absolutos y relativos de los sub-componentes de la CC (ej. porcentaje de masa grasa o masa muscular) obtenidos en una misma población con distintos métodos pueden diferir. Existe limitada información acerca de los niveles de asociación y/o equivalencia entre parámetros indicadores de CC obtenidos con diferentes métodos, más aún si se consideran poblaciones de deportistas jóvenes.
Autores: Natalia Coirolo - Cecilia Casaravilla - Bettina Tassino - Ana Silva Resumen: Los ciclos diarios de luz/oscuridad, la alimentación y el ejercicio físico, funcionan como sincronizadores del sistema circadiano que utiliza estas claves para resetear su reloj interno al período del temporizador. Sin embargo, el impacto del ejercicio físico solo ha sido demostrado en condiciones experimentales controladas. Las escuelas de Danza del SODRE,que operan en 2 turnos (matutino: 8:30-12:30 y nocturno: 20:00-24:00) brindan un laboratorio natural para el estudio de factores ambientales, sociales y comportamentales que influyen sobre la fase circadiana en condiciones ecológicas. Este trabajo abordó por primera vez el estudio del efecto del entrenamiento físico intenso en turnos en bailarines,evaluando como el cronotipo, las demandas sociales, la luz ambiental, el ejercicio físico ylos patrones de sueño, afectan la fase circadiana medida por el aumento nocturno de la síntesis de melatonina (DLMO). La fase circadiana de los bailarines que asisten al turno matutino (n=7) es 1,5h más temprana comparada con el turno nocturno (n=11). En los díasde entrenamiento, en las ventanas temporales individuales de avance y de retraso del DLMO, la exposición a la luz fue similar entre los bailarines de ambos turnos y no correlaciona conla fase circadiana. La actividad física, pero no la exposición a la luz, fue significativamentemayor en los bailarines del turno nocturno respecto a los del turno matutino en la ventanasensible de atraso de fase. Sin embargo, el tiempo de actividad física de moderada/vigorosaconsignado en ese período correlaciona positivamente con la fase circadiana. Este es elprimer reporte que muestra que el ejercicio intenso retrasa la fase circadiana en condicionesnaturales en forma independiente de la luz.
Autores: Franco Souza-Marabotto - Bruno Bizzozero-Peroni - Sofia Fernandez-Gimenez - Enrique Pintos-Toledo - César Corvos - Javier Brazo-Sayavera Resumen: Los beneficios de la práctica de actividad física en la infancia y adolescencia son bien conocidos. Sin embargo, se ha constatado que menos del 20% de los adolescentes cumplen con las recomendaciones internacionales. Para poder establecer políticas que aborden esta problemática es necesario realizar una labor de vigilancia. En este sentido, la iniciativa Global Matrix se presenta como una opción que permite evaluar 10 indicadores relacionados con la actividad física en esta población. El objetivo del presente trabajo fue realizar el segundo reporte de calificaciones sobre indicadores de actividad física en la infancia y adolescencia en Uruguay. Se realizó una búsqueda de información orientada a población entre 5 y 17 años en los 10 indicadores incluidos dentro del proyecto (Actividad física general, Deporte organizado, Juego activo, Transporte activo, Comportamiento sedentario, Condición física, Entornofamiliar y pares, Entorno escolar, Comunidad y ambiente construido, y políticas públicas). Se utilizó una escala de calificaciones previamente establecida para asignar una calificación a cada indicador. Se obtuvo una variedad de documentos que fueron filtrados para finalmente asignar las calificaciones. Con ello, Uruguay ha elaborado su segundo reporte de calificaciones dentro de la iniciativa Global Matrix 4.0, observándose un descenso en los indicadores de comportamiento al mismo tiempo que se ha observado un incremento en los indicadores considerados fuentes de influencia.
Autores: Br. Fernanda González (ISEF-CURE, sede Maldonado) - Br. Maikol Olivera (ISEF-CURE, sedeMaldonado) - Lic. Dinorah Plada (ISEF-CURE, sede Maldonado) - Lic. Facundo Hernández (ISEF-CURE, sede Maldonado) - Lic. Pedro Pohoski (ISEF-CURE, sede Maldonado) - Lic. Álvaro López(ISEF-CURE, sede Maldonado) - Lic. Federico Muizzo (UCU, sede Maldonado) - Dr. AdalbertoCuevas (ISEF-CURE, sede Maldonado) - Dr. José Meléndez Gallardo (ISEF-CURE, sede Maldonado) -Dr. Sebastián Melman (Hospital ASSE-Maldonado) - Dr. José Juan (Hospital ASSE-Maldonado) Resumen: Esta propuesta muestra el desarrollo de actividades de enseñanza y extensión en los diferentesespacios y servicios del Hospital Dr. Elbio Rivero Moreno de Maldonado, vinculadas a distintasáreas de formación del ISEF-CURE con sede en la misma ciudad, asociadas a varias unidadescurriculares de la licenciatura en Educación Física (LEF): Juego y Prácticas Lúdicas I y II, PrácticaProfesional II,Fundamentos Anátomo Fisiológicos, Fisiología del Ejercicio, Teoría y Práctica delDeporte, Educación Física Adaptada e Iniciación a la Investigación. A partir del vínculo participativopermanente entre estudiantes, docentes y personal del hospital, para relacionar aspectos de laSalud (biológicos, sociales y psíquicos). La propuesta se originó a partir de las inquietudesmanifestadas por los actores que hacen vida en este espacio hospitalario, específicamente en launidad de medicina interna y está enmarcada dentro del convenio interinstitucional entre ISEF-CURE y ASSE-Maldonado, que actualmente está en fase de trámite. A la fecha, se han desarrollado2 cursos de formación permanente (45 y 75 participantes respectivamente), vinculados a estaexperiencia y se ha sumado la participación de 30 estudiantes de diferentes unidades curricularesy 2 estudiantes del programa de pasantias. La experiencia consiste en la atención de pacientes quepresentan las siguientes patologías: sindrome post Covid19, osteosarcopenia, EPOC (enfermedadpulmonar obstructiva crónica), enfermedades cardiovasculares, pacientes oncológicos,tetraparecia del crítico, diabetes y obesidad. Con los cuales se trabaja en la prescripción deejercicio físico.
Autores: Mariana Gómez-García - Juan Torrado - Daniel Bia - Yanina Zócalo Resumen: Actualmente, queda por establecer hasta qué punto los niveles de actividad física (AF) de los individuos se asocian de forma independiente con las desviaciones del estado "óptimo" del sistema arterial. Los acelerómetros se han propuesto como medio para obtener datos fiables y objetivos de la AF. Las decisiones en el momento de la colocación del acelerómetro y su posterior procesamiento de datos podrían influir en la asociación entre los índices obtenidos a través de la acelerometría y las propiedades arteriales.
Bloque 2 (virtual)
Mesa 3 (Conversatorios)
Autores: Dra. Yanina Zócalo. Centro Universitario de Investigación, Innovación y Diagnóstico Arterial (CUiiDARTE) - Laboratorio de Investigación y Evaluación Biomédica en Reposo y Ejercicio (LIEBRE).
Autores: Dr. Antonio García-Hermoso. Navarrabiomed - Centro de investigación biomédica, Complejo Hospitalario de Navarra, Navarra-España.
Autores: Dra. Gisel Pérez. Comité de Actividad Física y Deporte en la Infancia y Adolescencia. Sociedad Uruguaya de Pediatría. Mesa 4 (Ponencias)
Autores: Mateo. N. Rodrigues Zabala - Renata Luisa Bona - Artur Bonezi Resumen: Las cadenas miofasciales, parte del sistema fascial (SF), tienen la capacidad de transmisión de tensión a lo largo del cuerpo. El entrenamiento del SF es recomendado en cuanto a la prevención de lesiones. Como el cuerpo mismo, las cadenas miofasciales pasan por el proceso de envejecimiento.
Autores: Mariana Gómez-García - Juan Torrado - María Pereira - Daniel Bia - Yanina Zócalo Resumen: Los índices derivados del análisis de impedancia bioeléctrica (BIA) [por ejemplo, los índices de masa grasa (FMI) y libre de grasa (FFMI), el nivel de grasa visceral (VFL)] se utilizan para caracterizar la obesidad como factor de riesgo cardiovascular (FRC). Todavía se discute cuál es el índice derivado de la BIA que mejor predice la variabilidad arterial.
Autores: Santiago Rivoir - Daniel Bia - Yanina Zócalo Resumen: El Futsal fue reconocido y acreditado por la Federación Internacional de Asociaciones de Fútbol (FIFA) en 1989, y la popularidad de este deporte y su nivel de profesionalismo ha crecido desde entonces. Uruguay no escapa a esa realidad. Se trata de un deporte que requiere la realización de ejercicio de alta intensidad, que exige un nivel elevado de condicionamiento de vías aeróbicas y anaeróbicas, para sostener la actividad física durante todo el partido, intercalando de manera repetitiva sprints cortos con y sin cambio de dirección. Consecuentemente, el cuerpo de los futbolistas profesionales debería adaptarse para satisfacer esos requerimientos. La literatura al respecto es escasa, y resta caracterizar las particularidades morfológicas asociadas a dicho deporte, cuando es jugado de manera profesional. En este contexto, cabe señalar que a la fecha no hay estudios en Uruguay que hayan (i) evaluado si los jugadores de Futsal profesionales asocian cambios corporales (evidenciables mediante mediciones cineantropmétricas), propios de su condición, y que limiten la aplicación de tablas de normalidad de población general, y (ii) si presentan diferencias o similitudes respecto de otros futbolistas profesionales.
Autores: Carolina Chamorro Viña - Shaelene Standing - Rachel McInnes - S. Nicole Culos-Reed - Gregory M.T. Guilcher - Fiona Schulte - Mackenzie Murawsky Resumen: El objetivo del programa PEER es aumentar el desarrollo motor, la condición física y la socialización de niños afectados por el cáncer y sus hermanos. En respuesta a la pandemia de COVID-19 el programa pasó a un formato de grupo en línea para los jóvenes (6-11 años y 12-17 años).
Autores: Alejandro Díaz - Yanina Zócalo - Daniel Bia Resumen: La adolescencia es una de las fases más rápidas del desarrollo humano. El tamaño, la estructura, la hemodinámica y la función del corazón y los grandes vasos arteriales cambian drásticamente desde la vida fetal temprana hasta la adolescencia tardía. Los objetivos de este trabajo fueron: 1) analizar potenciales cambios en parámetros estructurales y funcionales cardíacos, arteriales y en nivel de acoplamiento ventrículo arterial asociados al crecimiento en adolescentes, luego de un año de seguimiento, 2) determinar el nivel de asociación existente entre el cambio anual (absoluto y relativo) en los niveles de las características antropométricas y de exposición a factores de riesgo cardiovascular, las características estructurales y funcionales ventriculares y arteriales, los determinantes de la carga ventricular y el acopamiento ventrículo arterial (AVA), e 3) Identificar las principales variables explicatorias de los cambios existentes en determinantes de la carga ventricular. Se evaluaron 89 adolescentes (14.6 ± 0.94 años) de sexo masculino, deportistas, asintomáticos y saludables. Se realizaron mediciones antropométricas, hemodinámicas, ecocardiograficas y medición de la velocidad de la onda del pulso carótido femoral y se repitieron las mismas a los 12 meses de seguimiento. Nuestro trabajo muestra la compleja interacción existente entre las variables antropométricas, hemodinámicas y de estructura y función cardiovascular en adolescentes saludables en plena etapa de crecimiento y desarrollo. Futuras investigaciones son necesarias para corroborar los determinantes en otros géneros y otros grupos etarios. |
GTT 3 – Educación Física e Historia
Bloque 1
Mesa 1 (Ponencias) - Educación Física y Formación Profesional
Autores: Antonella Bertolotto (CONICET/UNLP - CEPEC/IdIHCS) Resumen: El objetivo de este escrito es analizar los vínculos asociativos dentro de la Educación Física argentina, interpelando los discursos y sentidos que aparecen a lo largo de la Revista de la Educación Física (1909-1936), órgano dependiente de la Escuela Normal de Educación Física, que a partir del año 1912 se transformó en el Instituto Nacional Superior de Educación Física (INEF). Haciendo foco principalmente en las Asociaciones que se fundaron en el seno y bajo el auspicio del Instituto, se tiene como hipótesis que los vínculos asociativos para la corriente "romerista" no solo fueron indispensables a la hora de generar lazos de unión en un campo disciplinar fragmentado, diverso y precario. Sino que debido a la puesta en marcha de distintas propuestas –académicas, deportivas y en defensa de sus derechos laborales- se constituyeron como las principales interlocutoras entre Romero Brest, el Instituto y el escenario político-pedagógico nacional. Pretendiendo tener alcances a nivel federal, produjeron y pusieron en circulación saberes, prácticas, percepciones y experiencias en común, legitimando cierta oficialidad en los discursos y significados con respecto a la disciplina.
Autores: Vera Luiza Moro (UFPF) Resumen: O estudo em questão tem como objetivo apresentar os resultados da tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal do Paraná, que investigou como ocorreu o processo de incorporação dos elementos da cultura física pela Escola Normal do Paraná, no período compreendido entre os anos de 1882 e 1930. O recorte temporal do estudo compreende a inserção da Gymnastica na grade de ensino da Escola Normal do Paraná e o ano de 1930 representa um momento de ruptura com o afastamento de importantes figuras do aparato governamental do Estado do Paraná. Momento no qual também novas lógicas seriam postas à área de Educação Física, as quais exigiriam um modelo formativo mais especializado e que encontrariam condições mais propícias para sua implementação durante o período em que Getúlio Vargas esteve à frente do comando do país. A título de conclusão, a tese de doutoramento aponta que, nesse processo de incorporação dos elementos da cultura física, a instrução pública paranaense se utilizou de argumentos de uma ginástica racional e higiênica, com forte evidência da vertente sueca, para posteriormente incorporar os jogos e algumas práticas esportivas. Nesse movimento, a área relativa à Educação Física foi se consolidando no Paraná a ponto de se começar a pensar, na década de 30, em alguns aparelhos institucionais mais especializados, como uma Inspetoria de Cultura Física e uma instituição destinada exclusivamente à formação de professores de Educação Física.
Autores: David Beer (Universidad Nacional de Avellaneda; Universidad Nacional de Quilmes) Resumen: Este escrito, pone en consideración los debates que devinieron entre las diferentes perspectivas gimnasticas en el profesorado de Educación Física general Manuel Belgrano En Argentina. Las mismas se desplegaron en el departamento de educación física y reflejaron perspectivas relacionadas con miradas sobre cómo debía ser la Educación Física y cuales sus argumentos y métodos. En ese marco, y notoriamente influenciados por diferentes corrientes gimnasticas europeas, se produjo un agrupamiento que fue denominado por unos y otros como “conservadores “y “modernos “. El enfoque y corte histórico se ubica entre los años 1956, con la definición de los departamentos y culmina en el año 1967 con un nuevo plan de estudios. Mesa 2 - Cultura física y educación de los cuerpos
Autores: Antonella Bertolotto (CONICET/UNLP - CEPEC/IdIHCS) - Eduardo Galak (CONICET/UNLP - CEPEC/IdIHCS) Resumen: El objetivo de esta investigación es indagar la propuesta pedagógica de las “rondas escolares”, una iniciativa de Enrique Romero Brest como parte de su Sistema Argentino de Educación Física, especialmente durante la década de 1910, a partir de analizar el libro “Elementos de Gimnástica Fisiológica” de 1911 y la Revista de la Educación Física. Se tiene como hipótesis que dicha propuesta musical es original, no solo para la Educación Física, sino para la educación en general de la época, siendo uno de los primeros intentos dentro del Sistema Educativo por usar la música para desarrollar movimientos de gimnasia. A su vez, es interesante la articulación de técnicas musicales con técnicas corporales, en una propuesta metodológica de gimnasia para las infancias que encierra potentes discursos sobre educación física y educación moral. En este sentido, se propone reflexionar acerca de las siguientes preguntas: ¿Cómo educar los cuerpos a través de la música? ¿Cómo congeniar las técnicas de movimiento artísticas con las de los ejercicios físicos? ¿Cómo concebir una cultura física que encarne la gimnasia, el juego y la danza?
Autores: Nicolás da Silveira (FHCE/ISEF/UDELAR) Resumen: El estudio aborda los modos de educación del cuerpo en la enseñanza técnica durante la primera fase de modernización uruguaya. La Escuela de Artes y Oficios (EAyO) tuvo una circunscripción técnica disciplinaria destinada a ciertos menores, bajo la órbita militar y policial, con mecanismos de poder del cuerpo disciplinado y manipulado por la autoridad. En este sentido, nos preguntamos tanto por la indagación de esos mecanismos como por las fisuras y punto de fuga a tal pretensión. La EAyO abasteció a diferentes reparticiones del incipiente Estado, a partir de los talleres de litografía, armería, sastrería, entre otros. La enseñanza de las artes estuvo fuertemente dirigida por profesores europeos. Los complementos del cotidiano escolar fueron la banda de música, la práctica de deportes, y la instrucción primaria. La admisión y el “aprendizaje” del oficio se establecía en un contrato firmado entre el Director y la familia por un período de 4 años en promedio. Los alumnos eran exclusivamente varones, entre 12 y 16 años de edad, y en general pobres. Eventualmente, el Juzgado de Crimen, el Asilo de Huérfanos o las Jefaturas Políticas departamentales enviaron menores al correccional. El incumplimiento de la duración del contrato, los incendios, los motines y las fugas evidenciaron complejas polémicas en la interna escolar. Para la reinterpretación del objeto utilizamos la metodología del análisis del discurso y la arqueología, analizando el Archivo institucional con fuentes primarias: libros de correspondencia y fichas de matriculación, procurando revelar y caracterizar diferentes piezas documentales en las que se aprecian las construcciones de sentido alrededor de un cuerpo corregido-artístico-productivo.
Autores: Ignacio Mirabal (ISEF/CURE/UDELAR) Resumen: En el presente trabajo de investigación propongo problematizar, la relación entre la difusión de la cultura física (Kirk, 2014) y la consolidación del Batllismo (Barrán, Nahum, 1982) como movimiento político del Uruguay, tomando por objeto las acciones realizadas por la Comisión Nacional de Educación Física (CNEF), en los primeros años de su funcionamiento, comprendidos durante la segunda presidencia de José Batlle y Ordoñez, entre junio 1911 y marzo de 1915. En la hipótesis de que es posible reconocer una propuesta de cultura física que difundió la CNEF, específica a la realidad uruguaya, promovida por la singularidad del contexto político del Batllismo. En otras palabras, cultura física implicó una forma de sistematizar el proyecto político Batllista y al mismo tiempo, implicó una reelaboración singular de la noción cultura física proveniente de Europa (Chartier y Vigarello, 1982; Clastres, 2005; Elias y Dunning, 1992; Holt, 1992; Kirk, 2014). Este trabajo utiliza una perspectiva de problematización historiográfica (Bloch, 2001; Hobsbawm, 1997; Veyne, 1984;), y en específico, me valgo de las herramientas que proporciona la historia cultural, para lo cual, analizaré las actas de sesión de la CNEF, más precisamente las que documentan los cuatro primeros años de su funcionamiento. Para este Encuentro 2022, presentaré el análisis del primer periodo de funcionamiento de la CNEF entre 1911 y 1913. Principalmente lo referido al proceso inédito de popularizar la cultura física: las tensiones entre amateurismo y su popularización, y entre el cultivo del pueblo y las prácticas de la cultura física.
Bloque 2
Mesa 3 - Género/mujeres y cultura física
Autores: Cristiane Oliveira Pisani Martini (CEFET/MG) - Ana Cláudia Avelar (UFMG) Resumen: Este estudo analisa os discursos presentes nas produções de três mulheres que investiram na divulgação do método sueco de ginástica, proposto por Ling, no território britânico, em anos finais do século XIX: Corcordia Löfving (1843-1927), Martina Bergman-Österberg (1849-1915) e Theodora Johnson (?). Entre palestras, participações em eventos e publicação de manuais, essas professoras trouxeram, em seus escritos, elementos em defesa da profissionalização de jovens mulheres no exercício da Educação Física. Pudemos identificar nessas produções, contradições próprias do período no que diz respeito ao acesso à escola, principalmente, à educação secundária e profissional, tanto para meninas quanto para a população mais pobre. Concluímos que, a partir da estruturação do ensino de Educação Física nas escolas britânicas, baseado no Sistema Sueco de Ginástica, essas professoras tomaram a formação em ginástica sueca como uma possibilidade de emancipação feminina. No enfrentamento aos preconceitos direcionados ao público feminino no período, o envolvimento delas com o campo científico, profissional e com outros movimentos emancipatórios das mulheres, essas professoras mobilizaram seus conhecimentos em ginástica sueca para se posicionarem a favor da ampliação do acesso à educação para mulheres e para tecerem fortes críticas ao sistema educacional britânico. Tais posicionamentos, encontraram ressonância em outros países europeus e norte-americanos, onde as mulheres ocuparam, sobretudo, cargos de Diretoras de Institutos de Ginástica, legitimados por suas formações específicas no Sistema de ginástica de Ling.
Autores: Alberto Mallada Meseguer (ISEF/UDELAR) Resumen: El Uruguay vivió a inicios del siglo XX un proceso de modernización, desde el punto de vista político, económico, cultural y social, e incluyendo algunas propuestas de emancipación para la mujer. Uno de los ámbitos en que se puede observar los cambios en torno al lugar de la mujer, es en los espacios de cultura física, entendida en el sentido de Kirk (1999) como aquel conjunto de prácticas que se relacionan con el mantenimiento, la representación y la regulación del cuerpo, asociada a los deportes, la recreación física y el ejercicio. Es en este contexto donde las diferentes formas de moverse, vestirse y prácticas de higiene fueron objeto de cuidados constantes, se construye con gran énfasis un ideal de lo que debía ser masculino y femenino. El objetivo de la presente investigación es indagar la relación entre mujeres y cultura física en Montevideo entre los años 1903 y 1934, centrado en identificar las representaciones de los cuerpos de las mujeres en espacios de cultura física a través del análisis de las vestimentas. A partir del análisis documental principalmente de imágenes de revistas mundanas y deportivas, se identifica a comienzos del siglo el recato, la belleza y la elegancia como aquellos conceptos que debía respetar el cuerpo de la mujer uruguaya en ámbitos vinculados a la cultura física, como así mujeres practicando tenis y natación con vestidos y faldas amplias, ya transcurrida la segunda década de este siglo, se puede observar trajes más holgados, faldas, blusas y shorts.
Autores: Malena Damian (ISEF/UDELAR) Resumen: Este estudio pretende presentar los avances de investigación centrados en la identificación y análisis sobre los discursos que configuraron un orden de géneros y sexualidades para el caso de la Educación Física escolar en Montevideo entre los años 1892 y 1911. Mesa 4 - Águas
Autores: José Ignacio Estévez Rippa (ISEF/CENURLN/UDELAR) Resumen: La siguiente ponencia da cuenta de uno de los capítulos de la tesis de maestría titulada: “¿Turismo de Salud?, usos de las aguas termales en Paysandú 1957 -1979”. Está centrada en la relación entre las nociones de salud que circulaban en el Uruguay en el período, y la conformación de las Termas de Guaviyú como un espacio con fines terapéuticos y recreativos. Se plantea la posibilidad de construir un objeto de estudio desde la Educación Física que permita pensar en ese centro termal como un espacio de educación de los cuerpos (Soares, 2014) en prácticas asociadas a la salud como pueden ser la cura, la regeneración o el entretenimiento. Esta comunicación se enfoca en analizar las distintas expresiones que sustentaron la posibilidad de una “era de las termas” para el Paysandú de las décadas del sesenta y setenta del siglo XX. En base a fuentes de prensa local, publicaciones periódicas, manuales de higiene y documentación oficial del período, se abordan un conjunto de recomendaciones y prácticas, entendidas como modalidades de una educación corporal en sentido amplio a través de las vivencias que los visitantes tuviesen en el lugar.
Autores: Alfonso Correa (ISEF/CURE/UDELAR) Resumen: El presente trabajo plantea de forma breve las principales reformas desarrolladas por el Batllismo en el novecientos, legado que permitió sentar las bases para la conformación de una suerte de país modelo, colocando al Uruguay en la vanguardia de derechos laborales y sociales. Estas reformas no se agotan allí, sino que irán más allá, con claras incidencias a nivel político y cultural. Las décadas posteriores son claves para observar la maduración de estas dimensiones y los efectos que tuvo en la vida cotidiana de la sociedad uruguaya. El nacimiento del tiempo libre en la era moderna y la búsqueda por diversificar la matriz económica son algunos de los puntos centrales para comprender las nuevas prácticas sociales dentro de las cuales se encuentran los veraneos de la época estival. Para eso será crucial comprender cómo éstos se fusionan con el turismo, contribuyendo a las políticas orientadas a su desarrollo, encontrando en las costas y los balnearios el escenario predilecto para la producción y reproducción de ciertas prácticas corporales.
Autores: Lorena Fernández Amodío (ISEF/UDELAR) Resumen: Este estudio pretende presentar los avances de investigación centrados en la identificación y análisis sobre los discursos que configuraron un orden de géneros y sexualidades para el caso de la Educación Física escolar en Montevideo entre los años 1892 y 1911. Sin existir antecedentes directos en Uruguay, se propone el análisis de documentos oficiales como programas, informes y leyes que dan cuenta del proceso de configuración de la educación física escolar, también se analizan los principales manuales de educación física y algunas fuentes complementarias, bajo la lupa de las siguientes interrogantes: ¿Cuáles fueron los discursos y prácticas que constituyeron los procesos de educación del cuerpo en la escuela en un orden de género y sexual? ¿Cómo pueden identificarse estos elementos para el caso específico de la Educación Física escolar montevideana? ¿Cómo se produjeron y expresaron las abyecciones del orden de género y sexual, para el caso específico de la Educación Física montevideana? El trabajo mantiene una perspectiva historiográfica y se nutre de los aportes teóricos de los estudios de género para analizar cómo las diferentes formaciones discursivas, las tecnologías del sexo, del género y del deseo, operaron para la particularidad del caso uruguayo, en el intento de definir a la Educación Física en la escuela. Esto se torna significativo para la comprensión del campo, la circulación de los saberes que lo legitimaron, contemplando los procesos de carácter transnacional. Las principales conclusiones se centran en evidenciar las formas de construcción de la masculinidad, la feminidad y la producción de abyecciones en el campo escolar. Evidencian cómo los discursos biomédicos, jurídicos, pedagógicos y feministas del siglo XX fundaron metáforas que definieron prácticas diferenciadas y reguladoras para los procesos de socialización de género en la escuela, así como el carácter productivo de la Educación Física en la matriz social y política del momento.
Bloque 3
Mesa 5 - Educación Física y circulación de saberes
Autores: Paola Dogliotti (ISEF/FHCE/UDELAR) - Tamara Parada (ISEF/UDELAR) Resumen: El presente estudio analiza el Manual de Didáctica de la Gimnástica editado en Montevideo, capital de Uruguay, en el año 1956 por la Comisión Nacional de Educación Física (CNEF) como apoyo al curso de Teoría de la Gimnasia de la carrera de profesor de educación física impartida por el Instituto Superior de Educación Física (ISEF). El manual de autoría de Alberto Langlade, destacada figura de este campo a nivel nacional y latinoamericano, funcionó como un catalizador de la circulación internacional de ideas con las que Uruguay y especialmente la formación de profesores de educación física dialogó a nivel internacional. El trabajo aborda el diálogo que se presenta en el manual con las diferentes usinas de producción del campo de la educación física y la gimnasia de la época, que permitió fundamentar y consolidar al campo de la gimnástica con gran solidez y reconocimiento dentro de ISEF, a nivel nacional y en el exterior. Se pone acento en la circulación y apropiación de los modos de educar los cuerpos y al profesor de educación física en relación a la procedencia de las usinas, por un lado, de EEUU y por otro, de Europa, fundamentalmente de los países nórdicos.
Autores: Gabriel dos Santos Pinheiro (UFES) - Juliana Martins Cassani (UFRJ) - Lucas Oliveira Rodrigues de Carvalho (UFRJ) - Wagner dos Santos (UFES) - Amarílio Ferreira Neto (UFES) Resumen: Investiga o intercâmbio entre articulistas que se faziam presentes em eventos realizados na América Latina, cuja finalidade era elaborar projetos formativos para a Educação Física, fundamentados nas culturas de diferentes países (1888-1957). Os achados indicam que a Revista Brasileira de Educação Física foi responsável pela maior parte das publicações de eventos, movimento que evidencia a tentativa do periódico em se constituir como um veículo de divulgação de eventos na América Latina.
Autores: Anderson Baía (UFV) - Andrea Moreno (UFMG) Resumen: Propomos abordar a Moderna Ginástica Sueca, no Brasil, a partir da Revista Brasileira de Educação Física (RBEF), no período de 1944 a 1952. Temos indícios de que a ginástica criada por Ling no início do século XIX, na Suécia, passou por adaptações e reconfigurações na sua longa existência, originando uma Moderna Ginástica Sueca que circula em diferentes periódicos no Brasil, dentre eles a RBEF. Tal periódico se constituiu em lugar privilegiado, onde conhecimentos acerca das práticas corporais, inclusive a ginástica sueca, circularam, instigaram o debate, encontraram resistências, moldaram formas de ser e pensar a educação do corpo, contribuindo com a constituição da Educação Física. Algumas questões nos orientaram: Como se deu o processo de organização e desenvolvimento da ginástica sueca, na Europa, que possibilitou o surgimento da Moderna Ginástica Sueca? Como essa Moderna Ginástica Sueca aparece na RBEF e contribui com a configuração do campo da Educação Física? Orientados por essas questões, propomos compreender como a Moderna Ginástica Sueca foi difundida no Brasil por meio da Revista Brasileira de Educação Física, no período de 1944 a 1952. Para tanto, utilizamos os 82 números da RBEF, representando a totalidade do periódico publicado no período pesquisado. A exploração das fontes permitiu perceber que essa ginástica circulou com intensidade nesse periódico no período analisado, tornando possível, com o cotejo com a literatura, compreendê-la como parte de um movimento de reconfiguração que passa a Ginástica Sueca na Europa, circulando por diferentes lugares, dentre eles, o Brasil. (Apoio: FAPEMIG – APQ – 02013-18). Mesa 6 - Educación Física, Universidad y Memoria
Autores: Ignacio Posada - Rafael Demarco - Juan Manuel Casal Resumen: “Participación e influencia del movimiento estudiantil de ISEF en el ingreso a Udelar.” es un trabajo investigatorio que se viene llevando a cabo durante el año 2022 y el cual ha sido seleccionado por el Programa de Apoyo a la Investigación Estudiantil (PAIE). Dicha investigación se encuentra centrada en la elaboración de un documento que permita describir y comprender el aporte e influencia que tuvo el movimiento estudiantil organizado del Instituto Superior de Educación Física, en el ingreso al ámbito universitario de dicho centro educativo.
Autores: Carla de Polsi Resumen: La presente ponencia se enmarca en el trabajo final de la Especialización en derechos humanos, memorias colectivas y resistencias de CLACSO. En la misma propongo problematizar sobre el lugar del cuerpo en las formas de construcción de memoria colectiva. Más específicamente, propongo indagar sobre las formas de construcción de memoria en el “Sitio de memoria 300 Carlos. Espacio de Memoria Territorial Comunitario” en Montevideo, tomando como fuente principal el Archivo Oral en el marco del Sitio. El espacio de memoria, por sus características de haber sido un centro de detención y tortura, de encontrarse dentro de un predio militar, y conforme a como se viene trabajando a nivel barrial habitando otros espacios del territorio, reune la condición de Sitio de memoria, pero tambien contine características de Memorial habitando otros espacio del territorio, en la busqueda de trabajar la memoria colectiva desde un anclaje barrial. El objetivo de la Comisión del Sitio, es la recuperación del lugar y llegar a convertirlo en un Espacio de Memoria comunitario. Se ha conseguido la realización de visitas guiadas, al tiempo que enfrente al batallón se encuentra realizando una intervención artística como Memorial, que se basa en los relatos de las personas que transitaron por el centro, rescatando las percepciones que traían los testimonios. Me propongo pensar la memoria como espacio vivo, que se va transformando y construyendo continuamente desde las distintas prácticas territoriales, nucleando diversidad de actores, con sus historias, experiencias y realidades diferentes, en el pasado, en el presente y en el futuro.
Autores: Paola Dogliotti (ISEF/FHCE/UDELAR) - Gianfranco Ruggiano (ISEF/CURE/UDELAR) - Daniele Cristina Carqueijeiro de Medeiros (ISEF/CENURLN/UDELAR) - Evelise Amgarten Quitzau (UFV) Resumen: El presente trabajo aborda la enseñanza de la historia de la Educación Física, su tratamiento epistemológico y las concepciones de cuerpo y educación física presentes en los programas de Historia de la Educación Física del Instituto Superior de Educación Física (ISEF) desde su creación en 1939 hasta el último programa vigente, perteneciente al Plan 2017. Con relación a las fuentes, se trabajó con los programas de la asignatura de cada plan de estudio. |
GTT 4 – Políticas Educativas, Cuerpo y Currículum
Bloque 1
Mesa 1 Formación Docente (Ponencias)
Autores: José María Vallina (UNCOMA - CICES - IdIHCS/ FaHCE/UNLP – CONICET) Resumen: Foucault es uno de los pensadores más disruptivos de la historia occidental, su presencia ubicua en diferentes campos lo posiciona como uno de los autores más citados de las últimas décadas. Sin embargo Foucault no escribió texto alguno ni para la educación expresamente, ni mucho menos para la Educación Física particularmente. La presencia de sus aportes teóricos y categorías de pensamiento es a través de la resignificación de las mismas por parte de otres autores, propios de esta disciplina y en relación a problemas puntuales de la misma. Aquí abordamos con que sentidos pedagógicos podría constituirse en un objeto de estudio los usos de Foucault en la Educación Física; y qué implicancias con las prácticas corporales y las concepciones de cuerpo, podrían llegar a tener sus escritos con la producción de otres autores para repensar los problemas teóricos y epistemológicos de la Educación Física. Partiendo de los usos de Foucault que realizan autores propios de este campo, buscamos abordar brevemente en este artículo algunos trabajos plasmados en el currículum del Profesorado Universitario en Educación Física (PUEF) de la Universidad nacional de La Plata (UNLP), que permiten repensar algunos de los problemas actuales de la educación del cuerpo. Por esta razón elegimos artículos, que a partir de los usos de Foucault aborden los problemas relacionados a la identidad, al saber y al cuerpo en la Educación Física.
Autores: Luisa Cabrera Correo Resumen: La siguiente presentación deriva del Proyecto de Tesis de Maestría “El deporte como objeto de saber y de enseñanza en la formación universitaria en Educación Física”. En éste, se procura problematizar el deporte como objeto inscripto en dos modos o regímenes de saber que coexisten y se interrelacionan en la formación universitaria: saber sabio (objeto de saber) y saber enseñado (objeto de enseñanza). Ambas expresiones implican abordar el deporte desde su dimensión más epistemológica, es decir, desde los espacios de producción académica tradicionales en términos de construcción de conocimiento científico o de campos de conocimiento aún en construcción. En las últimas décadas, los estudios en torno deporte en tanto objeto de conocimiento han crecido de manera considerable, principalmente desde las perspectivas sociológicas y antropológicas, las cuales, junto con teorías ya instaladas y consolidadas en el ámbito académico, derivan en nuevas tensiones y formas de pensar y constituir los objetos de enseñanza, en este caso, del deporte. ¿De qué forma se constituye el deporte en términos epistémicos como objeto de enseñanza? ¿Qué transformaciones epistemológicas han traído los avances de la academia en torno al objeto deporte y cómo éstos afectan su enseñanza? ¿Cuáles son las tensiones que se instauran a partir de dichas transformaciones a la hora de enseñar el deporte en el ámbito universitario? Estas son algunas de las interrogantes que buscaremos abordar a partir de dicho proyecto.
Autores: Kézia Alves Moreira Dutra - Jean Carlos Freitas Gama - Wallacy Campos Prado - Wagner dos Santos Resumen: Objetiva analisar como os cursos de formação de professores de Educação Física da Ufes (Brasil), Udelar (Uruguai) e UNLaM (Argentina) prescrevem o ensino da avaliação em seus planos de estudos. Caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa, do tipo exploratória, que assume a análise crítico-documental e o método comparativo como abordagem teórico-metodológica. Como fontes, utiliza os planos de disciplinas dos cursos de Educação Física das instituições. As análises mostram que são oferecidas um total de 144 disciplinas nas três instituições, duas delas são específicas para tratar a avaliação educacional e outras 13 mencionam o ensino dessa temática. Além disso, a maioria das disciplinas trabalha com a avaliação de conteúdo, pensando-a como produto final do processo de ensino-aprendizagem, assumindo um viés de medição na Argentina e Uruguai, bem como uma abordagem pedagógica no Brasil. O estudo ainda destaca que, mesmo de forma tímida, a avaliação institucional e a avaliação de sistemas também são trabalhadas, se configurando nos conteúdos das disciplinas. Mesa 2
Autores: Mariel Yisel Suarez Felloza - - Edwin Alexander Cañón-Buitrago Resumen: El objetivo de este estudio consiste en mapear a nivel nacional la producción de los trabajos finales de grado de Licenciatura en Educación Física del Instituto Superior de Educación Física de la Universidad de la República, para seguidamente, visualizar de las distintas temáticas en las cuales se ha concentrado la elaboración de las mencionadas producciones. Desarrollado en el marco del grupo GEDEFS (Paysandú) bajo la modalidad de trabajo final de Licenciatura, la pesquisa presentó un diseño descriptivo con encuadre teórico-metodológico cualitativo centralizado en la noción de campo de Bourdeau (2000). Dividida en cuatro momentos, el primero se centró en el levantamiento de antecedentes de estudios de revisión propuestos desde Educación Física en el Uruguay. El segundo, direccionado hacia la exploración del concepto de campo como elemento sustantivo en la constitución de la Educación Física del país, para seguidamente, realizar el levantamiento de las materialidades empíricas en la plataforma oficial Biur de la Udelar. Finalmente, se evidencia la emergencia de interrogantes en relación a la sistematización de los trabajos hallados en los canales oficiales de la Universidad, especialmente aquellos procedentes de los Centros Regionales de Paysandú y Maldonado. Información que toma considerable distancia entre los datos suministrados por la plataforma Biur y las materialidades encontradas en las respectivas bibliotecas. El análisis del material empírico logró visualizar que las temáticas más discutidas en los trabajos finales de licenciatura se concentran en asuntos relacionados al deporte, seguido de la salud, la educación formal, la recreación, la formación y la diversidad, entre otros asuntos.
Autores: María Luján Copparoni (Facultad de Educación Física. Universidad Provincial de Córdoba - Argentina) Resumen: En este trabajo se problematizaron algunas relaciones entre danza y género, en las prácticas que se ofrecen en unidad curricular Prácticas Corporales Rítmicas y Expresivas (PCRE). Este espacio de enseñanza se brinda en la formación inicial de profesores y profesoras de Educación Física de la Facultad de Educación Física (FEF) de la Universidad Provincial de Córdoba (UPC), Argentina. Desnaturalizar la enseñanza de las prácticas vinculadas a las danzas articulando algunos conceptos con perspectiva de género permitió observar, aunque de manera superficial, cómo operan los discursos de algunas formas de danzas como dispositivo de normalización en los proyectos corporales de les estudiantes. Se ponen en juego conceptos como cuerpo, dispositivo, proyectos corporales, género,estereotipos, para observar aspectos que se pronuncian como relevantes en los discursos que circulan en torno a estas prácticas que se transmiten y que están cargadas de valores culturales, sociales y políticos y que expresan la dicotomía varón /mujer, femenino/masculino.
Autores: Gabriel CASTELGRANDE, Alexis DUSIO, Gabriela RODRIGUEZ, Danilo SCHIOPPI Resumen: A partir del ingreso de ISEF a la UDELAR en 2006, entendemos que comienza un cambio sin precedentes, ya que desde ese hecho van a suceder diferentes modificaciones y adaptaciones, en varias lógicas del instituto. Destacamos principalmente, la materialización de cuatro (4) departamentos académicos y el desarrollo de varias líneas de investigación1 que fueron incorporando, profundizando y elaborando diferentes producciones académicas dentro del campo de la educación física en nuestro país. Lo que, entendemos derivó en tensiones en torno a una serie de cuestiones relacionadas a la enseñanza y la educación de diversas unidades curriculares, entre ellas, las que se encuentran vinculadas al medio acuático. Cuando nos posicionamos desde el plan 2004 las unidades curriculares referidas al medio acuático, principalmente, se abordan desde una visión deportiva, mientras que en el plan 2017, se observan enfoques que profundizan sobre ello, así como también algunos que exceden esa lógica y toman contacto con fundamentos de las ciencias humanas, principalmente dentro del conjunto de prácticas corporales. En este sentido, las unidades curriculares que aparecen en el nuevo plan vinculadas a estos cambios y profundizaciones son las siguientes: por un lado, dentro del Departamento de Educación Física y Deporte, Natación 1, Natación 2 y Deportes Individuales 1 (donde encontramos un módulo destinado a los deportes náuticos: surf, kayak, vela, etc). Por otra parte, dentro del Departamento de Educación Física y Prácticas Corporales encontramos las Unidades Curriculares: Técnicas I y Técnicas III, en las que, a priori, se observa una nueva perspectiva presente dentro del plan de estudios (2017), en cuanto al contenido y su forma de abordar y entender cuestiones relacionadas al medio acuático. Allí, surge un enfoque diferente al de la enseñanza tradicional de la natación (o por lo menos eso entendemos se propone en principio). Donde encontramos aquí otra base epistemológica, la cual entendemos que en principio, tiene su sustento en producciones académicas vinculadas con las ciencias humanas, principalmente de Brasil y Argentina; y de Uruguay más recientemente. Cabe mencionar también que, dentro de la unidad curricular Técnicas Corporales I, se encuentra un módulo de prácticas acuáticas con el objetivo de hacer un abordaje sobre la noción de técnica corporal. Aunque este último no representa específicamente en su totalidad una Unidad Curricular, sino que se trata de un módulo, igualmente, creemos pertinente su mención ya que se introduce en la temática. A partir de lo expuesto, nos proponemos analizar los planes de estudios 2004 y 2017 a modo de identificar las continuidades y rupturas generadas a partir del surgimiento de las Unidades Curriculares que abordan las prácticas corporales acuáticas en la formación de licenciados en educación física de ISEF. Nuestra búsqueda va a estar principalmente basada en las continuidades y rupturas que hubo para que eso sucediera, teniendo como principales fuentes los planes de estudios y entrevistas a docentes de las unidades curriculares que abarcan contenidos en el medio acuático.
Bloque 2
Mesa 3 Experiencias en Educación (Ponencias)
Autores: Lic. Felipe Torres (ISEF-Udelar). Resumen: La presentación se enmarca en un proyecto de investigación orientado a la inclusión social, el cual tiene por objetivo estudiar y comprender los efectos que la emergencia sanitaria pueda haber ocasionado en clave de (des)vinculación educativa, así como indagar sobre las estrategias implementadas por docentes y centros educativos para sostener y fortalecer los vínculos pedagógicos. En esta línea, se presentan algunos avances relativos al desarrollo de las primeras etapas del proyecto. Sobre la premisa de que la pandemia afectó negativamente a la educación, acentuando la brecha entre los contextos menos vulnerables y más vulnerables, se identifican ciertas tensiones, ambivalencias que se desprenden de las diversas fuentes consultadas. En torno a este entramado, una idea parece instalarse con cierta preeminencia: la sobredeterminación de los factores socio-económicos como marco explicativo de la desigualdad que caracteriza al diferencial en el acceso a la educación, el rendimiento educativo y las tasas de desvinculación. A partir de una selección de bibliografía especializada (Connel, 2006; Dussel, 2020; Simons y Masschelein, 2014), se introduce un particular punto de vista teórico para analizar las tensiones discursivas referidas al estado de la situación educativa, la desvinculación y los efectos de la pandemia. La potencia de éstos abordajes estriba en poder contrastar los análisis que asumen una sobredeterminación de los factores socio-económicos, centrando la mirada en los factores pedagógicos y la posibilidad de incidencia de las políticas educativas.
Autores: Fabiana Piñón Resumen: El trabajo constituye un avance de tesina de la licenciatura de educación de FHCE. El proyecto de investigación tiene como finalidad analizar las discursividades en torno a las prácticas educativas y su relación con la educación del cuerpo en la escuela primaria, en dos escuelas de Tiempo Completo del barrio Casavalle, en el transcurso del año escolar 2023. Si bien se asumen los conceptos foucaultianos de disciplinamiento y de gubernamentalidad que han marcado las rutinas, la normalización de los cuerpos y el orden escolar, se procura poner en tensión con la posibilidad de agencia de los consumidores, en términos de De Certeau (1984). En un intento de análisis acerca de las distintas formas en que se configura la educación del cuerpo en la escuela, se plantea en particular el análisis de las discursividades vinculadas con determinadas prácticas de enseñanza, y se focaliza en las disciplinas: expresión corporal, danza, teatro, educación física, ética y derecho. Se procura buscar respuesta a las preguntas: ¿Cuál es la perspectiva de las/os docentes y familias con relación al cuerpo en la escuela? ¿Qué actitudes corporales se naturalizan y estimulan, y cuáles se prohíben o desvalorizan? ¿Cómo se actualizan y se redefinen las convenciones de orden escolar que se inscriben en el cuerpo? ¿Se reconocen formas particulares de experimentar, sentir, desear o resistir en los discursos y en las prácticas educativas? ¿Se reconoce un modelo de cuerpo escolar implícito en las prácticas educativas? Palabras clave: educación del cuerpo, discursividades, prácticas educativas, cuerpo escolar.
Autores: Natalia Estela (ISEF-Udelar) Resumen: Este trabajo se desarrolla en el marco de la Maestría en Ciencias Humanas, Opcion Teorias y Prácticas en Educación (FHCE, Udelar). La investigación estudia las relaciones entre las alternativas pedagógicas (Gómez Sollano y Adams, 2019) y la educación física en las políticas educativas uruguayas de los últimos años. Específicamente indaga en los aspectos que caracterizan a las alternativas pedagógicas y cómo se presenta en ellas la dimensión epistémica de la educación física. En este sentido, nos preguntamos por los discursos hegemónicos frente a los cuales se define “lo alternativo” como tal. A su vez, nos interesa observar el lugar del conocimiento en las propuestas que se presentan como alternativas, y las posiciones docentes (Southwell y Vassiliades, 2014) de los profesores de educación física en este tipo de propuestas. Entre los antecedentes se destacan los trabajos de Páez, (2019); Dogliotti (2011) y Darrigol, (2016) en torno a la educación física en el sistema educativo y los puntos de quiebre más relevantes de su institucionalización; a partir de los cuales nos proponemos observar cómo se han configurado las relaciones entre lo hegemónico y lo alternativo en la educación física en las políticas educativas uruguayas. Por otra parte, encontramos los trabajos de Stevenazzi, (2006; 2017) Martinis y Stevenazzi (2014) y Conde (2019) quienes han investigado la relación con las alteraciones al formato escolar, concepto clave para pensar las alternativas pedagógicas en nuestro país. Mesa 4 - Políticas Educativas
Autores: Paola Dogliotti - Silvina Páez (ISEF - Departamento de Educación Física y Prácticas Corporales) Resumen: Este estudio aborda las políticas educativas en el área de la educación física en los tres subsistemas de la Administración Nacional de Educación Pública desde la asunción del actual gobierno el 1º de marzo de 2020 hasta fines de 2021. Se analizan las disputas entre los diversos actores involucrados en las políticas de este sector contrastándolos con los principales documentos de política educativa elaborados en este período y entrevistas a seis informantes calificados de los tres subsistemas de la ANEP entre los meses de setiembre a noviembre de 2021. A partir de la pregunta al respecto de la existencia de señas del nuevo proyecto conservador para la educación física específicamente indagamos que, si bien es difícil ubicar un proyecto educativo conservador para el área, algunos eventos se dirigen en este sentido. Nos referimos principalmente a fundamentar la educación física desde la centralidad de las habilidades socioemocionales y con un sentido instrumental, a recortar el gasto público y eliminar algunas funciones con énfasis en lo territorial que propicia formas de privatización junto a la centralidad otorgada a la gestión eficiente e inconsulta hacia los actores que trabajan cotidianamente en las instituciones.
Autores: Gabriel Sánchez - Luciana P. Marcassa (Universidade Federal de Santa Catarina) Resumen: En 2016 Brasil el gobierno golpista impuso reformas sustanciales para el conjunto de la sociedad. Con el lema “un puente al futuro”, el gobierno Temer, diseño un plan centrado en la empresa privada y la adaptación nacional al comercio internacional, imponiendo un límite para gastos públicos, una reforma laboral y una mudanza marco curricular de nivel medio. La ley 13.415/17 definió la unidad de Educación Física como “campo de estudios y prácticas” incluyéndola en el área de lenguajes y sus tecnologías. Los documentos orientadores de los programas piloto y los definitivos (2021) definen contenidos amplios y de fundamentación ecléctica para la Educación física, y orientan los profesores a ser facilitadores, asumiendo el conocimiento desde una perspectiva pragmática y presentista. Actualmente en el Uruguay, se discute la propuesta reforma del marco curricular que tiene las competencias cognitivas y emocionales como contenido transversal, estando en sintonía con la reforma brasileña. ¿Qué consecuencias generó la reforma brasilera de 2016 para la educación en general y para la Educación Física en particular? ¿Cómo se configura el trabajo del profesor dentro del marco curricular basado en competencias? ¿hasta qué punto la reforma representa una desintelectualización del profesor y descualificación de la EF? ¿Qué repercusiones para la EF tiene pasar a ser un “campo de estudios y prácticas”? ¿Está la reforma uruguaya en la misma línea?
Autores: María Valeria Emiliozzi (CICES-IdiHCS/CONICET-UNLP) Resumen: El trabajo tiene como objetivo presentar un análisis sobre las políticas curriculares de la Educación Física y los modos en que han conceptualizado el cuerpo, la educación y la enseñanza. Se trata de desplegar: ¿cuáles son los fundamentos epistemológicos de las políticas curriculares y qué han dejado afuera?, ¿qué educación y qué enseñanza están pensando y para qué cuerpo? En otras palabras, se trata de analizar los discursos que establecen los sentidos del currículum, el lugar que ocupa el cuerpo, la enseñanza y la educación. Para llevar adelante el desarrollo del escrito, se presenta un análisis de las políticas curriculares de Educación Física de Argentina (desde las reformas de los ‘90 a la actualidad) con el objetivo de identificar y conceptualizar qué educación están pensando y para qué cuerpo. La intención es dar cuenta cómo en el modo de pensar el cuerpo, la enseñanza y la educación, se va haciendo evidente un auge de las subjetividades y el Yo hasta el punto tal que llevan a la omisión del saber cómo acontecimiento de la enseñanza. Desde nuestra perspectiva, el saber es lo que permite el acontecimiento de la enseñanza (Behares 2008-2013, Dogliotti y Torrón 2015, Emiliozzi 2014) y entrar en un marco de ideas que hacen al acto educativo (Southwell 2020, Herbart 1935). |
GTT 5 – Educación del cuerpo: teoría y política
Bloque 1
Mesa 1
Autores: Chavarría, Martín (Instituto Superior de Educación Física - Udelar) Resumen: El presente texto busca exponer las discusiones que permiten la construcción y el abordaje del problema planteado en el proyecto de tesis de maestría en educación física, dirigido por el Dr. Raumar Rodríguez Giménez, en el marco del Programa de Maestría en Educación Física (ISEF - UdelaR). Este proyecto, a su vez, se encuentra financiado por el Programa de Iniciación a la Investigación de CSIC (convocatoria 2021). El trabajo se estructura a partir del desarrollo teórico del grupo de investigación “Cuerpo, Educación y Enseñanza” (Id CSIC 882952), co-coordinado por Cecilia Seré y Raumar Rodríguez Giménez. Por otro lado, tiene como referencia el grupo “Territorio, Educación de los Cuerpos y Ocio”, coordinado por Gonzalo Pérez, con el cual se busca la articulación y discusión de cuestiones vinculadas a la educación del cuerpo en la ciudad y su organización a partir de una mirada biopolítica. Se propone la mirada en torno a la educación del cuerpo en el marco de la administración del cuerpo para el uso del tiempo libre en el espacio público de la ciudad de Montevideo. Se indaga en términos estructurales sobre la organización de gobierno, su lógica y sus efectos en el cuerpo. En este sentido, se tensiona en torno a la hipótesis de Agamben (1998): en la preocupación por el gobierno biopolítico, las diferencias entre izquierda y derecha se ven desdibujadas cuando se trata del cuerpo. Para esto se toman políticas y acciones concretas de la Intendencia de Montevideo enmarcadas en lo que es denominado programa “Montevideo se mueve”.
Autores: Cecilia Seré (Instituto Superior de Educación Física – Udelar) Resumen: El retorno a la democracia en 1985 instaló una nueva discursividad de la Comisión Nacional de Educación Física (CNEF), organismo encargado de la gestión e implementación de las actividades de Educación Física, Deporte y Recreación a nivel nacional. A partir del análisis de documentos institucionales producidos por la CNEF entre 1985 y 1990 se constatan modificaciones en la forma de sus propuestas, que pasaron a estar orientadas a “crear consciencia” en la población, promoviendo una participación “accesible a todos los ciudadanos” y procurando que la práctica de actividades físicas se realice “como opción voluntaria y convencida” (CNEF, 1990). Resultados anteriores muestran cómo el discurso democrático de la CNEF apeló a la integración ciudadana, sustituyendo con la conciencia la permanente vigilancia que anteriormente fuera mecanismo de control del gobierno autoritario. Para eso, fue fundamental suspender el carácter militar de las intervenciones, procurando propuestas atractivas de deporte y recreación abandonando formas tradicionales de la gimnasia. Esta modulación se materializa en un “nuevo modelo de educación física” promovido por el Profesor José Sotelo Fariña, que fue, durante el período que analizamos, director de la Sección Técnica, director de la División Docente y del Departamento de Planificación de la Comisión Nacional de Educación Física. La propuesta de este trabajo es indagar la forma de este “nuevo modelo de educación física” y las solidaridades que pueden identificarse con formas gobierno de la vida y configuraciones subjetivas propias del neoliberalismo, desplazando hacia el individuo la responsabilidad por la gestión de su propio cuerpo.
Autores: Javier Castagnino - Stephanie Vasallo (Instituto Superior de Educación Física – Udelar) Resumen: El cometido de este trabajo, tiene por interés indagar sobre los sentidos de la educación del cuerpo y la competencia deportiva en época dictatorial. Para ello, se observa especialmente el fenómeno de los Juegos Atlético - Deportivos Estudiantiles (JADE) los cuales fueron llevados a cabo en los centros educativos formales en 1975, año concebido y reconocido como el sesquicentenario para la historia del pueblo uruguayo y denominado como “año de la Orientalidad”. Desde esta contextualización de corte histórico-reflexiva, la dictadura cívico-militar pretendió instalar en la sociedad un sentimiento de “deber ser” ciudadano y una reorganización de toda la nación, incursionando en diversas formas de disciplinamiento del cuerpo. De igual importancia, el impulso de dicho trabajo es indagar sobre las discursividades que atravesaron la educación del cuerpo y las competencias deportivas marcando un hecho notorio y de suma importancia para la educación física uruguaya, para ello se consultaron diferentes fuentes, como revistas y diarios de la época. Asimismo, el objeto de estudio que aborda el presente proyecto de investigación trata de la educación del cuerpo en ocasión de los JADE, realizados en territorio Uruguayo. Esta educación, de la cual se hace mención no se encuentra desprovista de una intención por parte de la clase gobernante en transformar y aplicar un régimen de obligatoriedad en la participación de diferentes prácticas corporales , específicamente el deporte, apuntando a una población específica, los jóvenes.
Autores: Amanda Furlam Sampaio (Universidade Federal do Espírito Santo) Resumen: Este trabalho propõe uma análise e uma interpretação do movimento de crítica e renovação do campo da Educação Física no Uruguai. Apresentamos o cenário Uruguaio desde um olhar do Brasil. A pesquisa foi realizada através de seis (06) entrevistas semiestruturadas com diferentes professores que foram alunos e depois professores do Instituto Superior de Educación Física, único local responsável pela formação de maestros e professores que trabalham com a EF durante o século XX e atualmente. Caracteriza-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, e abordagem bibliográfica e documental de textos, artigos, teses, dissertações e documentos. As entrevistas nos permitiram conhecer e compreender como foi o um pouco da tradição da EF nestes país, o processo de formação dos professores, suas concepções ideologias políticas que representam um fragmento da EF no Uruguai; após entender esse processo, o trabalho propõe evidenciar as principais mudanças que os 06 entrevistados demonstram para compreender a renovação deste campo, as principais referências teóricas que chegam , às principais perspectivas metodológicas, a concepção de corpo e de Educação Física, também colocando em diálogo com algumas proposições já feitas. Esperamos, com esse trabalho, ampliar os conhecimentos a respeito da temática neste país; oferecer importantes e novos dados e contribuir com o processo de busca de uma compreensão da tradição crítica da EF na América do Sul.
Autores: Raumar Rodríguez Giménez (Instituto Superior de Educación Física – Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación - Udelar) Resumen: Lo viviente y la experiencia humana en un programa de educación del cuerpo Raumar Rodríguez Giménez Desde el siglo XIX no cesan de proliferar las técnicas de maximización de la vida (expresión tomada de Foucault); fuera de esto, poca cosa se puede atribuir al cuidado del cuerpo. El peso del paradigma biologizante ha sido tan fuerte que ha subsumido incluso gran parte del discurso freudiano y quizás hasta haya diluido la potencia del descubrimiento del inconsciente. El viviente humano es tratado, sobre todo, como una cosa definida biológicamente y la idea de unidad bio-psico-social apenas resiste la interdisciplina. Frente a esto se nos presenta el problema de las condiciones de posibilidad de un programa de educación del cuerpo. Llevamos décadas mostrando cómo este programa ha estado orientado por las ciencias de la vida, teórica y técnicamente, pero también económica, cultural y políticamente. A esto le podemos llamar “teoría descriptiva”, de la cual ya no deberíamos esperar novedades sustantivas. Para pasar de la teoría descriptiva a la teoría a secas, precisamos un programa de investigación para la educación del cuerpo que introduzca un corte epistemológico. El concepto de vida está en juego y con él el de “experiencia humana”; un reordenamiento teórico entre las ideas de “programa genético” y “función simbólica” parece necesario.
Bloque 2
Mesa 2
Autores: María Flavia Cuello - Alicia Soledad Martínez (Facultad de Educación Física. Universidad Provincial de Córdoba) Resumen: Esta ponencia presenta su análisis a partir de la noción que propone Foucault sobre cuerpo doble: empírico - trascendental, que constituye una matriz epistémica de producción del discurso motriz y el discurso biologicista. Siguiendo a Foucault una política que se ocupa del cuerpo; gestiona individuos específicos que se reconocen en el modo operativo que tiende a la resolución de una actividad, que por sí misma justifica una necesidad de aplicabilidad pragmática en la Educación Física. El “ocuparse” refiere aquí a una relación entre la política, la pedagogía y el conocimiento de sí, se define como el momento constitutivo de “la subordinación de las prácticas a ejercicios del cuidado, al conocimiento del cuidado y el entrelazamiento de ambos”; que a nuestro parecer proviene de la matriz epistémica que determina un individuo y un saber sobre el cuerpo presente en la formación docente de Educación Física. Esta gestión constituye el comprender, producir, y aplicar el Saber de la Educación Física; y restablece sus sentidos ante la necesidad de resolver situaciones entendidas como conflictivas -perspectiva de género, diversidades sexuales, motrices, corporales; expresiones del Deseo- en el campo de la EF.
Autores: Macarena Elzaurdia Diaz (ISEF-CURE-Udelar) Resumen: A partir de un estudio realizado sobre la relación con el cuerpo en el deporte de alto rendimiento, la siguiente presentación buscará presentar elementos teórico-epistemológicos sobre los cuales se argumenta un nexo posible entre la comprensión del deporte como práctica social y la producción de conocimiento sobre el cuerpo en el deporte. De esta forma se buscará presentar cierto antecedente regional entorno al concepto de práctica que funciona en ocasión de la producción de conocimiento sobre el cuerpo para luego pensar al concepto de práctica desde los aportes de Louis Althusser y sus implicancias en la producción de conocimiento sobre el deporte.
Autores: Jorge Rettich (Instituto Superior de Educación Física – Udelar) Resumen: Abordaremos parte de la filosofía italiana contemporánea para determinar las posibles relaciones entre cuerpo y comunidad en relación a la cuestión del lenguaje. En este sentido, se exponen algunos conceptos básicos de manera breve, a fin de ordenar la forma en que el cuerpo puede ser pensado en el orden de lo común. Es en el lenguaje donde encontramos un camino a seguir indagando para establecer dicha relación, ya que el cuerpo, despejado del sentido de propiedad, identidad u organismo, es el espacio para pensar la comunidad en términos de hablantes. Desde esta perspectiva, se abordan algunos elementos que permitan situar al cuerpo en el enclave de lo impropio, el lenguaje y la comunidad.
Autores: Andrés Risso (Instituto Superior de Educación Física – Udelar) Resumen: Esta ponencia busca presentar algunas claves en modo de conflicto sobre la educación del cuerpo en torno a la figura de lo masculino. Me interesa indagar posibles constituciones de lo masculino especialmente a partir de estudios psicoanalíticos contemporáneos. A partir de ahí intentaré trazar una línea de cruce con el escenario educativo y el lugar del cuerpo en él. Me acercaré a la problemática a partir de la formulación de la pregunta ¿Qué relación existe entre la educación del cuerpo y la constitución del ser masculino? Pasible de ser acompañada por ¿Cuál es el lugar de la sexualidad, en un parámetro simbólico, a la hora de insertar a los seres hablantes en la cultura? Considero pertinente presentar una breve justificación del abordaje escogido y para ello me guío de lo siguiente “la sexualidad, tal como la concebimos en psicoanálisis, no se reduce al ordenamiento de la identidad sexual ni a la biología del cuerpo, sino precisamente a ese ‘inter’ que el inconsciente establece entre lo somático y la cultura” (Bleichmar, 2009: 80-81). Vale decir que “el inconsciente no es un producto natural, no se nace con él (…); es el hecho de ser hijos de otros seres humanos la condición de existencia del inconsciente” (Bleichmar, 2009: 246), lo que podría formularse como el hecho de ser educados por otros seres humanos.
Autores: Eduardo Galak (CONICET/UNLP-IdIHCS/UNIPE) Resumen: Cuando en 1896 el filósofo Henri Bergson publica Matière et mémoire, traducido como “Materia y memoria”, inaugura una pregunta que subvierte cierto orden establecido: ¿Por qué pensamos que el cuerpo es más material que el espíritu si tienen un peso igual –o inclusive mayor- en nuestra cotidianeidad? Este ensayo sobre la relación del cuerpo con el espíritu atravesó la cosmovisión de su época, en múltiples dimensiones. Entre otras, la naciente Educación Física –o por lo menos lo que hoy llamamos como tal– encontró en esta pregunta la posibilidad de interpelar una dimensión simbólica que la significará de una vez y para siempre: educar el movimiento para formar el espíritu, educar el físico para formar el cuerpo. Con este telón teórico de fondo se propone observar “lo espiritual” en la obra de Enrique Romero Brest, reconocido como el padre de la Educación Física argentina. Se procura reconstruir su conceptualización partiendo de una de sus obras cumbre, “El sentido espiritual de la Educación Física” (1938), sumado a otros textos –como “El cultivo del espíritu en la Educación Física” (1925)– con el objeto de comprender las significaciones materiales de su discurso, que atingieron no solamente al cuerpo, como tradicionalmente se sabe, sino también a la dimensión espiritual.
Bloque 3
Mesa 3
Autores: A. Nicolás da Silveira (ISEF/FHCE – Udelar) Resumen: El estudio aborda los modos de educación del cuerpo en la enseñanza técnica durante la primera fase de modernización uruguaya. La Escuela de Artes y Oficios (EAyO) tuvo una circunscripción técnica disciplinaria destinada a ciertos menores, bajo la órbita militar y policial, con mecanismos de poder del cuerpo disciplinado y manipulado por la autoridad. En este sentido, nos preguntamos tanto por la indagación de esos mecanismos como por las fisuras y punto de fuga a tal pretensión. La EAyO abasteció a diferentes reparticiones del incipiente Estado, a partir de los talleres de litografía, armería, sastrería, entre otros. La enseñanza de las artes estuvo fuertemente dirigida por profesores europeos. Los complementos del cotidiano escolar fueron la banda de música, la práctica de deportes, y la instrucción primaria. La admisión y el “aprendizaje” del oficio se establecía en un contrato firmado entre el Director y la familia por un período de 4 años en promedio. Los alumnos eran exclusivamente varones, entre 12 y 16 años de edad, y en general pobres. Eventualmente, el Juzgado de Crimen, el Asilo de Huérfanos o las Jefaturas Políticas departamentales enviaron menores al correccional. El incumplimiento de la duración del contrato, los incendios, los motines y las fugas evidenciaron complejas polémicas en la interna escolar. Para la reinterpretación del objeto utilizamos la metodología del análisis del discurso y la arqueología, analizando el Archivo institucional con fuentes primarias: libros de correspondencia y fichas de matriculación, procurando revelar y caracterizar diferentes piezas documentales en las que se aprecian las construcciones de sentido alrededor de un cuerpo corregido-artístico-productivo.
Autores: Clara Favaro (Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación – Udelar) Resumen: El presente resumen corresponde al actual trabajo de investigación enmarcado en la Maestría en Ciencias Humanas, opción Teorías y Prácticas en Educación, FHCE-UdelaR, titulado: Un estudio a propósito de las nociones de laicidad en relación con la educación del cuerpo en la educación pública media básica del Uruguay (2008-2021), el cual recibe fondos de la Agencia Nacional de Investigación e Innovación (A.N.I.I.) bajo el código POS_NAC_2021_1_170337. Dicha investigación tiene como cometido, por un lado, trabajar en torno a dos términos complejos, como son cuerpo y laicidad, y por otro, aportar elementos para una posible teoría de la educación del cuerpo. A lo largo de la historia tanto uruguaya como de occidente en general, se han generado diferentes discusiones sobre los sentidos constituidos en torno a las ideas de laicidad y cuerpo, cada una por su lado y en sus conjunciones; la actualidad no es la excepción. Por el contrario, la laicidad es considerada un concepto en constante disputa; a su vez, el concepto de cuerpo, la pregunta ¿qué es el cuerpo? nos continúa interpelando, tanto teórica como políticamente. En este sentido, se espera circunscribir de la manera más precisa posible el universo discursivo que puede estar determinando las diferentes nociones que hacen de la laicidad un concepto tan complejo y así contribuir a la comprensión de los debates, su alcance y efectos, y cómo esas nociones operan en la constitución discursiva de la educación del cuerpo, buscando generar otras formas de observar y entender el fenómeno.
Autores: Elizandra Garcia da Silva - Ingrid Lourenço de Amorim Corrêa - Giovanna Mozart de Souza Silva - Marcus Vinicius Machado da Silva (Universidade Federal Fluminense) - Camila da Silva Ribeiro Resumen: Devido a pandemia causada pela COVID-19, o isolamento social foi indicado como medida sanitária para diminuir o contágio causado pelo vírus. As instituições brasileiras de ensino suspenderam as aulas presenciais e aderiram ao modelo do ensino remoto, a exemplo temos a Universidade Federal Fluminense e o Colégio de realização do Projeto. O Projeto de Extensão Prax-Circense permaneceu com as suas atividades no formato remoto, ofertando o ensino intencional e planejado das atividades circenses no Centro Integrado de Educação Pública/CIEP Intercultural Brasil-França. O objetivo deste estudo foi analisar as possibilidades do ensino das atividades circenses mediadas pelas tecnologias durante o ensino remoto. As aulas foram ministradas para as turmas do ensino médio através da plataforma Google Meet. Evidenciou-se que no ensino remoto houve perda na qualidade do ensino das atividades circenses. Ademais, houve a fragmentação da maioria dos conhecimentos circenses em um pólo teórico e outro prático, realizados sob as limitações do ensino remoto. Atenuou-se os problemas educacionais e as desigualdades sociais presentes na realidade das escolas públicas brasileiras. Consideramos que, apesar das limitações ocasionadas pelo contexto pandêmico, o ensino remoto foi a única forma possível de possibilitar o acesso dos conhecimentos circenses por parte dos alunos da escola pública.
Autores: Giovanna Mozart de Souza Silva - Elizandra Garcia da Silva - Ingrid Lourenço de Amorim Corrêa - Marcus Vinicius Machado da Silva (Universidade Federal Fluminense) - Camila da Silva Ribeiro Resumen: O objetivo do estudo é analisar as práticas pedagógicas realizadas durante o ano de 2021 no âmbito do Projeto Prax Circense através da proposta emergencial remota no CIEP 449 para o ensino das Atividades Circenses e o respectivo vocabulário na língua francesa. Observamos a compreensão da Educação Física no dever de atentar-se pedagogicamente nas produções histórico representativas, ou seja, dos conhecimentos da cultura corporal, “exteriorizadas pela expressão corporal: [...] malabarismo, contorcionismo, mímica e outros” (SOARES, et.al., 1992, p. 26). Logo, afirmamos como Saviani (2003), que educação é um ato constituído através das relações sociais do indivíduo, justificando a expressão do estudo na esfera do Circo concomitantemente com a aprendizagem do vocabulário característico no francês. A metodologia do Projeto decorreu através da plataforma de vídeo chamada do Google Meet. Foram realizados dois encontros por semana, no qual aconteceu o planejamento pedagógico e no outro a ministração da aula, que tinha a duração de uma hora. Ademais, os discentes praticavam tarefas assíncronas semanais por meio do Google Sala de aula, dos Formulários Google e Youtube. As consequências advindas da pandemia trouxeram obstáculos para o processo de ensino aprendizagem do Projeto, como a dificuldade de acesso e permanência dos alunos para as aulas e a impossibilidade de realizar certos conteúdos de maneira prática no intuito de preservar a segurança dos estudantes. Apesar disso, algumas das adaptações confeccionadas nesse período podem tornar-se meios auxiliares para o ensino, mas não equivalentes à proposta presencial.
Autores: L González Fuentes (Universidad Católica Silva Henriquez) Resumen: Partimos de la afirmación que no hay ejercicio pedagógico neutro. Toda propuesta educativa, en tanto configura subjetividades y define los horizontes de sentidos y acción que se podrán desplegar en la realidad, engendra una intencionalidad política específica. Dicha intencionalidad queda plasmada tanto en los contenidos que se enseñan y producen, como también en el tratamiento y forma de vinculación que se establece con los cuerpos y afectividades. La ponencia que se presenta a continuación, pretende centrarse en esto último. En un primer momento, se profundizará, en la relación directa que se establece entre la forma en que se concibe y el lugar que se le da a los cuerpos y emociones en la práctica educativa y la perspectiva ética que promueve. En una segunda instancia, se indagará en la apertura que se posibilita a partir de la reivindicación de lo lúdico en la apuesta por descorazar los cuerpos domesticados, afirmando la dimensión vibrátil de estos y reconectándoles con la posibilidad de crear y recrear el mundo. |
GTT 6 – Estudios sobre memorias y narrativas escolares
Bloque 1
Mesa 1 (Conversatorio)
Autores: Dra. Mabela Ruiz Barbot (Facultad de Psicología -Udelar) - Dra. Eliana Ayoub, Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE-Unicamp) - Emiliano Mazza De Luca (cineasta- docente y productor- Passparola Films, México- Uruguay) - David Puig (fotógrafo- realizador audiovisual, Cataluña) Modera: Mag. Isabel Pastorino, ISEF-Udelar. Resumen: Los estudios sobre memorias y trayectorias ayudan a comprender la necesidad de escuchar lo que los sujetos tienen para contarnos sobre sus vidas y experiencias, en particular, las relacionadas con la educación del cuerpo. La nueva atención que se le ha dado a los abordajes (auto) biográficos en el campo científico, es una expresión de un movimiento social más amplio, que se puede constatar en la producción literaria y artística.
Bloque 2
Mesa 2 (ponencias)
Autores: José Carlos Ribeiro ( Universidade Federal de Pelotas - Rs-Brasil) Resumen: O estudo aborda as Negras memorias de vivencias e experiências da trajetória social de vida desportiva de agentes sociais negros do handebol brasileiro no ginásio desportivo Ronald da Silva Carvalho da Escola Técnica Federal do Maranhão (ETFMA) de São Luís – MA (1970 a 1980). Fundamentos os estudos da memória habitus de Norbert Elias e Pierre Bourdieu. O objetivo geral de o estudo investigar o corpus da pesquisa está amparado nos pressupostos teóricos- metodológicos dos estudos da memória escrita, imagética e oral. Serão observados os apontamentos de Portelli (1997) e Alberti (1989) sobre os métodos e técnicas da História Oral. Palavra-chave: Memória histórico-sociológica do esporte. Habitus. Handebol Maranhão/Brasil. Ginásio Desportivo Ronald Carvalho.
Autores: Nicolás Patierno (Universidad Nacional de La Plata UNLP - Argentina). Resumen: La presente ponencia parte de la hipótesis de que el problema de la violencia en las escuelas secundarias, desde la mirada de los jóvenes, está fuertemente determinado por representaciones del cuerpo asociadas a la violencia física. Estas representaciones suelen materializarse en prácticas como el racismo, la xenofobia, la homofobia o la distinción de clases (aunque no sean percibidas exactamente en esos términos) y afectan expresamente las relaciones que los jóvenes establecen entre sí. Partiendo de esta premisa, el objetivo del escrito es presentar y justificar un instrumento con el cual pueda verificarse la hipótesis planteada. El instrumento, que actualmente se encuentra en su fase de prueba en una escuela secundaria de la ciudad de La Plata, Argentina, está compuesto por una serie de pasos metodológicos para la realización de grupos focales con jóvenes escolarizados de nivel medio y está dividido en tres partes: un cuestionario, un protocolo de aplicación y una matriz interpretativa. La metodología empleada para el diseño del instrumento –y la realización de este artículo– es de tipo cualitativa y está compuesta por resultados de investigaciones afines y manuales de metodología. Las conclusiones destacan la relevancia de la información científica para el diseño de políticas públicas enfocadas en el abordaje específico de esta problemática. |
GTT 7 – Prácticas Corporales y su enseñanza: dimensión epistémica, estética y técnica
Bloque 1
Mesa 1
Autores: Marcelo Santos (Instituto Nacional de Educação de Surdos) Resumen: Este trabalho compartilha alguns aspectos proporcionados por um evento denominado “e-Surdolimpíada” que acorreu no Colégio de Aplicação do Instituto Nacional de Educação de Surdos (CAp INES) no período de 13 a 22 de outubro de 2021. Tendo como finalidade o fomento de alguns elementos da cultura corporal por meio de práticas corporais/modalidades participativas e competitivas durante o período da pandemia da Covid-19, elegeu-se como principais objetivos a) fomentar práticas dos temas da Cultura Corporal pelos usos do digital em rede, resgatando principalmente aquelas atividades desenvolvidas remotamente durante as aulas de Educação Física; b) incentivar bons hábitos de qualidade de vida; c) aprimorar as aspectos motores, cognitivos, éticos dos alunos; d) possibilitar um contato mais interativo com a Escola numa conjuntura de isolamento. Para tanto, decidiu-se trabalhar com as seguintes modalidades: Boliche, Basquete de balde, Pular corda e Embaixadinhas. Assim, ressalta-se que os temas da Cultura Corporal trabalhados pela disciplina e escolhidos para o evento além de terem circulados no site oficial e Youtube, mobilizaram toda a comunidade escolar, inclusive os pais dos alunos; a representação de alunos na participação de todos os segmentos de ensino que compõem a instituição foi significativa; houve o aprimoramento nas diferentes dimensões conforme diversos relatos de alunos participantes e pais de alunos; e também que a equipe de Educação Física com o apoio da Gestão Escolar e diversos segmentos, conseguiu realizar uma atividade integrativa e inclusiva, pois foi oportunizado de forma lúdica o estreitamento da relação do ensino-aprendizagem com a vida cotidiana dos alunos.
Autores: Santiago Guido (ISEF- Udelar) Resumen: El siguiente proyecto de extensión trata de cómo lo considerado como cuerpo sano ha determinado y determina las consideraciones sociales acerca de la discapacidad, en particular respecto a los niños con discapacidad motriz Desde este proyecto intentamos deconstruir esta perspectiva al problematizar la educación física especial, deporte adaptado, deporte paralímpico como aquellas prácticas históricamente vinculadas a la patologización de la niñez con discapacidad.
Autores: Héctor Cirio (ANEP - Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación - Udelar) Resumen: La tecnología y sus máquinas asociadas enlazan su presencia con todos los aspectos de las vidas de los seres humanos. La incidencia de las múltiples pantallas con las que convivimos (televisores, computadoras, tablets, celulares, etc) se ha visto además, exponencialmente aumentada en los últimos años especialmente a raíz de la reciente aplicación de la denominada Inteligencia Artificial (IA), la Internet de las cosas (IoT) y las grandes plataformas como forma económico-social capitalista, tal cual lo desarrollan autores como Yuk Hui, Srnicek, Costa, Sadin, etc.
Autores: Jimena González Correa (ISEF - Udelar) Resumen: El estudio de las técnicas y prácticas corporales son universos privilegiados para ser mirados en el ámbito escolar. El diálogo con la cultura de la imagen no irrumpe Mesa 2
Autores: Serrana Cabrera (ISEF - Udelar) Resumen: En el contexto de declaración de la obligatoriedad de la Educación Física para la enseñanza primaria en 2007, el circo se incorporó como contenido a ser enseñado dentro de un nuevo programa escolar elaborado en 2008. Se incluyó como actividad expresiva junto a la danza y la expresión corporal. Este proceso fue un punto de inflexión en la concepción del campo circense como un saber a ser enseñado, fundamentado en dicho programa como parte del acervo cultural valorándose su riqueza artística, creativa y estética. Lo que interesa a propósito de este estudio de características etnográficas que se articula a través del análisis documental, entrevistas en profundidad y una observación participante, es explorar y comprender cuáles son las particularidades vinculadas a la enseñanza de prácticas corporales de circo como contenido de la EF en el contexto educativo escolar, recuperando discursividades, experiencias y especificidades de un campo de conocimiento que amerita seguir siendo problematizado, aportando nuevos insumos y conocimientos para posteriores estudios tanto a nivel educativo desde la Educación Física, como del propio sector circense u otras áreas de conocimiento.
Autores: Jorge Nella - Cecilia Taladriz - Fernando Saccardo - Julieta Diaz - Laura Medvedoff - María Eugenia Villa (Grupo de Investigación en Juego (GIJ) – IdIHCS-Conicet. FaHCE. UNLP) Resumen: Este escrito es el trabajo colectivo de profesores investigadores interesados por la enseñanza del juego en contextos educativos, acreditados en el Grupo de Investigación en Juego (GIJ) que tuvimos el gusto de crear en el año 2008 y que aún sigue en vigencia. Los proyectos del GIJ están radicados en el Instituto de Investigación en Humanidades y Ciencias Sociales (IdIHCS), que integra y potencia las investigaciones llevadas a cabo en la Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación (FaHCE) con doble dependencia, la Universidad Nacional de La Plata y el CONICET.
Autores: Ana Torrón Preobrayensky (ISEF- Udelar) Resumen: La integración de las “actividades acuáticas” al programa escolar en el año 2008 habilita la incorporación de este saber identitario de la educación física al sistema educativo. Históricamente, el sistema educativo uruguayo no había abordado las prácticas corporales acuáticas como contenido de enseñanza. A partir de su incorporación se generan distintos proyectos que las toman y las incluyen en el ámbito escolar.
Autores: Gabriel Sánchez Otálora (CENUR - ISEF) Resumen: ¿Cómo superar la común reducción de la enseñanza de las actividades corporales a elementos técnicos aislados? Está pregunta fue el inicio para la organización del trabajo pedagógico en el marco de la Unidad Curricular de Atletismo de la Licenciatura en Educación Física, opción: prácticas educativas, por parte de los autores. En este trabajo, nos proponemos presentar algunas reflexiones alrededor de esta pregunta. Para tal, nos apoyamos en la tesis de que la Educación Física tiene por finalidad enseñar los conocimientos producidos y objetivados en las actividades de la cultura corporal (Picchetti Nascimento, 2014). Para explicar la concepción teórica general utilizamos el “atletismo” para realizar nuestro análisis. ¿Qué es el atletismo? ¿qué enseñamos cuando enseñamos atletismo? y ¿cómo enseñamos lo que definimos que debe ser enseñado como atletismo? A partir de esa tesis, confrontaremos el contenido habitualmente enseñado cuando se habla de “atletismo” y se expondrán las dificultades de algunas propuestas metodológicas que se proponen salir del método “tradicional” de enseñanza y se autodenominan “alternativas”. Concluimos que no basta con modificar la forma, es necesario también cuestionar y definir el objeto de enseñanza.
Bloque 2
Mesa 3
Autores: Santiago Guido (ISEF - Udelar) - Carolina García (UDE) Resumen: Este trabajo investiga acerca de las prácticas educativas que realiza el licenciado en Educación Física para la Inclusión de niños y niñas con Discapacidad motriz desde la perspectiva de los Maestros Itinerantes en las escuelas convencionales de la ciudad de Montevideo.
Autores: Lucía Marzoa (ISEF - Udelar) Resumen: La presente ponencia se desprende del proyecto de investigación formulado para el PROMEF, además del vínculo directo sostenido con la tarea de enseñanza del trabajo universitario en la unidad curricular (UC) Gimnasia II del ISEF Montevideo. En este espacio curricular nos encontramos ante la necesidad de enseñar las formas de hacer gimnasia a partir de 1970 hasta la actualidad, en donde a la mayoría de las prácticas abordadas las enmarcamos en la denominada cultura fitness (Landa, 2009).
Autores: Pablo Javier Zinola Diez (ISEF - Udelar) Resumen: Este trabajo se desprende de la tesis de maestría Trayectos de la gimnasia en la conformación de una educación física especializada en infancia:
Autores: Cecilia Ruegger Otermin (ISEF - Udelar) Resumen: Las ideas que aquí presentamos no buscan posicionarse desde la educación física psicomotriz, ni abogar a favor de su condición desarrollista, naturalista y eminentemente psicopedagógica. La intención es de carácter propositivo. Apunta a rescatar algunas nociones y procesos que persisten como contenidos de enseñanza en la educación física (percepción corporal, cuerpo propio, postura, senso-percepción, tono, contacto corporal entre otras varias) y que entendemos constituyen producciones de conocimiento que aportaron al saber de la gimnasia, a su carácter sistemático e intencional. La educación física psicomotriz tomó como referencia las investigaciones en neurofisiología en un contexto de psicologización de todas las prácticas educativas (Behares, 2016), lo que vació de sentido la enseñanza, y favoreció su legitimación como una práctica pedagógica centrada en el aprendizaje y el desarrollo. Analizamos este proceso en la formación de grado y en los programas de educación física escolares desde 1980 al 2008 (Ruegger et al., 2014 y Ruegger, 2018). En este marco la conciencia corporal tomó centralidad a partir de la noción de esquema corporal. Nos proponemos rescatar este saber, especialmente vinculado a la formación corporal en la gimnasia. Mesa 4
Autores: Gaston E. Meneses Brito (ISEF - Udelar) Resumen: Este trabajo es la resultante de una investigación colectiva y la producción de una tesis de posgrado. En esa encrucijada, se inscribe este análisis de la enseñanza de la educación física escolar donde se estudiaron diversas dimensiones de la práctica. Para este trabajo enfatizamos en la dimensión didáctica.
Autores: Flávia Martinelli Ferreira (ISEF - CUP - Udelar) Resumen: El presente trabajo tuvo como objetivo comprender la vida cotidiana de los niños a partir de las culturas infantiles establecidas en las clases de educación física. La investigación etnográfica fue seleccionada como vía metodológica capaz de ofrecer a los lectores análisis en profundidad sobre la construcción y socialización de las culturas infantiles. El proceso de elaboración de una etnografía es, por lo tanto, adecuado para proporcionar narrativas que reorienten nuestra mirada y aporten nuevas explicaciones acerca de los temas sugeridos. Dicha investigación evidenció que las prácticas corporales experimentadas presentan formas de indicar las comprensiones de los niños en lo que se refiere a lo propuesto. De este modo, observamos cómo los niños dan sentido a las prácticas corporales en los espacios y tiempos destinados a la educación física, examinando los significados que implican sus acciones y transgresiones. Los niños contribuyen a la construcción de una cultura escolar más allá de lo previsto en el universo adulto: sus prácticas corporales y sus transgresiones se incorporan de diferentes maneras a la cultura escolar que organiza y regula tiempo y espacio. Se concluye que los niños presentan una nueva lógica, en consonancia con el universo infantil, en las formas de transgresiones, resistencias y subversiones, solo entendidas desde el estudio de las culturas infantiles. En este sentido, el análisis de la cultura escolar y de las prácticas corporales que realizan los niños en la escuela puede contribuir a un proyecto pedagógico que privilegie las producciones culturales de los niños en los procesos educativos.
Autores: Agustín Lescano (CICES - IdHICS - Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación - UNLP) Resumen: El programa de investigación Educación Corporal, con sus teorías sobre el cuerpo, el sujeto y las prácticas corporales, ya constituye una novedad o aporte original al campo de los estudios sociales sobre el cuerpo en general y a la Educación Física en particular. Actualmente, uno de los trabajos que el PIC Educación Corporal lleva adelante, es la elaboración de una teoría de la enseñanza de las prácticas corporales. Esta teoría permitirá a la Educación Corporal avanzar en su grado de formalización, pero también en su grado de operatividad en el momento de su transmisión. Hay que suponer que la Educación Corporal, en tanto modo de ser de la Educación Física que viene, deba ser enseñada, por lo tanto, la articulación de las teorías que la componen con una teoría de la enseñanza debería hacer posible o, cuando menos, facilitar la articulación entre la investigación y la enseñanza. Dicho de otro modo, el aporte original que una teoría de la enseñanza puede hacer al PIC Educación Corporal, reside en hacer posible en ella una tecnología de la enseñanza de las prácticas corporales.
Autores: Dora Elisa Vai (Universidad Nacional de Comahue) - Ricardo Souza de Carbalho (Universidad Católica del Maule) - Osmar Moreira de Souza Júnior (Universidad Federal de São Carlo) Resumen: El proyecto parte del interés en comprender las problemáticas de la Educación Física Escolar (EFEsc.), como disciplina integrante del currículo escolar en Argentina, Brasil y Chile, a través de un estudio comparado. Se pretende vislumbrar la relación entre EFEsc y el currículo, en contextos latinoamericanos en perspectiva de derecho. Se considera que la EF es una disciplina que debería ofrecer a los ciudadanos prácticas corporales como bienes de la cultura. La posibilidad de acceso a esos bienes culturales se constituye en un derecho y en ese sentido las investigaciones, prácticas y dispositivos en torno a los derechos es un núcleo potente de indagación. La siguiente propuesta está enmarcada en un contexto de estudio de investigación con Universidades de Argentina, Brasil y Chile y forma parte de un proyecto de investigación de la Red Internacional de Investigación Pedagógica en Educación Física Escolar (REIIPEFE). El interés de investigar en este sentido, tiene justificación porque “la escuela debería ser el espacio de excelencia donde tendría que existir el compromiso de generar nuevas ideas, prácticas pedagógicas transformadoras que prioricen desarrollar la construcción de conocimiento a través de contenidos en perspectivas de derecho, esclarecedoras y transformadoras”. (Carlan, P, 1996).
Bloque 3
Mesa 5
Autores: María Paula Iglesias - María Pintado - Vanessa Pintos - Fabiana Barrios - Virginia Sequeira - Camila Rojas - Mariana Fry. Resumen: Construyendo redes: cuerpo, arte y lucha afrofeminista es un proyecto co-creado entre estudiantes de la Licenciatura en Sociología, la Licenciatura en Danza Contemporánea y el colectivo afrofeminista de hip hop Se Armó Kokoa (S.A.K.). Nuestro principal objetivo es contribuir a la transformación y visibilización de las luchas políticas y problemáticas de las mujeres afrodescendientes en el continuo combate ante la persistencia de un sistema racista y patriarcal (Ramírez, 2018:76). De este modo visibilizar la lucha feminista antirracista en Uruguay, en clave interseccional, partiendo del arte del hip hop como herramienta de trasformación social, articulando la extensión universitaria y la producción de conocimiento.
Autores: Ignacio Mirabal (ISEF - CURE - Udelar) Resumen: En este trabajo, nos proponemos indagar sobre el Candombe en Maldonado, desde la perspectiva de las prácticas corporales. En este caso, abordaremos dos colectivos de candombe barriales, ubicados en la zona Este del departamento, particularmente en el balneario La Bota y el balneario El Tesoro. Nos interesa indagar sobre los sentidos atribuidos por los participantes de las cuerdas seleccionadas en relación a las prácticas que en ese contexto se producen, además de reconstruir relatos históricos que sirvan de aporte para su interpretación. Consideramos que esta aproximación indagatoria, podrá aportar a la producción teórica vinculada a la temática, y servir de insumo para la enseñanza del candombe en el campo de la Educación Física. Se espera a través de este proyecto realizar producción de conocimiento del Candombe como práctica del cuerpo, específicamente para el Departamento de Maldonado donde se encuentra el Instituto Superior de Educación física- CURE, de esta forma acercar a la comunidad académica a investigaciones en el territorio.
Autores: Federico Achard - Matías Arismendi - Gastón Malondra (ISEF - Udelar) Resumen: La siguiente tesis se enmarca dentro del seminario de tesina perteneciente al grupo de investigación de Educación Física, Enseñanza y Educación del Cuerpo; del Departamento de Educación Física y Prácticas Corporales del Instituto Superior de Educación Física.
Autores: Romina Perrone - Rodrigo Iza - Thalia Elizondo - Carla De Polsi Astapenco (ISEF - Udelar) Resumen: La ponencia se encuadra en el Proyecto “Cuerpo, memoria y danza: enfoques poéticos y políticos de las historias de la danza en Uruguay, en el marco del Plan de Acción de 1923 de la CNEF” aprobado por el Programa de Apoyo de la Investigación Estudiantil de la Comisión Sectorial de Investigación Científica de la Universidad de la República (PAIE de la CSIC-Udelar). El trabajo es de carácter historiográfico y pretende marcar el derrotero hacia la identificación y reflexión de los enfoques poéticos y políticos de las historias de la danza en Uruguay, en particular en el Plan de Acción de 1923 de la CNEF (Comisión Nacional De Educación Física). En este sentido, la ponencia propone abordar algunos primeros resultados de análisis de las fuentes investigadas. Mesa 6 (conversatorio)
Autores y adscripción institucional: Integrantes del Laboratorio Interdisciplinario de Estudios sobre Prácticas Corporales, Lúdicas y Deportivas: Lic. Florencia Bica, Mtra. Gimena González, Bach. Mario Piñeiro, Lic. Jesica Rodriguez Ponisio Bach. Flavia de Souza, Dr. Luciano Jahnecka, Lic. Analía Mosqueira Campos - ISEF - Cenur Noreste - Udelar. Moderador: Luciano Jahnecka Resumen: El conversatorio pretende abordar un conjunto de experiencias de transversalización del género en la formación docente universitaria. Desde una perspectiva integral, la cual busca articular la enseñanza, la extensión y la investigación, nos proponemos reflexionar junto con las participantes al respecto de la (in)visibilización de algunas cuestiones relativas a los géneros, tales como: la generización del/en el currículum de la Licenciatura en Educación Física, las tesis de grado y posgrado que explícitamente abordan las relaciones de género, las prácticas preprofesionales, el abordaje de las interseccionalidades en el campo de la Educación Física, particularmente en el Espacio de Formación Integral Prácticas Corporales en clave de Integralidad (EFIPCI) y en el Laboratorio Interdisciplinario de Estudios sobre Prácticas Corporales, Lúdicas y Deportivas (LINTER). En relación a la enseñanza, las experiencias serán abordadas a partir de las unidades curriculares como Seminario de Egreso, Juego, Didáctica/Práctica Docente II (comunitaria) y Didáctica/Práctica Docente III (educación media).
Bloque 4
Presentación de Revista Rizoma:La idea de crear esta revista digital fue la de generar un espacio de intercambio, de puesta en comunidad de experiencias que siendo de corte individual, de una escuela o zona, no siempre encuentran un lugar donde ser relatadas, compartidas y con la posibilidad de ser enriquecidas por otros. Nuestra apuesta es a que este sea un espacio abierto a miradas críticas y experiencias que nos permitan encontrarnos en esta solitaria y muchas veces difícil tarea docente que se ejerce desde los patios escolares. No nos encasillamos en dicotomías que muchas veces entorpecen más que ayudar al intercambio. No se define como una revista "profesional" o "académica" pero busca el intercambio relativo a la docencia y la Educación Física. Presenta: Héctor Cirio |
GTT 8 – Problemas y dilemas en las praxis educativas en Educación Física
Bloque 1
Mesa 1
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GTT 9 – Historia del Deporte
Bloque 1
Mesa 1: Prácticas Acuáticas
Autores: Adolfo Borkowsky (ISEF/CENURLN/UDELAR) Ignacio de los Santos (ISEF/CENURLN/UDELAR) - Matías Martínez (ISEF/CENURLN/UDELAR) Resumen: Esta investigación tiene como objetivo analizar las representaciones de la prensa uruguaya en relación al primer cruce del Río de la Plata realizado por la nadadora argentina Lilian Harrison. Así, serán abordadas, a partir de perspectivas de género, especialmente en lo que se refiere al deporte, el rol que tuvo el cuerpo de la mujer a lo largo del tiempo, así como las perspectivas atribuidas a dicho hecho. En primera instancia, el tema surge a partir de las ideas de Pablo Scharagrodsky (2019), quien en su trabajo plantea perspectivas de género para evaluar las representaciones del mismo evento en los periódicos argentinos de 1923-1924. Para llevar a cabo esta investigación histórica se utilizará un método de análisis histórico que interpreta de manera crítica las fuentes elegidas (en este caso los diarios). Los diarios que serán utilizados son “El Siglo”, “El Día”, “El Telégrafo”, “El País” y la revista “Mundo Uruguayo”. De esta manera se buscará deconstruir los relatos existentes para crear una nueva narrativa con relación al tema planteado. Dentro de las primeras miradas a los archivos, se busca responder ¿Qué opina la prensa uruguaya con relación al primer cruce del Río de la Plata realizado por Lilian Harrison? Dentro de lo observado se encuentra una minimización del hecho de Lilian Harrison por parte de la prensa, entendiendo también que esto correspondía al momento sociocultural de dicha época, donde el cuerpo de la mujer era considerado frágil en comparación al del hombre.
Autores: Nara Romero Montenegro (FE/UNICAMP) Resumen: La costa, tal como la concebimos hoy, lugar de deportes y otras formas de placer y disfrute corporal, es el resultado de representaciones que se constituyeron a principios del siglo XX. Si antes se representaba como un espacio dedicado a actividades militares, portuarias y pesqueras, nuevos significados fueron añadiéndose a las playas de varias ciudades occidentales, en las que se integraron prácticas higiénicas, educativas y recreativas. En las ciudades brasileñas de Salvador, Recife y Fortaleza, este desplazamiento de sentido también resultó en transformaciones sociales del espacio, en su arquitectura, economía y en el advenimiento de nuevas prácticas, entre ellas el deporte. En la primera mitad del siglo XX se fundaron clubes náuticos, puestos de salvamento para bañistas en la costa, así como la creación de una prensa especializada en contenidos de playa y deportes. Luego, aparecieron una serie de dispositivos que atestiguan la legitimidad de este espacio como “nuevo” y favorable al desarrollo de las prácticas deportivas. Este trabajo analiza significados y representaciones de la formación y consolidación de los deportes costeros, en la primera mitad del siglo XX, en las playas de Recife, Salvador y Fortaleza, destacando aspectos como su institucionalización, la participación de grupos sociales y la formación de una identidad deportiva regional. A partir de los referentes teórico-metodológicos de la historia cultural, discutimos las singularidades y convergencias del surgimiento, asimilación y desarrollo de los deportes costeros en estas ciudades del Nordeste brasileño. Este trabajo de carácter documental histórico, tiene como fuentes periódicos, revistas, imágenes y literatura. Mesa 2: Historias recientes
Autores: Soledad Poggio (ISEF/CENURLN/UDELAR y IFD) - José Estévez (ISEF/CENURLN/UDELAR y TUBICU/CENURLN/UDELAR) - Daniele Medeiros (ISEF/CENURLN/UDELAR) - Flávia Martinelli (ISEF/CENURLN/UDELAR) - Carla Bernardoni (TUBICU/CENURLN/UDELAR) Resumen: El trabajo presenta la experiencia de extensión e investigación realizada en la sede Paysandú del Cenur Litoral Norte desde un trabajo interinstitucional en el cual participan ISEF, TUBICU, FHCE y IFD. A partir de la recuperación y puesta en valor de las experiencias en torno al Fútbol Comunitario Joven en el barrio “La Chapita”, se propone problematizar la temática. Para recabar la historia del fútbol comunitario joven en el barrio, señalamos búsquedas de tres tipos de elementos que conforman la investigación: acontecimientos, personas o personajes y lugares. En otras palabras, recorremos las memorias del Fútbol Comunitario Joven como acontecimiento, de los vecinos y vecinas como personajes y del barrio La Chapita entendido como un lugar. Los estudiantes inscriptos participaron de encuentros en el salón multiuso con actividades en torno a los ejes: abordaje de la perspectiva de la historia local y la metodología de la historia oral, talleres de elaboración de preguntas para entrevistas, entrevista exploratoria y restablecimiento de directrices investigativas/ de intervención. Posteriormente, se han llevado a cabo entrevistas de historia oral a participantes involucrados en el Fútbol Comunitario Joven. A partir de las entrevistas realizadas, entendemos que las memorias visitadas por los diferentes personajes se refieren a distintos temas y cuestiones que involucran al tema. A modo de conclusión, cobra relevancia focalizar en el contexto de los entrevistados para así dar cuenta de sus trayectorias relacionadas al fútbol y las formas en que fueron constituyendo su historia en el barrio investigado.
Autores: Juan Ignacio Saralegui García (ISEF/CENURLN/UDELAR) Resumen: El trabajo propone indagar la gimnasia artística en Paysandú entre 1980 y 1990, en un contexto histórico particular como lo es el fin de la dictadura y retorno a la democracia. Se toma este periodo, cuando la gimnasia, tuvo una época de referencia a nivel nacional y Paysandú fue uno de los únicos lugares que contó con un equipo completo de aparatos de competencia en esta disciplina, para ambos sexos. Este hecho motivo la creación y desarrollo de una Escuela Departamental de Gimnasia, que además de competir a nivel federativo nacional, realizo varias demostraciones gimnasticas, algunas por invitación de la Comisión Nacional de Educación Física, con traslado y armado de materiales como novedad. Por lo tanto, el trabajo tiene por objetivo indagar la relación de la gimnasia artística en el departamento, con las políticas culturales y deportivas nacionales y las intervenciones de CNEF, que pueden haber impulsado o justificado esta manifestación. Analizar el posible vínculo entre este desarrollo la gimnasia artística y la creación de la sede del Instituto Superior de Educación Fisca en Paysandú, ya que aquellos docentes de la Escuela Departamental de gimnasia fueron los primeros en dar diferentes materias del instituto. La metodología implico utilizar tres tipos de fuentes como lo son: Orales – entrevistas a referentes políticos de Paysandú de la época, docentes de la disciplina y gimnastas referentes del periodo, periódicos – Diario el telégrafo, como principal reservorio de fuentes escrita del departamento y tomas fotográficas de docentes y deportistas del deporte de la época.
Autores: Luciano Martínez (ISEF/CENURLN/UDELAR) - Ignacio Pertussatti (ISEF/CENURLN/UDELAR) - Rodrigo Rohrer (ISEF/CENURLN/UDELAR) Resumen: El presente proyecto de investigación busca conocer las trayectorias de establecimiento del futvoley como práctica deportiva en Uruguay, y a partir de ahí, generar una narrativa historiográfica. Partiendo de la siguiente pregunta: ¿Cómo el futvoley llegó a Uruguay y se estableció en el país como una práctica deportiva? Con el objetivo de contestar estas interrogantes, planteamos un trabajo pautado en la historia oral, identificando a los principales exponentes de este deporte dentro de la sociedad uruguaya, y, por otro lado, los aportes brindados por el diario El Telégrafo, para poder indagar acerca del desarrollo de los primeros eventos competitivos de futvoley en Uruguay; para de esta manera analizar y conocer el establecimiento del futvoley en nuestro país. Además, los resultados esperados de esta investigación serán lograr identificar las dificultades que se le plantean al futvoley para el desarrollo óptimo de la práctica deportiva en Uruguay, como también, abrir un nuevo campo de investigación y producir insumos teóricos para futuros investigadores de la historia del deporte. Palabras clave: futvoley, deporte de playa, Uruguay, historia oral, historia del deporte
Bloque 2
Mesa 3: Deporte y naturaleza
Autores: Carmen Lúcia Soares (FE/UNICAMP) Resumen: O esporte na história constitui tema de pesquisa que possibilita problematizar seu lugar na configuração, na constituição e na efetiva realização de singulares e extensos processos educativos desenvolvidos pelas modernas sociedades, para além da instituição escolar. Suas histórias permitem analisar as transformações das técnicas corporais e, ao mesmo tempo, de modos de divertimento que criam espaços específicos tanto de práticas quanto de espetáculos. São, também, histórias de mulheres e homens que experimentam o confronto físico em condições regradas e seculares, por vezes extremas; tratam do que é mais íntimo e individual, mas também do que é mais público e coletivo. Este trabalho parte de duas hipóteses: a primeira sugere que há também prazer e alegria na prática e no espetáculo esportivo e a segunda afirma que o esporte, como instituição, em suas histórias singulares, também representou resistência a diferentes formas de opressão, foi pequeno hiato de liberdade. A partir dessas duas hipóteses o trabalho examina algumas características desse amplo processo educativo no qual esporte tem tomado parte, palmilhando imagens (pintura, desenho e fotografia), e, mais amplamente, análises sobre o surgimento e o desenvolvimento da pratica esportiva e de suas representações. O recorte temporal transita entre o início do XIX e as primeiras décadas do século XX, período de surgimento, desenvolvimento, transformações e afirmação da ginástica e do esporte na vida urbana, no Ocidente.
Autores: Carolina Jubé (UFG) Resumen: Georges Hébert publicou, em 1925, o livro “Le sport contre l’éducation physique”. Nessa obra condenava o modelo competitivo em todos os seus aspectos, desde a organização, passando pelos princípios e por toda a fantasia e a visibilidade que ele acreditava que levaria os atletas, incompletos e vaidosos, a se exibirem nos grandes eventos esportivos do século XX. Segundo ele, o esporte poderia ser compreendido no âmbito dos princípios hebertistas desde que fosse praticado dentro de uma medida adequada. Uma vez que excedesse estes limites e se rendesse às exibições públicas e competições, deixaria de ser benéfico, tornando-se uma prática nefasta. O objetivo deste trabalho é compreender os princípios que norteiam a obra de Hébert, Le sport contre l’éducation physique (1925). Nesse livro o esporte, afastados dos propósitos da beneficência, moral e altruísmo, é tido como potencialmente perigoso e imediatista, uma vez que não se interessa pelo desenvolvimento orgânico do indivíduo, apenas pela obtenção de determinado tempo ou recorde.
Autores: Evelise Amgarten Quitzau (UFV) - Marcelo Moraes e Silva (UFPR) Resumen: El objetivo de la ponencia es comprender el lugar de las carreras de caballos en la ciudad de Paysandú en las primeras décadas del siglo XX. En esta ciudad, las Mesa 4: Modalidades deportivas
Autores: Alexandro dos Santos (UFPB) - Ronyone de Araújo Jeronimo (FE/UNICAMP) Resumen: Nas primeiras décadas do século XX, o corpo passou a ocupar o centro de discussões promovidas por médicos e educadores. Nesse período, o volley ball passou a representar a possibilidade de uma nova cultura esportiva, desempenhando um papel importante no projeto de educação corporal. Nesse sentido, o presente trabalho busca problematizar como o volley ball esteve presente no programa de educação física empregado como instrumento modelador de corpos no Colégio Diocesano Pio X, da Paraíba – Brasil, no período de 1910 a 1954. Dessa forma, utilizamos como fonte a Revista do Colégio Diocesano Pio X, que circulou no estado nas primeiras décadas do século XX, dando ênfase aos projetos médicos, religiosos e educativos da instituição de ensino. Como aporte teórico-metodológico, recorremos às contribuições de Michel Foucault através do conceito de Poder Disciplinar, a fim de refletir sobre a construção do projeto de educação do corpo do Colégio. Em suma, destacamos que o volley ball e a educação física foram responsáveis por colocar em prática um projeto de educação que atuava sobre o corpo dos jovens, disciplinando, medicalizando e educando.
Autores: Gabriel Lemes Vila Verde (UFG) - Carolina Jubé (UFG) Resumen: O presente trabalho tem como temática o ensino e divulgação do futebol pela Revista da Escola de Educação Física do Exército, entre os anos de 1932 a 1942. O objetivo dessa pesquisa é perceber como as técnicas divulgadas na REFEx colaboraram no processo de nacionalização do futebol no Brasil entre as décadas de 1932-1942. O estudo foi realizado por meio de uma pesquisa fundamentada nas bases da História Cultural (CERTEAU,1982). Analisando o periódico, percebeu-se a grande importância e o cuidado na divulgação das técnicas para melhor desempenho do futebol. Utilizamos como meio para levantamento das fontes o Instituto de Pesquisa da Capacitação Física do Exército (IPCFEX). Foram selecionados 19 números da Revista de acordo com a proposta, que continham o tema futebol e principalmente os títulos denominados “Estudo sobre o Football”. A Revista apresentou os exercícios e ilustrações sobre os movimentos corretos a serem executados. Enfatizou situações de jogo em que seriam necessários o conhecimento e domínio dos fundamentos técnicos. Em nossa análise fica claro que o ensino das técnicas do futebol pela Revista colaborou com a nacionalização do esporte em nosso país uma vez que divulgou seus fundamentos e “abrasileirou” seus nomes originais.
Autores: Gastón Laborido (GREFU-UDELAR) Resumen: El fútbol llegó a Montevideo hacia fines del siglo XIX, cuando los ingleses lo introdujeron en el Río de la Plata y en otras partes del mundo, de la mano del ferrocarril, intercambios con la marinería y de la acción de los colegios ingleses. En ese contexto, Uruguay asistía a la conformación del Estado y de la nacionalidad. Tal como ocurrió en Buenos Aires, el fútbol se popularizó rápidamente en Montevideo durante la primera década del siglo XX, con la fundación de una gran cantidades de clubes. Los diferentes actos fundacionales de los clubes, manifiestan el espíritu de sus jóvenes fundadores. La presente ponencia toma como punto de partida, un trabajo hecho por Julio David Frydenberg, quien realizó un análisis de los nombres de los clubes de fútbol en Buenos Aires para el período 1880-1930. Tomando dicho artículo como base, es que me propongo un análisis similar para el caso de los clubes de fútbol en Montevideo, realizando una articulación entre clubes e identidades barriales. El período que se toma en cuenta inicia en 1891 (fundación del primer club específicamente de fútbol -Albion Football Club-) y culmina en 1932 (inicio del fútbol profesional). Esta etapa corresponde a la emergencia de los clubes de fútbol en Montevideo. Los clubes que se tomarán en cuenta son aquellos que compitieron en la primera división de la Liga Uruguaya de fútbol durante 1900 (cuando se fundó la Liga Uruguaya) a 1932 (inicio de la era profesional). |
GTT 10 – El deporte del siglo XXI. La política, el cuerpo y la formación deportiva
Bloque 1
Mesa 1 (Conversatorio)
Autores: Martín Kerome - Soledad Poggio - María Emilia Bulanti - Alejandra Planel – Flavia Martinelli - José Estévez - Martín Kerome (CUP) - Gerardo Couto - Andrés González - Ana Peri - Lucía Ruibal (ISEF) - Victoria Abreu, Flavia de Souza - Luciano Jahnecka (CUR) Resumen. En el marco de la organización del encuentro de investigadores y extensión, del ciclo de charlas que está organizando la Unidad de Apoyo a la Extensión del ISEF, el perfil publicado del GTT 10 y las características de los trabajos presentados, realizaremos un conversatorio sobre Producción de conocimiento en proyectos de extensión sobre deporte. El sentido de este conversatorio no es solamente difundir el trabajo que vienen realizando, sino poner en diálogo esas producciones con el sentido de creación del GTT 10. Por ello propondremos preguntas disparadoras en una mesa en la cual estarán los EFIs sobre deporte, las cuales deberán preparar previamente para responder en el evento y debatir con las y los presentes. No se espera entonces que realicen una presentación habitual de ponencia que caracterice al proyecto, sino que esas características aparezcan en las respuestas a las siguientes preguntas. Mesa 2 (Conversatorio)
Autores: Natalie Benavidez - Paula Iglesias - Lisandro Vales - Nicolás López - Diego Lusardo (Facultad de Psicología) - Bruno Mora (ISEF) - Ema Fariña - Valentín Oper (EFI Proyecto Tatami) - Rodrigo Barriuso (Club Continental de Boxeo) - Sofía Silva - Stephanie Rodríguez – Santiago Moreira - Federico Moreira - Marcos Moreira (Tao Taekwondo) Resumen: El proyecto “Prototipo para la inclusión social en los Proyectos Sociales Deportivos de Malvín Norte. Desarrollo y análisis del prototipo PSDMN-2019” recupera el diagnóstico realizado en una instancia anterior financiada por la CSIC en 2019 titulada “Identificación de potencialidades inclusivas en los Proyectos Sociales Deportivos de Malvín Norte”. Consideramos a los Proyectos Sociales Deportivos (PSD) como espacios de convivencia ciudadana que toman al deporte como medio y como fin en sí mismo. Como medio, para lograr la inclusión social mediante talleres, cursos, clases, actividades festivas, participación en ligas deportivas, encuentros con otras instituciones, encuentros intergeneracionales, diversión y articulación territorial, que se definen a través de estrategias organizativas y pedagógicas. Como fin en sí mismo, porque el sentido de su práctica se centra en profundizar el conocimiento sobre ese deporte y mejorar sus condiciones de práctica y rendimiento. A partir de ello se elaboró un mapa de problemas, que se tradujeron a problemas de investigación, cuya síntesis dio como resultado un prototipo que pretende atender las demandas construidas de inclusión social, cuya estructuración se basó en la interacción del grupo de investigación con las y los interlocutores de cada PSD (referentes, observaciones participantes, documentación, actas, presupuestos participativos, etc), en clave comparativa y etnográfica. En esta instancia el proyecto aplica el prototipo PSDMN desarrollado en base al proyecto 2019 (PSDMN-2019), a partir de la co-construcción de intervenciones específicas con el fin de mejorar las condiciones para la inclusión social en tres de ellos.
Bloque 2
Mesa 3 - Cuerpo y deporte en el siglo XXI
Autores: Diego Alsina (CURE) Resumen: En el presente trabajo me propongo estudiar el campo de producción de masculinidades en las prácticas de fútbol y murga en un club deportivo de la localidad de San Carlos, departamento de Maldonado. Existe una fuerte relación temporal y espacial entre ambas prácticas, que vinculan a actores locales de manera cotidiana con actores extra locales en las temporadas de competencia. Con respecto a la relación temporal, se muestra con una intensidad alternada, invernal para el fútbol y estival para la murga. La relación espacial se genera a partir de que los clubes tienen una oferta sincrónica de fútbol y murga en sus sedes.
Autores: Lucía De los Santos - Ramiro Silvera (Escuela de Nutrición) - Paula Eastman – Lucila Guerra (ISEF) Resumen: Es preciso posicionarse aquí desde los estudios sociales y culturales sobre deporte, donde nos encontramos frente a dos grandes conclusiones: la primera es que en ambos territorios la pandemia tuvo consecuencias fuertemente evidenciables en relación a los sujetos, el movimiento, y el encuentro. Frente a la situación de emergencia sanitaria, se vio modificada la concepción de encuentro y contacto, pudiéndose evidenciar de manera clara en estos espacios. Por otra parte, también denotamos en ambos espacios una concepción lineal y causal entre deporte, movimiento, actividad física y salud, -incluso entendiéndose como la misma cosa en varias ocasiones-.
Autores: Martina Pastorino (ISEF) Resumen: En el trabajo de tesis de maestría que aquí presento me he propuesto indagar sobre la práctica de la gimnasia artística, en tanto deporte que me permitió abordar dimensiones técnicas y estéticas en relación a la educación del cuerpo, y la producción de identidades en función de ello. Propuse un cruzamiento entre los discursos de fuentes oficiales de organismos reguladores del deporte, y los relatos y representaciones de gimnastas recolectadas durante un trabajo de campo etnográfico en un gimnasio uruguayo. Mesa 4. Deporte, Política e Ideología en el siglo XXI
Autores: Daniele Medeiros (CUP) - Gonzalo Pesce (ISEF) - Rafael Bruno (CURE). Resumen: Pensar los vínculos entre deporte e ideología no es tarea fácil, pues, no solo la complejidad del fenómeno deportivo se presenta en muchos niveles de forma por lo menos abrumadora, sino que también las discusiones teóricas sobre la ideología (de larga tradición) son variadas e intrincadas, ya que el concepto mismo es utilizado muchas veces con sentidos diversos. El presente trabajo se conforma de avances en el objetivo de generación de categorías conceptuales a partir de análisis y discusiones sobre la relación deporte - ideología, enmarcado dentro del proyecto I+D “Configuraciones de las políticas públicas deportivas en Uruguay 1911 - 2020. Perspectivas, debates y desafíos”. En este sentido, la exposición de este trabajo consta de cuatro apartados. El primero se focaliza en la conceptualización del término ideología y sus formas de entendimiento que se suceden históricamente, con algunos teóricos que son indispensables para lograr un estado del arte del término: Marx y Engels (1974), Althusser (2003), Gramsci (en Mouffe, 1998) y Zizek (1989; 2003). En un segundo momento, se trata de señalar cómo estas ideas pueden ser pensadas dentro del sistema deportivo, tomando como base las ideas desarrolladas por Brohm como conclusión del libro Sociología política del deporte (1982), siendo la primera referencia concreta al tema. En el tercer apartado intentamos probar una relación entre dichas concepciones teóricas, centrándonos en Zizek, y la idea de un "Sistema Deportivo Hegemónico". Por último, en el ámbito de las conclusiones, tomamos casos concretos, creando así nuevas claves de análisis para el fenómeno deportivo.
Autores: Marcelo Paula de Melo (UFRJ) Resumen: A ideia de que os grandes eventos esportivos no Brasil trariam desdobramentos positivos foi por longo tempo um fetiche, ou seja, uma ideia que se “presta adoração” ou “considerada com poderes sobrenaturais” de trazer melhorias em campos como geração de empregos, melhoria nos sistemas de transportes, saneamento básico, despoluição de lagoas e praias. Ao mesmo tempo, o legado do fetiche já remete a noção de que a própria realização de grandes eventos esportivos foi um fetiche- no sentido desejo intenso- de parte das classes dominantes brasileiras, cobertos de interesses materiais bem concretos. Esse texto pretenderá discutir sobre o principal programa de democratização e acesso e permanência aos esportes e outras práticas corporais da prefeitura do Rio de Janeiro- PROGRAMA VILAS OLÍMPICAS- após os grandes eventos. É preciso levar em conta a troca de mandatário da Prefeitura em 2017, com a saída de Eduardo Paes (então no MDB e atualmente no DEM) e a entrada de Marcelo Crivella (PRB). De antemão anunciamos que a gestão desses equipamentos tem sido por meio de organizações (supostamente) sem fins lucrativos desde seu início em 2000.
Autores: Rebeca Signorelli - Bruno Silvestri (UEMG/Passos) Resumen: Na Constituição Federal (CF) de 1988 (BRASIL, 1988), tanto o trabalho quanto o lazer estão no rol dos direitos sociais, considerados fundamentais, em seu artigo 6o. O direito ao trabalho aparece substantivamente em várias seções e relacionado ao direito material assim como o processual (Justiça do Trabalho). O surgimento do Direito do Trabalho, segundo Severo (2017), reconhece a troca desigual entre empregador e trabalhador, desfavorável ao último. Tal fato é presente sob a égide “trabalho não é mercadoria” desde 1919 na constituição da OIT. Já o lazer aparece nos artigos 6o, 7o, 217 e 227, ora corroborando com sua relação com o trabalho, como no caso de prever que o salário-mínimo supra as atividades de lazer do trabalhador, ora se relacionando com o esporte, como forma de promoção social e responsabilidade do Estado.
Autores: Nemesia Hijós - Diego Murzi (UNSAM) Resumen: El objetivo de esta ponencia es realizar una comparación entre los resultados sobre hábitos deportivos y de actividad física en la República Argentina arrojados en la primera Encuesta Nacional de Educación Física y Deportiva (ENAFyD, 2009) planificada por el Ministerio de Desarrollo Social de la Nación, mediante su Secretaría de Deporte, y los obtenidos en la última edición de la Encuesta Nacional de Educación Física y Deporte (ENAFyD, 2021) elaborada por el Observatorio Social del Deporte, organismo creado entre el Ministerio de Turismo y Deportes de la Nación y la Escuela IDAES de la Universidad Nacional de General San Martín (UNSAM). Examinamos los aspectos metodológicos y el diseño muestral de ambas encuestas y, especialmente, las variables de análisis en relación al tipo de actividades físicas y deportivas (practicada y/o deseada) según sexo, edad y nivel educativo alcanzado, el lugar y la frecuencia de realización, las motivaciones de práctica y de no práctica de las personas encuestadas, con el propósito de presentar hipótesis y diagnósticos posibles en relación a los cambios y las continuidades en los hábitos deportivos y en la forma de realizar actividad física en nuestro país en estos últimos doce años.
Autores: Luciano Jahnecka, Héctor Basualdo Castillo, CUR - Udelar. Dr. Billy Graeff, Universidade Federal do Rio Grande (Brasil). Resumen: La presente ponencia propone debatir cómo la categoría "género" es abordada en el desarrollo de procesos vinculados al fenómeno deporte por proyectos sociales de Brasil, Colombia y Uruguay. Se ha realizado una investigación multilocal y los datos fueron producidos a partir de la interlocución con actores sociales locales involucrados en proyectos sociales deportivos a través de entrevistas estructuradas y grupos focales en cada contexto estudiado. Como resultados del análisis de la percepción de actores sociales locales, entre ellos gestores de políticas públicas, participantes, equipos técnicos y otras involucradas, además del análisis documental y bibliográfico localizado se desprenden un conjunto de estrategias instrumentales y conceptuales para abordar explícitamente algunas cuestiones de género como son la estigmatización, el empoderamiento de la mujer y el machismo presentes en los discursos y prácticas culturales. Además, a partir de las voces de las y los actores sociales son identificados elementos que dificultan un abordaje transversal del género en las políticas sociales locales como la sectorialización y segmentarización de un abordaje integral de las prácticas deportivas lo que resulta en la dependencia del personalismo y de iniciativas individualizadas - aunque sostenida por procesos colectivos - en el lugar de políticas públicas delimitadas.
Bloque 3
Mesa 5. Ensayos y reflexiones sobre deporte en el siglo XXI
Autores: David Ibarrola (CONICET) - Gino Germani (UBA) Resumen: El quidditch es un deporte que toma inspiración de la práctica homónima que aparece en la saga literaria de Harry Potter. Creado por un grupo de estudiantes universitarios estadounidenses en 2005, la práctica se ha extendido por todo el planeta, incluyendo Argentina. Tanto para la academia (Cohen, 2013; Demésy, 2018), como desde el punto de vista de muchos practicantes, el quidditch es un deporte alternativo. Retomando la concepción de Jarvie (2006), estas prácticas se distinguen, entre otras cosas, por su carácter “contracultural”, su carencia de institucionalización, comercialización y competitividad, y su existencia en los “márgenes” del “sistema deportivo”, entre otras cosas. Como han mencionado algunos autores (Sangiao, 2021), dicho rótulo debe ser contextuado y pensado en relación a lo “dominante”, siendo una categoría transitoria, ya que muchas prácticas denominadas “alternativas”, han perdido varias de sus características, incorporándose, por ejemplo, a los Juegos Olímpicos y al sponsoreo. En esta transformación, en esta tensión se sitúa el interés de esta ponencia. La misma se propone abordar esta situación en el quidditch argentino.
Autores: Pablo Peluffo (AUDEF) Resumen: Gol al Futuro es un programa de la Secretaría Nacional del Deporte (dependiente de Presidencia de la República) en convenio con la Asociación Uruguaya de Fútbol (A.U.F.), el cual fue creado en el año 2009 y se mantiene con el mismo formato hasta la fecha. Su Objetivo General es “la (re) vinculación, inserción, reinserción y/o acompañamiento de los procesos (sostén) de los jóvenes en el sistema educativo formal”, el cual se ha cumplido más que satisfactoriamente, pues se partió de un 50 % de desvinculación educativa por parte de los deportistas, logrando a marzo de 2019 un 94.1% de vinculación educativa (Inzaurralde, 2020, p. 81). ¿Por qué motivos tenemos tan arraigado en nuestra sociedad la antinomia fútbol - sistema educativo? ¿Se conoce desde los actores que integran el fútbol formativo las trayectorias y el tránsito que deben realizar los adolescentes para llegar a primera división? ¿Es importante que los clubes, selecciones y/o asociaciones diseñen planes formativos que permitan aprovechar los apoyos que realiza el programa en la formación del futbolista juvenil? A partir de todos estos años de intervención educativa ... ¿Se puede pensar en un nuevo campo de intervención social que permita avanzar en la línea de la formación integral? Intentaremos desde el documento responder a estas preguntas.
Autores: Soldad Perazzo Resumen: Esta ponencia presenta la temática de los deportes electrónico o e-sports, que a primera vista parecería no tener relación con los temas que se presentan en el ámbito de la Educación Física, pero justamente lo que se pretende con este trabajo es precisar una relación, con lo que se denomina Practicas Corporales y específicamente con el deporte, en tanto una de ellas. Si bien el término “deporte” tiene origen en el siglo XVIII con los sports ingleses, donde la institucionalización de sus reglas era base de su designación, este trabajo se centrara en los escritos de Norbert Elías (1996) , a partir de los cuales se pueden hallar características estructurales del deporte, que se relacionan con el equilibrio de tensiones que se dan en una batalla mimética y de la cual se genera una liberación de tensión agradable, situación tal, que regiría lo que luego se presentan como reglas, permitiendo la igualdad de participación entre los contrincantes, pero esta cuestión, como se explicitara luego, tiene relación con el placer y no tanto con la moral.
Autores: Felipe Santandreu (ISEF) Resumen: Resumen. El deporte moderno surge en paralelo al proceso civilizatorio que atravesaban las sociedades industrializadas desde el siglo XVI, derivando a fines del siglo XIX y principios del XX en la consolidación del deporte en Inglaterra y su exportación a otros países, emergiendo la Organización Deportiva Mundial (ODM)-Comité Olímpico Internacional y Federaciones Deportivas Internacionales (Dunning y Elias, 1996; Altuve, 2018). En ese proceso, se deportivizaron juegos de oposición, unificando el reglamento, centralizando el gobierno, disminuyendo la violencia en un cambio de sensibilidad. Este proceso se caracterizó por la precoz mercantilización y comercialización, monetizando las apuestas sobre los resultados y el ingreso de espectadores a las competiciones. Los practicantes fueron desplazados de los puestos de poder en el incipiente gobierno de los deportes. Outsiders, empresarios del entretenimiento, usaron su autoridad para hacer cambios en los reglamentos en función del espectáculo -y en última instancia, del lucro-, desatendiendo los intereses de los practicantes. En este contexto, la ODM hizo una apología al deporte como afición, aunque ejecutando una profesionalización sostenida (Dunning y Elias, 1996). Mesa 6. Proyectos y sistematizaciones de investigación sobre deporte en el siglo XXI
Autores: Diego Alsina (CURE) Resumen: En este proyecto me propongo estudiar los procesos de formación de futbolistas varones de Maldonado desde los estudios sociales y culturales sobre deporte. Los caminos que ellos recorren para convertirse en futbolistas profesionales son múltiples y están cargados de diversos aspectos sociales, económicos, culturales, políticos e históricos en los espacios y prácticas que pueden ser considerados partes de estos procesos. Particularmente el fútbol asociado a la OFI se compone de los equipos de todos los departamentos de Uruguay, a excepción de Montevideo y de algunos clubes del interior que están afiliados a la AUF. Por su parte la OFI es una asociación civil sin fines de lucro, la cual tiene como finalidad incentivar y organizar el fútbol de los departamentos del interior de Uruguay.
Autores: María Pía Echenique Marrero - Gabriela García - Clara Rombys - Crizia Romero - Gabriela Scabino (ISEF) - Constanza Fernández (FHUCE) Resumen: La presente ponencia se propone abordar las realidades del fútbol practicado por mujeres apartir del diálogo y la puesta en común de dos trabajos de investigación que piensan este campo, por un lado, la tesis de grado “La revolución de elegir una pelota: fútbol practicado por mujeres, perspectiva de género y discursos que intervienen en el camino a su profesionalización en Uruguay” llevada a cabo durante el 2020, correspondiente a la Licenciatura en Educación Física del Instituto Superior de Educación Física (ISEF); por otro, la investigación denominada “Picaditos Etnográficos: relatos sobre el fútbol femenino uruguayo” en el marco del Programa de Apoyo a la Investigación Estudiantil (PAIE) y del Espacio de Formación Integral (EFI) “Picaditos Etnográficos” del ISEF, implementada también durante el año 2020. Las dos investigaciones se propusieron, en términos generales, problematizar el fútbol practicado por mujeres, y la producción de conocimiento que habilite a reflexionar sobre las formas en que operan las relaciones de poder en la organización del fútbol femenino en Uruguay, así como las representaciones que tienen sobre sí mismas las jugadoras, a partir de las voces de las propias protagonistas, cuyos relatos han sido históricamente invisibilizados. El trabajo metodológico del PAIE se focalizó en la construcción de un dispositivo que denominamos “picadito etnográfico”, de experiencia etnográfica colectiva, que organizó técnicas y roles de forma simultánea, donde se privilegió a la participación observante y a la observación participante.; mientras que la tesina se enfocó en la realización de entrevistas a interlocutores claves vinculados con el fútbol femenino.
Autores: Karen Daiana - Sofia Fontoura - Valery Vera - Florencia Elizabeth – Edwin Alexander Cañón-Buitrago (CUP) Resumen: Esta investigación en curso tiene como objetivo sistematizar, por una parte, las distintas actas del evento “Encuentro Nacional de Investigadores de Educación Física” del Instituto Superior de Educación Física desde su primera versión hasta la actual (1994–2020), y por otra, visualizar genéricamente, las temáticas deportivas que han sido tomadas como asunto a investigar en el respectivo encuentro. Resultado de un trabajo final de grado desarrollado en la Licenciatura en Educación Física del CENUR L.N. – Sede Paysandú, el estudio implementó un proceso de revisión de antecedentes buscando mapear la literatura acerca de lo que ha sido producido sobre la función de la investigación en el campo específico de la Educación Física en el Uruguay. El referido proceso arrojó cuatro producciones académicas publicadas entre 2011 y 2017 que narran cómo la función de la investigación fue implementada en dos instituciones de formación profesional del área en el país (pública – privada), dejando un vacío importante en lo que tiene que ver con los aportes de la misma (investigación) para la producción científica en la Educación Física uruguaya. Centrado en los preceptos de noción de campo de Bourdieu (2000), este estudio descriptivo cualitativo, sistematizó 7 actas y 846 estudios fuera de las mismas, totalizando 941 propuestas presentadas en los 18 encuentros institucionales. Proyectamos que, al terminar el estudio, y por medio del análisis de contenido (Bardin, 2009), sea posible visualizar recurrencias, ausencias y/o divergencias temáticas en relación a los estudios en deporte que históricamente han sido tratados en los referidos encuentros de investigadores.
Autores: Matías Rodríguez (ISEF) Resumen: El presente texto busca referir las discusiones y marcos teóricos que permitieron la construcción del problema planteado en el proyecto de tesis de maestría presentado en el Programa de Maestría en Educación Física (ISEF-UdelaR). Se estructura a partir del desarrollo teórico del Grupo de Estudios Sociales y Culturales del Deporte y del Grupo de Estudios Territorio, Educación del Cuerpo y Ocio. El proyecto de investigación que se presentará, se enmarca a su vez en el acumulado de producción de conocimiento que se viene realizando en el territorio Malvín Norte. |
GTT 11 – Análisis del rendimiento técnico, táctico y de la condición física en los deportes
Bloque 1
Mesa 1
Autores: Matías de Pablo (ISEF, Udelar) - Carol Torres (Departamento de Biofísica, Facultad de Medicina, Udelar) - Artur Bonezi (Laboratorio de Biomecánica y Análisis del Movimiento, Departamento Ciencias Biológicas, Centro Universitario Regional Litoral Norte, Udelar) - Carlos Gabriel Fábrica (Departamento de Biofísica, Facultad de Medicina, Udelar). Resumen: Se examinaron los efectos de la fatiga inducida por el ejercicio sobre el rendimiento físico/técnico durante 45 minutos de simulación de un partido de fútbol. Once jugadores de campo de sexo masculino (20±1.5 años, 70.1±5.2 Kg de masa corporal, 182.3± 7.1 cm de altura), de la primera división de un club profesional de Uruguay realizaron el primer bloque del Copenhagen Soccer Test, consistente en nueve bloques de 5 min con movimientos y tareas propias del fútbol. En cada bloque se evalúo precisión del tiro al arco desde 20 m, manejo de balón en velocidad, precisión de pase largo por alto desde 40 m, velocidad sin pelota en 40 m y percepción de la fatiga. Los resultados para cada sujeto fueron agrupados tomando los valores de los bloques 1 a 3 (fase 1), 4 a 6 (fase 2) y 7 a 9 (fase 3). Se realizó un ANOVA de medidas repetidas utilizando el paquete estadístico gratuito JASP 0.16.2, considerando p<0.05 para todos los análisis. Solo se encontraron diferencias significativas para la velocidad en 40 m entre fases 1 y 3 y fases 2 y 3 y para la percepción de la fatiga entre todas las fases. Los resultados sugieren cambios en los aspectos físicos que no se traducen a los aspectos del rendimiento con balón. Estos son concordantes con algunos trabajos previos pero opuestos a otros. Es necesario aumentar el número de sujetos analizados para obtener conclusiones más claras y sería interesante contemplar los valores promediados por intensidad además de por fases.
Autores: Gabriel Maurente (Universidad de la Empresa) - Bernardo Chávez (Universidad de la Empresa) - Andrés Parodi (ISEF, UdelaR). Resumen: Introducción: existe creciente interés en controlar la fatiga acumulada en el deporte. En este trabajo se estudió el salto con contramovimiento (CMJ) y el Test de agilidad T (TaT), como posibles indicadores de fatiga acumulada en jugadores juveniles de básquetbol. Métodos: 16 jugadores masculinos fueron divididos en grupos: experimental (EXP) y control (CONT). Todos realizaron entrenamiento físico y técnico-táctico con una frecuencia de 5 veces semanales, durante cuatro microciclos (MiC). Durante el 1er MiC, todos los participantes entrenaron con una carga de poca intensidad. Subsecuentemente, el grupo EXP entrenó con cargas progresivamente más altas, finalizando con intensidades muy elevadas; el grupo CONT mantuvo una intensidad baja de entrenamiento durante todo el mesociclo. Antes de la intervención, y al finalizar cada MiC, todos los sujetos fueron testeados mediante CMJ y TaT. Resultados: en EXP se observó una pérdida de rendimiento en ambos test (p < 0.05), al comparar cada evaluación con la precedente. En CONT, no se observaron pérdidas de rendimiento en CMJ; en cuanto al TaT, únicamente se verificó una reducción en el rendimiento (p < 0.05) al comparar la evaluación al finalizar el 4º MiC con la correspondiente al finalizar el 3er MiC. Adicionalmente, se estableció una correlación moderada (r = -0.589) y alta (r = 0.683) respectivamente, entre el rendimiento en CMJ y TaT, con relación a la intensidad de entrenamiento. Conclusiones: estos hallazgos indicarían que ambos test podrían ser útiles como una herramienta de control de la fatiga acumulada, durante un mesociclo de entrenamiento en básquetbol juvenil.
Autores: Vera de Mora (1) - Gustavo A. Grinspan (2, 3) - Mariela Garau (4) - Andrea Tavitian (1) - Liliana Servente (1) - Nicolás Benech (3) - Agustín Arruti (1) - Javier Brum (3). (1) Departamento Clínico de Imagenología, Hospital del Clínicas, UdelaR. (2) Sección Biofísica y Biología de Sistemas, Facultad de Ciencias, UdelaR. (3) Laboratorio de Acústica Ultrasonora, Facultad de Ciencias, UdelaR. (4) Departamento de Métodos Cuantitativos, Facultad de Medicina, UdelaR. Resumen: Una de las necesidades actuales en el deporte, es cuantificar de manera confiable el estado biomecánico muscular. Particularmente, las lesiones de cuádriceps e isquiotibiales representan entre el 15-50% de las lesiones musculares en fútbol. La elastografía presenta potencial para brindar soluciones al respecto, fundamentalmente en lo que refiere al diagnóstico y manejo de las mismas, pero su uso aplicado al sistema musculoesquelético (MSK) es muy reciente. Actualmente no existe ninguna aplicación clínica validada para dicho fin. En este contexto, uno de los objetivos de este trabajo fue desarrollar y validar un protocolo de evaluación clínica del recto anterior del cuádriceps (RA) y del bíceps femoral (BF) mediante elastografía por ondas de cizalla (SWE–Shear Wave Elastography, gold estándar). También se buscó comprar dicho método con la elastografía por ondas de superficie (EOS), método alternativo desarrollado en el Laboratorio de Acústica Ultrasonora (UdelaR). Este método ha sido utilizado en estudios sobre biomecánica muscular, presentando potenciales ventajas respecto a su fácil acceso y disponibilidad. Así, se realizaron medidas a nivel de los tercios inferior, medio y superior del RF Y BF de 15 voluntarios sanos de ambos sexos, de edades comprendidas entre 18 y 50 años y sin patologías neuromusculares. Los resultados mostraron independencia del protocolo en función del examinador, aunque esta fue mejor en RF respecto a BF. Asimismo, se observó una buena correspondencia entre SWE y EOS. De esta manera, este trabajo brinda un primer insumo tendiente a protocolizar y ampliar el uso clínico de la elastografía en el deporte.
Autores: Carol Texeira (ISEF, Udelar) Resumen: Esta investigación se enmarca dentro del proyecto de tesis de grado de la Licenciatura en Educación Física del ISEF. Se realizan cuatro test, para la obtención de valores de salto vertical, agilidad y pico de potencia anaeróbica en jugadores de baloncesto amateur de diferentes posiciones dentro de cancha. Se evaluaron 14 jugadores del club “Centro Pelotaris de Paysandú”. El primer día los atletas realizaron una variedad de saltos sobre una plataforma, en modo de Squat Jump (SJ) y CounterMovement Jump (CMJ), se obtuvo valores en relación a potencia y altura. El segundo día se llevaron a cabo los test de agilidad “Test T Modificado'' y de velocidad “Test de RSA (Habilidad de Sprint Repetido)”, se midió la capacidad de los cambios de dirección en diferentes planos de movimiento y correr a máxima velocidad durante cortos períodos de tiempo. Conseguidos estos valores, se compararon los datos de agilidad y RSA con los resultados de potencia y altura, y entre las diferentes posiciones que ocupan en la cancha. Los bases presentan los mejores valores en los test (CMJ, RSA y agilidad), menos en el test de SJ superados por los aleros. Los pivots presentaron los valores más bajos en la mayoría de los test, excluyendo el de agilidad que obtuvo el segundo lugar. La agilidad no presenta relación lineal con las variables evaluadas. La velocidad presenta una correlación lineal con los saltos de las demás variables (sin tener en cuenta la agilidad) en cuanto al valor del coeficiente de correlación de Pearson.
Autores: Racedo Angelina (ISEF, Udelar) Resumen: El Waterpolo es un deporte que exige diferentes habilidades e involucra diferentes situaciones a alta intensidad. La performance del salto vertical es una de las habilidades fundamentales en este deporte. Salto alto y explosivo dentro del agua garantiza mayor control del juego tanto para jugadores como para el golero. Se considera que la capacidad para elevar su cuerpo dentro del agua puede depender de la potencia generada por la musculatura de los miembros inferiores. El objetivo de este trabajo fue evaluar y comparar el salto vertical en el agua (SVA) y en la tierra (SVT) de los jugadores de waterpolo. Métodos: Participaron 10 jugadoras de waterpolo, divididas: Alto Nivel (GA), y Bajo nivel (GB). Se realizaron dos pruebas: SVA y SVT cada participante realizó 3X cada uno de los saltos. Grabadas con cámara Sony HDR-CX405 (60Hz). Fue utilizado el software kinovea para procesamiento de datos. Comparación de los saltos: prueba T de Student dependiente, entre diferentes grupos prueba T test independiente. Paquete estadístico Past (2020) p≤ 0,05. Resultados: GA (18,3±3,1 años; 161,7±8,4cm; 68,4±2,4kg), GB (19,1±2,6 años; 161,2±7,7cm; 69,7±3,4kg). No hubo diferencia entre los diferentes saltos para el mismo grupo. Si se encontraron diferencias significativas comparando los dos grupos, tanto en SVT como en SVA. Conclusiones: La explosividad de los miembros inferiores del salto vertical en tierra seca, puede relacionarse con la altura del salto vertical en agua. Es decir que el entrenamiento de esta habilidad en tierra, puede inferir en la performance de quienes practican este deporte.
Autores: Andrés Parodi (ISEF, UdelaR) - Álvaro Cappuccio (ISEF, UdelaR) - Carlos Magallanes (ISEF, UdelaR) Resumen: Introducción. Existe controversia sobre la utilidad práctica del entrenamiento de la musculatura inspiratoria (EMI) para la mejora del rendimiento. Muy pocos estudios han investigado sus efectos en el handball. El propósito del presente trabajo fue determinar el efecto del EMI sobre variables cardiovasculares, respiratorias y de potencia mecánica en jugadoras de handball adultas federadas de Montevideo. Metodología. Treinta deportistas fueron divididas en grupo experimental (EXP) y control (CONT). Durante ocho semanas del período competitivo solo el primer grupo realizó EMI. Todas las deportistas fueron evaluadas pre y post intervención mediante un test de esfuerzo progresivo máximo, con análisis directo de gases respiratorios. El EMI no determinó una mejora significativa (p ≥ 0,05) en variables espirométricas en reposo, así como tampoco en el VO2máx ni en el VO2 asociado al umbral ventilatorio 1 (VT1). No hubo diferencias entre grupos post intervención en lo que respecta a la percepción subjetiva de esfuerzo a diferentes intensidades submáximas. Se verificó una mejora significativa (p < 0,05) en la potencia mecánica asociada al VO2máx y en la potencia mecánica asociada al VT1, a favor del grupo EXP. El EMI durante 8 semanas resultó viable en términos de adherencia y carencia de efectos secundarios. Conclusión. El empleo de este dispositivo en jugadoras de handball puede ser beneficioso para incrementar la potencia mecánica asociada a intensidades de esfuerzo máximas y submáximas, aunque su uso no está acompañado con un incremento en el VO2 correspondiente a estas intensidades.
Bloque 2
Mesa 2
Autores: Gustavo Opizzo - Andrés González. (ISEF, CURE) Resumen: El Espacio de Formación Integral (EFI) de “abordaje del rendimiento deportivo en deportes colectivos” tiene como propósito promover espacios de formación que integren las funciones de docencia, investigación y extensión que vinculen los conocimientos sobre formación y entrenamiento deportivo con el territorio. Desde comienzos de 2022 se implementa en el CURE de Maldonado. El objetivo de este trabajo es presentar los primeros resultados de las actividades realizadas tanto en la relación con el Club Handball del Este como en el ciclo de charlas diagnósticas que permitirán establecer futuras acciones en relación con los diferentes actores involucrados en el ámbito de la formación y entrenamiento deportivo en la región este. Se observa una valoración positiva de las acciones desarrolladas en el EFI tanto por los estudiantes como las entrenadoras y se plantean nuevos desafíos y posibilidades como resultado de los diálogos establecidos con los actores sociales. Los encuentros con actores tanto del gobierno municipal como de la comunidad deportiva nos ha permitido realizar un diagnóstico de cómo se visualiza el deporte, sobre todo centrado en el rendimiento deportivo en la ciudad de Maldonado con proyección a la región.
Autores: Correa - Galipolo - Soca - De Pablo (ISEF, Udelar) Resumen: Este espacio consta de interiorizarse en el abordaje del rendimiento deportivo en los deportes colectivos, a través de la aplicación de estudios indicadores de rendimiento y el análisis de estos. Dicho espacio es conformado por un equipo interdisciplinario de ISEF-UdelaR, en el marco de los Espacios de Formación Integral, intentando articular las funciones de extensión e investigación universitaria en conjunción con la enseñanza que la UdelaR fomenta en su comunidad académica. Se busca aproximar el análisis de los indicadores de alto rendimiento a la comunidad deportiva universitaria, siendo puntualmente el caso del equipo de fútbol masculino de la selección uruguaya sub-23, vinculada a Bienestar Universitario. Los ejes temáticos a abordar se enlazan como las variables fisiológicas, metabólicas y técnico-tácticas que trascienden en el rendimiento deportivo.
Autores: Federico García (ISEF) - Alejandro Trejo (ISEF) - Matías de Pablo (ISEF) Resumen: La experiencia desarrollada en el EFI “Abordaje del rendimiento deportivo en deportes colectivos” fue llevada a cabo por estudiantes de ISEF, en coordinación con los docentes y los referentes de las instituciones deportivas en las que se realizaron las acciones. Estas intervenciones se ejecutaron en el equipo femenino de fútbol de Bienestar Universitario y el equipo juvenil de handball del club Pontevedrés. En el módulo de fútbol femenino, una vez acordado y discutido sobre las necesidades e intereses del equipo se utilizaron dispositivos GPS para obtener datos que cuantifiquen la carga externa de las actividades y así dosificar los entrenamientos de las jugadoras. Se analizó la carga externa de cinco jugadoras durante 5 entrenamientos y un partido oficial, variando las jugadoras según los intereses del cuerpo técnico. Estos datos fueron organizados utilizando algunas medidas de resumen. Por ejemplo, un dato relevante y que generó discusión fue la valoración de la distancia total recorrida en promedio en una sesión de entrenamiento. Por otra parte, en cuanto al módulo de handball, se buscó intervenir sobre aspectos condicionales, coordinativos y tácticos, específicos de los porteros del equipo sub 17 de Pontevedrés. En este caso se plantearon una serie de propuestas de entrenamientos que fueron llevados a cabo por los estudiantes y docentes de ISEF con cuatro porteros. Se hace particular énfasis en el equilibrio del portero, la “posición de base” y posicionamiento. Se destaca la valoración de los aprendizajes realizados por todas las partes participantes (jugadores, estudiantes, docentes y técnicos).
Autores: Esteban Cantero - Gonzalo Cocco - Alejandro Trejo (UdelaR-CURE-ISEF) Resumen: El retorno a la actividad deportiva durante la pandemia Covid en el 2020 estuvo marcada, entre otras cosas, con la ausencia de público a los partidos oficiales. El objetivo de esta investigación fue analizar la incidencia de los protocolos Covid-19 en las características de las finalizaciones en gol en el fútbol profesional masculino durante los torneos apertura 2019 y 2020. Se utilizó la metodología observacional, creándose un instrumento de observación ad hoc. Se analizaron los goles que se anotaron durante los 240 partidos de los torneos mencionados. Se realizaron las pruebas de Chi Cuadrado para estudiar las relaciones entre las variables seleccionadas. Se registraron 630 goles (349 en el 2019 y 281 en el 2020) y 1641 acciones vinculadas a ellos. Los equipos jugando como locales en su propio estadio convirtieron el 58.0% del total de goles jugando con público y el 55.7% jugando sin público (cuando los partidos se disputaron en cancha neutral la cantidad de goles subió en un 16%.) no existiendo una relación estadísticamente significativa entre ambas variables (p>0.05). En los goles de juego abierto, la presencia de 1 pase previo al gol fue la secuencia más utilizada en ambos torneos, aumentando desde el 38.9% (jugando con público) al 54.9% (jugando sin público) para los locales y del 39.0% al 45.7% para los visitantes respectivamente (p>0.05%). En el 12.6% de los goles jugando con público, hubo al menos un rebote, mientras que durante los partidos sin público la presencia del rebote en los goles fue del 14.9%. La ventaja de localia se vio afectada por los protocolos del Covid-19 de un torneo a otro, reflejándose en una disminución general de goles, menor porcentaje de goles convertidos por los locales cuando jugaron sin público y aumento de la presencia de rebotes en las acciones previas al gol.
Autores: Guillermo Cal - Santiago Clemente - Joaquin Fitipaldo - Pérez Aitor - Facundo Rolando (ISEF, Udelar). Resumen: El estudio realizado se centró en el fútbol, concretamente en el puesto del portero. El objetivo general fue analizar las acciones técnico-tácticas de los porteros de fútbol en la Copa América 2021. A su vez, se cuantificaron dichas acciones y se estudiaron las superficies de contacto utilizadas. Este trabajo se realizó a través de metodología observacional, siendo de carácter ideográfico, puntual y multidimensional. Para el registro de datos se diseñó un instrumento ad hoc que fue validado por expertos en el ámbito del entrenamiento de porteros y aplicado mediante la utilización del software Lince. Para garantizar la fiabilidad de los datos, se establecieron grupos con una concordancia consensuada previa y una concordancia inter e intra observadores entre las observaciones. La muestra constó de 28 partidos. En total se registraron 2048 acciones técnico-tácticas. Como resultado se destacó que el 68,16% de las mismas fueron ofensivas, significando el doble respecto a las defensivas, siendo las más frecuentes el pase y el blocaje respectivamente. Acorde a esto, la superficie de contacto más utilizada fue el pie. En conclusión, los porteros tuvieron un desempeño ofensivo preponderante dentro del equipo y asumieron reiteradamente el rol de primer atacante. Estas consideraciones pueden ser tenidas en cuenta para determinar el rol y programar los entrenamientos de los porteros sudamericanos.
Mesa 3 (Conversatorio)
Participantes: Ana Peri (ISEF-Udelar) - Gustavo Opizzo (ISEF-CURE) - Marcelo Palumbo (Bienestar Universitario, Udelar). Resumen: La integralidad de las funciones universitarias, así como la política de la Udelar en materia de extensión suponen un desafío para las propuestas en el ámbito del entrenamiento y el rendimiento deportivo. En este conversatorio se discute sobre las actividades realizadas y en desarrollo, las diferentes formas de vinculación con la comunidad y el papel del ISEF como institución anclada en un territorio que genera cambios en los contextos con los que se vincula. |
GTT 12 – Educación Física, Deporte y Enseñanza
Bloque 1
MESA 1
Autores: María Emilia Bulanti - Martín Kerome (ISEF, UdelaR) Resumen: El Espacio de Formación Integral “Escuela Deportiva La Chapita”, se planteó desde el año 2020, poner a disposición de la comunidad que habita la zona sur - oeste de la ciudad de Paysandú, una serie de prácticas de enseñanza del deporte. A partir de ello, se estableció, entre las y los actores intervinientes, un espacio de intercambio acerca de las diferentes temáticas que atraviesan el deporte y donde se atendieran a los intereses de estas personas. Desde la constitución de un espacio impulsado y significado por la comunidad, en diálogo con el trabajo de estudiantes y docentes de la Licenciatura en Educación Física del ISEF, el proyecto se fundamenta en reconocer al Deporte como objeto de estudio, pertinente de ser revisado por diferentes materias o ciencias que justifiquen su abordaje. El encuadre y mecanismo metodológico que permitió llevar a cabo y sostener la propuesta fue la problematización constante de la práctica deportiva y las relaciones que genera, mediante acciones colaborativas entre participantes, referentes barriales e institucionales, docentes y estudiantes en formato de pasantía. A pesar de que esta propuesta presenta un corto recorrido, hemos podido reconocer las implicaciones y el potencial que estas instancias pueden ofrecer a quienes nos involucramos en este proceso, no exento de incertidumbres, encuentros y desencuentros.
Autores: David Perez López (ISEF, UdelaR) Resumen: La presente ponencia expone los resultados de una investigación de maestría, la cual se centró en analizar los significados del deporte y su enseñanza en clave territorial; se toma como principal insumo el relato de quienes ponen en marcha la enseñanza deportiva en el barrio Malvín Norte de Montevideo, Uruguay. Esta investigación parte de la premisa de entender al deporte como una práctica contextualizada con sentidos particulares, lo que hace a su análisis local, material e idiosincrásico imprescindible. El corte metodológico de esta investigación es cualitativo de carácter exploratorio y luego explicativo. La primera etapa de la pesquisa consistió en realizar un inventario con todas las propuestas deportivas que sucedieron entre 2019-2021 y que trabajaron con una población de 6 a 12 años de edad en el barrio Malvín Norte. Luego, mediante el criterio de selección muestral, se llegó a 8 referentes de la enseñanza deportivas con los cuales se desarrollaron entrevistas semi-estructuradas en profundidad. La interacción social de estos actores, en un mismo territorio, permitió dar y analizar 5 significados recurrentes con los cuales se carga al deporte, estos fueron: pertenencia, trascendencia, salvación, formación e integración. En vinculación a los cometidos de la enseñanza deportiva en el barrio, se identificaron con claridad dos grandes conglomerados de respuestas, el primero y más recurrente, vinculado a finalidades con valor instrumental y extrínseco al deporte; y el segundo, relacionado a proyecciones dentro de la misma práctica deportiva, es decir, en pos del desarrollo y perfeccionamiento técnico, táctico, y estratégico del practicante.
Autores: Colectivo GENERA (Universidad Nacional de Luján, Argentina) Resumen: La incertidumbre que se generó a partir de la llamada cuarta ola del feminismo, la lucha por el aborto legal en Argentina y las tareas por el reconocimiento de las identidades sexuales diversas no quedan al margen de la educación en general ni de la Educación Física en particular. Por ello, realizamos este trabajo pretendiendo plantear algunas preguntas que interpelen naturalizaciones sobre estos temas en la formación inicial de lxs docentes de Educación Física. El objetivo general de este estudio fue identificar y caracterizar las buenas enseñanzas con perspectiva de género, a partir de indagar concretamente en las intervenciones de lxs docentes y las estrategias de evaluación que emplean. Nuestros objetivos específicos fueron construir una categorización de las intervenciones docentes que expliciten una perspectiva de género; identificar las estrategias de evaluación que estxs mismxs profesorxs desarrollan; establecer correspondencias entre las intervenciones docentes y la forma de evaluar la propuesta de enseñanza que llevan adelante, en clave de géneros; y comparar los resultados obtenidos entre ambas universidades. Para esto, realizamos un análisis bidimensional de las observaciones de clases y mesas de exámenes y las entrevistas a lxs docentes participantes de dichas observaciones. Construimos, a partir de ellos, categorías que nos permitieron relacionar y caracterizar las intervenciones docentes y evaluaciones desde una perspectiva de géneros. Paralelamente, identificamos y conceptualizamos modelos de abordaje de las intervenciones docentes y evaluaciones, y su relación con los enfoques pedagógicos y las teorías de género y a su vez con los enfoques en “educación sexual” (Morgade, 2011).
Autores: "Equipo DXTESI” del Profesorado Universitario de Educación Física. (Universidad Nacional de Luján. Argentina) Resumen: Somos DXTESI, un equipo de extensión del Profesorado Universitario de Educación Física (PUEF) de la Universidad Nacional de Luján (UNLU). Nuestra preocupación y proyecto parte de problematizar el entramado en torno a la enseñanza del deporte desde la transversalización de la Educación Sexual Integral (ESI). Para nosotrxs esto implica tomar posición en el debate sobre el fenómeno deporte, su relación con la Educación Física (en adelante EF) y robustecer este debate en la práctica desde la Ley de la ESI. Entendemos al deporte como un fenómeno complejo, que se desarrolla en ámbitos diversos, que se va significando por momentos históricos y culturales por los que va siendo atravesado y que, en sus aspectos pedagógicos, ingresa al sistema educativo y a otros ámbitos sociocomunitarios y produce controversias en sus modos de tratamiento. Sostenemos con Bracht (2000) que circulan una serie de equívocos sobre el deporte en el sistema educativo, que refuerzan una mirada binaria y excluyente del mismo y su relación con la EF. Apoyados desde sus argumentaciones, entendemos que problematizar la enseñanza de la enseñanza del deporte desde la ESI actualiza el objeto cultural y lo vincula a problemas coyunturales y normativa vigente en el ámbito educativo tanto formal como no formal. Nuestra propuesta, es construir con distintos actores de la comunidad nuevos modos de intervención en la enseñanza del deporte que colaboren en una mirada más inclusiva, menos sexista y discriminatoria, amplia respecto a la aceptación de lo diverso o lo disidente y vinculada a los contextos histórico culturales actuales. MESA 2
Autores: Javier Noble (ISEF, UdelaR) Resumen: El objeto de estudio de este trabajo lo ocupan los diferentes sentidos que se construyen en torno al concepto de práctica en la formación en el Instituto Superior de Educación Física de la Universidad de la República, atendiendo especialmente las configuraciones en relación al deporte y su enseñanza. Se establecen relaciones entre estos sentidos y las tradiciones más presentes en el campo, desde la estrategia de analizar los discursos latentes en planes de estudio de la formación de profesores y licenciados en EF. La estrategia metodológica desarrollada en esta investigación se constituyó en el modelo cualitativo, desde un paradigma interpretativo, a través del análisis cualitativo de contenido en documentos. Las fuentes para el trabajo las constituyeron 217 documentos, conformados por 213 programas de Unidades Curriculares y Asignaturas de la formación en Educación Física del ISEF, así como sus respectivos 4 planes de estudio, correspondientes a los años 1981, 1992, 2004 y 2017. El estudio pone en evidencia, entre múltiples consideraciones, una marcada distancia entre teoría y práctica, ya no sustentada desde el campo de las ciencias biológicas, sino desde las humanidades.
Autores: Juan Cruz Céspedes - Yolanda Soledad Díaz - María Valeria Emiliozzi - Gabriel Orlando Gramajo - Enzo David González (Centro Interdisciplinario Cuerpo, Educación y Sociedad - CICES-idiHCS/UNLP) Resumen: El presente trabajo se construye siguiendo los estudios llevados adelante por el proyecto de Investigación y Desarrollo denominado: “Los discursos sobre el cuerpo en el curriculum: sentidos y tensiones en las nuevas políticas educativas”, radicado en el Centro Interdisciplinario Cuerpo, Educación y Sociedad (CICES – idiHCS/UNLP), dirigido por la Dra. Emiliozzi, Valeria y que integramos alguna/os de las y los autores de la ponencia. Aquí, nosotras y nosotros nos ocupamos del sentido de deporte en los Diseños Curriculares Jurisdiccionales de la Educación Superior en Educación Física de las provincias de Misiones y Corrientes. En estos Diseños Curriculares Jurisdiccionales el deporte aparece definido con un sentido vinculado a una “concepción holística” y “colectivo e individual y de conjunto”, la “Enseñanza generalista”, “Enseñanza desde la táctica”, sostenidos desde las teorías de Bayer “deporte colectivo” y de Devís Devís, J. y Peiro, C. en el paradigma de la enseñanza para la comprensión. Pero ¿cuál es el fundamento de pensar el deporte en el curriculum bajo estos fundamentos?, ¿qué elementos de deporte se consideran?, ¿qué aspectos del deporte debaten? Son algunos interrogantes que intentamos analizar.
Autores: Javier Noble - Gastón Pereyra - Mónica Ruga - Lucía Santos (ISEF-UDELAR) Resumen: Este trabajo recoge la producción de una de las líneas de investigación del Grupo EFDyE del ISEF-UDELAR. Se pretende contribuir a la comprensión de la formación en deporte, tanto en la Enseñanza Media como Superior. Se consideran diferentes concepciones de deporte, así como los intereses curriculares que permitirían identificar los propósitos de cada formación, intentando develar continuidades o rupturas entre estos sistemas. Nuestros estudios evidencian diferencias significativas en cuanto a cómo conceptualizar el deporte y cómo pensar sus relaciones con otros conceptos, en consecuencia, sus relaciones de tensión y producción en términos de instituciones y actores que en él y ellas intervienen. Particularmente, el estudio muestra una marcada tendencia hacia un interés curricular técnico tanto en UTU como ISEF, pero enfocados en concepciones de deporte significativamente distintas.
Autores: Karina Kunin (FUAS) - Jeannette Ferraro (Manatí) Resumen: La natación es uno de los deportes más completos y accesibles para las personas, sin embargo, con el paso del tiempo el hombre fue incursionando en mejorar la técnica agregando el empleo de elementos que permitieran aumentar la velocidad y mejorar el desplazamiento en un medio como el agua. En ese aspecto, la incorporación de las aletas para aumentar la propulsión fue un mojón importante en la práctica de esta disciplina, la que ha ido incorporando diferentes competiciones donde ese instrumento es uno de los principales protagonistas. Evolución y desarrollo de las aletas; técnicas, modalidades y beneficios del nado con aletas, hacen parte de este trabajo.
Bloque 2
MESA 3
Autores: José Luis Corbo - Ana Peri - Luciana Cantera - Virginia Rodríguez - Carla Manzino - David Perez López (ISEF-UdelaR) Resumen: El Bachillerato en Deportes y Recreación de DGETP y la Licenciatura en Educación Física y Tecnicatura en Deportes del ISEF, en tanto ofertas de formación, proponen a su estudiantado propuestas de la enseñanza deportiva y para la enseñanza de los deportes. Estas propuestas se traducen en prácticas y formas de enseñanzas deportivas, particulares y especificas a cada uno de los sistemas. El estudio realizado en el período de 2019 al 2021 dio cuenta de estas relaciones a partir del análisis de los programas de formación de ambos subsistemas, de la opinión de su profesorado y de su estudiantado. Particularmente, esta ponencia busca exponer los resultados y conclusiones obtenidas en relación a los docentes. Algunas conclusiones a destacar son: En las concepciones de deporte, existe un común acuerdo en que hablar de deporte es una abstracción, hasta que el campo práctico y su contexto configuren el objeto y lo definan en formas y sentidos. Sin embargo no parecen existir criterios afines, en las declaraciones docentes de cada subsistema, sobre qué es el deporte. En su enseñanza, técnica, táctica y reglamento aparecen siempre, asociados a modelos técnicos, con intereses técnico-reproductivistas. Se priorizan lógicas internas y se restringe tanto su significación y crítica. La relación entre ambos subsistemas puede mejorar en mucho, a los efectos de hacer el tránsito educativo, y sin perder las especificidades de cada subsistema, más fluido y potente de forma tal que tanto docentes, programas como estudiantado encuentren relaciones fuertes de correspondencia.
Autores: Mariana Sarni - Nancy Salvá - Gustavo Opizzo - Inés Chirigliano - Adela Castro (ISEF, UdelaR) Resumen: El presente estudio discutió la relación entre la formación preuniversitaria del Bachillerato en Deporte y Recreación, y la formación de grado y pregrado en el ISEF- UDELAR. A través de un enfoque etnográfico, las narrativas de las experiencias de enseñanza del deporte de los estudiantes cursantes de ambos subsistemas, dan cuenta que la formación del profesorado: (1) se imbrica entre el pasado y el futuro de sus vidas y (2) se ata a la doble inscripción institucional. En cuanto a los resultados del estudio, a partir de la narrativa estudiantil se observa una confusión epistémica sobre el saber del deporte y su traducción en objetos de enseñanza. En relación a las metodologías empleadas, parece predominar una tendencia que reproduce prácticas educativas heredadas y legitimadas en ambas instituciones.
Autores: Lucía Santos (ISEF, UdelaR) Resumen: El presente proyecto representa parte de los estudios en torno al deporte y su enseñanza. Formando parte uno mayor (“Panorámica y modelos de enseñanza de las prácticas deportivas en el campo de la Educación Física: el tránsito entre el Bachillerato Tecnológico (UTU) y la Universidad de la República (ISEF). Aportes para la mejora de su calidad y la innovación en sistemas de formación”) su objetivo es conceptualizar los diferentes modelos de enseñanza del deporte presentes en los programas de Taller I, II y III e Introducción a la Didáctica y Metodología del Deporte del Bachillerato Deportivo de UTU. Optamos por un modelo metodológico cualitativo y un diseño de corte bibliográfico para lo que seleccionamos como procedimientos para la recolección de datos el análisis de documentos y las entrevistas. El trabajo, que se constituye como el proyecto de tesis desarrollado en el PROMEF, se encuentra en curso en fase de análisis de las categorías proyectadas.
Autores: José González (ISEF, UdelaR) Resumen: La presente ponencia tiene como objetivo presentar los resultados de una investigación de grado, que se centró en analizar posibles problemáticas que, en relación al deporte y su enseñanza pudieran instalarse en el sistema educativo, particularmente a nivel de la enseñanza media tecnológica, bachillerato Deporte y Recreación de UTU. El trabajo procuró profundizar en los fundamentos teóricos que subyacen en los documentos curriculares de este bachillerato, y como estos se relacionan, intentando visualizar continuidades y/o posibles rupturas. Esta investigación parte de entender al deporte, como un fenómeno construido por la sociedad, que surge de las manifestaciones culturales, con una dimensión de lo lúdico que, lleva aparejado un compromiso corporal regulado de forma específica, vinculada con la competencia, de lo cual surge la producción de “formas corporales específicas fundadas en el orden de lo privado y que se exponen en el espacio público, convirtiéndolas en cosa pública”. (Ron 2015, p.125). Con respecto a las nociones de enseñanza explícitas o implícitas en los programas analizados, se utilizó como referencia conceptual las perspectivas de enseñanza planteadas por Carr y Kemmis, (1988) (perspectivas: tecnológica, practica y critica), relacionándolas con los intereses curriculares (Interés Técnico, Interés Práctico e Interés Emancipador) referidos por Grundy (1987). La metodología implementada en nuestra investigación, por nuestro objeto de estudio, fue desde un enfoque interpretativo y se encuadra en una perspectiva de carácter exploratoria; emplea la técnica de análisis de contenido. Según Andréu (1998), se trata de una técnica que combina intrínsecamente la observación y producción de datos con su interpretación o análisis que puede ser realizado de una forma directa y manifiesta o de manera latente. MESA 4
Autores: Carla Manzino (ISEF, UdelaR; DSM) - Agustín Sosa (DSM) Resumen: Nos interesa y preocupa la enseñanza del deporte en el sistema educativo, especialmente si se lo aborda como objeto de estudio con todos sus elementos constitutivos (juego, actividad física, competición, institucionalización y reglas). Compartiremos el análisis y reflexiones, producto de un proceso investigativo, en relación a la competición deportiva escolar materializada en un evento que se considera un clásico en la capital uruguaya: el Torneo Intercolegial de Gimnasia - más conocido como TIG -, que realiza anualmente el Colegio y Liceo Alemán de Montevideo desde hace más de 30 años. Esta propuesta de competición, lejos de buscar la perfección y los mejores gimnastas, posibilita la participación en un encuentro masivo entre gimnastas escolares y liceales; es un modelo de competición concebido como un medio formativo y no un fin, donde elementos, aparatos y reglas se adaptan, para potenciar la participación, unir a los participantes y estimular a que cada uno de lo mejor, propiciando que la competición genere individuos competentes que disfruten de la práctica deportiva. El TIG, en tanto competición deportiva, es un elemento de la cultura escolar de esta institución, caracterizada como continuidad de temporalidad media, nacida y desarrollada en el colegio y presente en la realidad de la gimnasia uruguaya desde 1988. Esto da cuenta de un caso exitoso de cómo abordar la enseñanza del objeto deporte sin dejar de lado su rasgo identificatorio de la competición, pedagogizándola al ingresar al sistema educativo.
Autores: José Luis Corbo (ISEF-UdelaR) Resumen: La investigación que se presenta tiene como objetivo general, en primera instancia, el estudio de determinadas actitudes y conductas del alumnado uruguayo que se ponen de manifiesto durante la contemplación y la práctica del fútbol, y que difícilmente pueden considerarse positivas como factor de desarrollo personal y social. Se pretende utilizar el conocimiento obtenido con la investigación para, en una segunda fase, a través de la aplicación de una propuesta de actuación, tratar de establecer pautas y criterios de actuación pedagógica que puedan ayudar al profesorado de Educación Física, durante la enseñanza de dicho deporte en el contexto escolar, a conseguir la transformación y reorientación de tales conductas y actitudes, de manera que tal enseñanza, además del conocimiento y mejora técnico-táctica en la práctica del fútbol, propicie la formación de espectadores y practicantes respetuosos con las reglas, con los adversarios y con el árbitro, críticos con las actitudes y conductas tramposas, e involucrados en la mejora de la cultura deportiva; se trata, en definitiva y en resumidas cuentas, de obtener un conocimiento con contribuya a avanzar, a través de la enseñanza deportiva escolar, en la formación de ciudadanos participativos, responsables y críticos con respecto a la transformación y desarrollo de la cultura deportiva.
Autores: Dionny Felipe (Centro Universitário Vale do Cricaré) - Eberval Luís Coffler (Secretária Municipal de Educação de São Mateus- ES/Brasil) - José Roberto Gonçalves de Abreu (Centro Universitário Vale do Cricaré) - Lucas Mengal (Centro Universitário Vale do Cricaré) - Marli Quimquim (Centro Universitário Vale do Cricaré) - Thiago Reis Lopes (Centro Universitário Vale do Cricaré) Resumen: O objetivo da pesquisa e propor uma sequência didático pedagógico para o ensino das Lutas na perspectiva da inclusão. O campo acadêmico da Educação Física tem sinalizado, a necessidade de mais estudos em relação as práticas corporais, voltadas para estudantes com deficiência. Utilizamos com pano de fundo dessa discussão as orientações dos documentos norteadores, o plano de ensino de São Mateus/ES, a Base Nacional Comum Curricular, juntamente com a declaração de Salamanca. Como metodologia foi utilizada a abordagem qualitativa, recorreu-se a pesquisa de campo, sendo planeadas sete aulas, seguindo uma progressão pedagógica, respeitando os limites de cada educando, tendo como protagonistas da ação educativa, estudantes do oitavo ano do ensino fundamental da rede pública municipal, a turma foi selecionada pelo fato de haver um aluno cadeirante matriculado, onde foi possível propor atividades voltadas a inclusão. Esperamos que a pesquisa possa auxiliar futuros estudos no campo da Educação Física Escolar no que tange os educandos com deficiência. O estudo mostrou que as Lutas na perspectiva da inclusão pode ser um relevante tema para a Educação Física Escolar, tendo em vista a grande contribuição com a formação dos educandos deficiência, bem com os demais envolvidos no processo de escolarização.
Autores: Orlando Llamas Cruz (Universidad Autónoma de Chihuahua) Resumen: La toltequidad como fuente del pensamiento histórico en México, se observa en prácticas vivas actualmente, entre ellas, el juego de pelota, que formó parte de la educación física en el Anauak previo a la invasión europea, orientado a dar significado a la vida. Desde la mirada decolonial, se busca preservar y enriquecer dicho legado cultural, rescatando su función lúdica y de integración social, resaltando su potencial educativo en la conformación de la identidad moral e intelectual de la persona y alejándolo del enfoque mercantilista y enajenante propio del eurocentrismo. Objetivo: Analizar y valorar la herencia cultural del juego de pelota desde la decolonización del saber para el fortalecimiento de la integración social. Método: Análisis de contenido. Resultados: en la literatura prevalece la tendencia arqueológica y metafísica, aunque se desconocen las orientaciones didácticas en el desarrollo del juego hasta el s. XVI, se sabe de un discurso pedagógico con énfasis en lo ético. Conclusiones: el juego de pelota contiene un legado cultural importante para la comprensión del cuerpo, el mundo y el cosmos; la decolonización del saber precisa de recuperar la riqueza epistemológica del legado histórico a partir de la visión de sus herederos y de sus prácticas concretas; el camino hacia prácticas transformadoras constituye un desafío pedagógico y didáctico que puede proponerse desde la vinculación juego-vida fundado en la enseñanza problematizadora que reflexione en las acciones de enseñanza y aprendizaje.
Bloque 3
Mesa 5 (Conversatorio)
Autores: Jean Carlos Freitas Gama (Universidade Federal do Espírito Santo) - María Luisa Santos-Pastor (Universidad Autónoma de Madrid) - Jesús Arturo Guerrero-Soto (Universidad Autónoma de Baja California) - Osvaldo Ron (Universidad Nacional de La Plata) Resumen: Las conceptualizaciones de Educación Física, deporte y enseñanza, vienen siendo problematizadas sistemáticamente por nuestro grupo de estudios hace casi una década de forma sistemática. Nuestros principales intercambios se concentraron en analizar referencias y enfoques que circulan entre académicos del cono sur. Estos últimos años hemos incorporado lecturas y conceptos provenientes de Latinoamérica y Europa, que permiten revisitar posturas propias a ser tenidas en relación a nuestro interés principal; este es, la enseñanza del deporte. A partir de este recorrido, invitamos a dialogar entre posturas iberoamericanas la temática de la enseñanza del deporte en el marco de las teorías, las técnicas y las tecnologías a referentes internacionales del campo de la Educación Física. Los temas del conversatorio giran en torno a las siguientes problemáticas: 1. La situación actual de los estudios que cada país viene aportando en torno a la enseñanza del deporte, especialmente en relación a las teorías, las técnicas y tecnologías. 2. Las relaciones de la producción académica de cada país en la actualidad con los sucesos habituales que ofrece el campo profesional respecto a la enseñanza del deporte en la Educación Física. En ellos, especialmente, el lugar que ocupa la enseñanza de la técnica del deporte. 3. Los desafíos contemporáneos que viene enfrentando la formación universitaria del profesorado en Educación Física en torno a la enseñanza del deporte y la técnica. |
GTT 13 – Territorio, Educación del cuerpo y Ocio
Bloque 2
Mesa 3 - Políticas Públicas, Territorio y Tiempo Libre y Ocio.
Autor: Eloy Altuve Mejía Resumen: Se registra que los protagonistas de la producción dominante en ocio, tiempo libre y recreación (O, TL y R) aceptan y asumen con evidencias contundentes su condición-denominación de Mega Industria del Bienestar, que consideramos es la modalidad que asume el O, TL y R en la globalización y denominamos como Empresa Transnacional de Ocio, Tiempo Libre y Recreación (ETOTLR). Para demostrar que la relación Empresa Deportiva Transnacional Atípica de Espectáculo y Entretenimiento-Industria de la Salud, potenciaron su surgimiento y desarrollo. Luego se analiza la relación ETOTLR-Territorio- Política Pública. Y se concluye, por una parte, con un llamado de atención sobre la frecuente ausencia de la ETOTLR en los estudios sobre O, TL Y R (incluidos los más cuestionadores de la concepción dominante), particularmente en la política pública, y por la otra, planteando que para la construcción de una política pública en O, TL y R completa y alternativa, en teoría y práctica, es indispensable el debate sobre la realidad de la ETOTLR.
Autores: Lic. Camilo Rios - Lic. Javier Salvo (Departamento de Educación Física, Tiempo Libre y Ocio) Resumen: Este ensayo tiene su anclaje en los diferentes procesos en los que venimos participando y desarrollando nuestras tareas docentes universitarias, tanto a nivel de la enseñanza en el Departamento de Educación Física, Tiempo libre y Ocio, como desde la investigación en nuestros proyectos de maestría, y en importante vínculo establecido con las temáticas abordadas en el Grupo de Estudio Territorio, Educación del Cuerpo y Ocio (TECOs).
Autores: Varesi, Claudia Resumen: En Uruguay, el acceso a la vivienda se encuentra signado por algunos factores inmersos en un contexto de economía capitalista. Las brechas económicas y sociales producidas por las posibilidades en el acceso, deriva en que muchos conjuntos de familias deban edificar en asentamientos irregulares. Las relocalizaciones de dichas familias llevadas a cabo por las diferentes organizaciones estatales, enfrentan a los sujetos a un proceso de reelaboración de su vida diaria, la adquisición de una nueva vivienda significa un nuevo espacio que habitar en donde se desplegarán todas las dimensiones de su vida; dentro de estas dimensiones se encuentran el tiempo libre y el ocio. Mesa 4 - Políticas Públicas, Territorio y Tiempo Libre y Ocio. (Conversatorio)Florencia Gómez (Programa de renovación urbana - IM) - Rafael Rodríguez (Campamentos educativos - ANEP) - (INJU a confirmar)
Bloque 3
Mesa 5 - Políticas, Recreación y Cuidados
Autores: Javier Salvo Piccininno (Departamento de Educación Física, Tiempo Libre y Ocio - ISEF) Resumen: El presente trabajo surge como parte de las indagaciones que estamos realizando para el proyecto de tesis del Programa de Maestría en Educación Física, así como desde los intercambios y aportes del Grupo de Estudios Territorios, Educación del Cuerpo y Ocio (TECOs). En particular se estudiarán los Planes Nacionales de Juventud impulsados por el Instituto Nacional de la Juventud (INJU) que tienen su origen, diseño, gestión y evaluación en el período de gobierno nacional del Frente Amplio (2005-2020). Para el presente trabajo abordaremos una de las primeras interrogantes que impulsaron este proyecto de tesis, ¿cuáles son las nociones y sentidos de recreación, ocio y tiempo libre que emergen en los documentos y fuentes trabajados? Esta pregunta, en otras palabras, se interroga sobre la posibilidad de diferenciación conceptual y sus efectos o concreción en las políticas.
Autores: Matías Belbey Resumen: El presente trabajo es un avance del proyecto de investigación, alojado en el programa de maestría en educación física - PROMEF/ ISEF /UDELAR cohorte 2021, busca problematizar las Prácticas Corporales como elemento principal, para la búsqueda y como medio para el ejercicio de la inclusión de personas en situación de discapacidad, a través del estudio del caso Para Náuticxs, experiencia que promueve la inclusión de personas desde el acceso al río Uruguay. Se trata de una propuesta inclusiva, abierta a la participación de todas las personas, con foco en el problema de la discapacidad. La cual tiene como medio actividades náuticas, principalmente vinculadas al canotaje, el remo, la vela y lúdicas, principalmente colectivas. Se desarrolla en el espacio del río Uruguay en la zona de la rambla de Fray Bentos, en el departamento de Río Negro.
Autores: Mag. Federico Da Costa - Lic. Aurelio Gómez - Lic. André Gonnet (Grupo de investigación en Recreación, Ocio y Tiempo Libre - Instituto Universitario Asociación Cristiana de Jóvenes) Resumen: La situación de envejecimiento en Uruguay (Nathan, 2013. Paredes, Nathan, y Berriel, 2014, INE, 2011) plantea un desafío para las políticas multisectoriales y en particular ¿cómo se trabaja para que las personas ejerzan su derecho al ocio y la recreación? El propósito del estudio fue conocer las actividades de ocio realizadas por los residentes de los complejos habitacionales del Banco de Previsión Social en Montevideo, sus motivaciones, limitaciones e implicancias. Para esto se realizó un diseño mixto, en 7 complejos habitacionales, con un total de 2015 residentes realizando una muestra representativa de 245 personas a quienes se les aplicó un cuestionario. Posteriormente se realizaron 20 entrevistas a los residentes. Mesa 6 - Recreación y Cuidados (Conversatorio)Marcos Griffa (Universidad de Córdoba) - Colectivo “La Mancha”
Bloque 1 (se dio de baja)
Mesa 1 - Territorio, Memoria y Acción Colectiva.
Autores: Mía Zabala - Alicia Rodríguez (Facultad de Psicología) - Espacio de Formación Integral “Interdisciplina, Territorio y Acción Colectiva” (EFI “In-Ter-Acción Colectiva) Resumen: La ponencia se enmarca en el proyecto "Crecer en la diversidad: experiencias colectivas en espacios públicos barriales de Flor de Maroñas" (CSEAM 2022-2023), del Espacio de Formación Integral “Interdisciplina, Territorio y Acción Colectiva” (Facultad de Psicología e ISEF), y expone el trabajo con el colectivo “8M Flor”. En 2020, ante la pandemia global por Covid-19, las políticas de aislamiento desplegadas como medida sanitaria condujeron a descentralizar las movilizaciones colectivas en la ciudad. Así, se convoca a las colectivas barriales a hacer intervenciones locales. Vinculada al 8 de Marzo, emergen las 8M Flor mediante un grupo de WhatsApp que aún funciona para la organización de eventos reivindicativos y como red de información en el barrio.
Autores: Olivia Engel - Gabby Recto Alvarez (Espacio de Formación Integral: InTerAcción Colectiva - UR-FPsico) - Gonzalo Pérez Monkas (Espacio de Formación Integral: InTerAcción Colectiva - UR-ISEF) Resumen: El presente trabajo se enmarca en las acciones que el Espacio de Formación Integral: Interdisciplina, Territorio y Acción Colectiva realiza desde hace más de diez años en el barrio Flor de Maroñas (Montevideo) con docentes y estudiantes fundamentalmente del Instituto Superior de Educación Física y de Facultad de Psicología (UR).
Autores: Martín Chavarría (Instituto Superior de Educación Física - Udelar) - Alicia Rodríguez (Facultad de Psicología - Udelar) - Claudia Motta (Facultad de Artes - Udelar) - Espacio de Formación Integral “Interdisciplina, Territorio y Acción Colectiva” (EFI Resumen: La ponencia se enmarca en la experiencia que el Espacio de Formación Integral “Interdisciplina, Territorio y Acción colectiva” (EFI In-Ter-Acción colectiva) lleva adelante en el barrio Flor de Maroñas. Las reflexiones aquí volcadas tienen su inicio en la investigación “Espacios Públicos Barriales y derecho a la ciudad. El caso de los complejos culturales que implementa la Intendencia de Montevideo (IM) en barrios populares” (CSIC, 2019-2021), que surge a partir de la intervención de la IM en la plaza Flor de Maroñas y de la construcción del Complejo Cultural “Crece Flor de Maroñas”. A su vez, el Proyecto para el Fortalecimiento de Trayectorias Integrales “Crecer en la diversidad: experiencias colectivas en espacios públicos barriales de Flor de Maroñas” (CSEAM, 2022-2023) -que busca abordar y potenciar la diversidad de experiencias colectivas estableciendo conexiones entre ellas y con el Complejo Cultural- da continuidad a la práctica reflexiva que surge de dicho estudio en torno a, en este caso, los procesos participativos y de co-gestión que producen al Complejo Cultural Crece.
Autores: Camilo Rivas Moar - Gabriel Soto - Florencia Rehermann Resumen: En el marco del proyecto para Fortalecimiento de Trayectorias Integrales “Crecer en la diversidad: experiencias colectivas en espacios públicos barriales de Flor de Maroñas” (CSEAM 2022-2023), se exponen reflexiones a partir de la experiencia de trabajo del Espacio de Formación Integral “Interdisciplina, Territorio y Acción Colectiva” (EFI “In-Ter-Acción Colectiva) en el barrio Flor de Maroñas, en la Cooperativa “Nueva Estrella”. Mesa 2 Trabajos de Posgrado en Flor de Maroñas
Autores: Gabriel Soto Cortés (Facultad de Psicología, Udelar) Resumen: En el marco de la Maestría en Psicología Social en la Facultad de Psicología, Universidad de la República (Uruguay) investigo las prácticas de seguridad comunitaria en relación al uso del espacio público barrial Plaza Flor de Maroñas (FM) en la ciudad de Montevideo. Esta investigación de posgrado se enmarca a su vez en las acciones llevadas adelante por el Espacio de Formación Integral ‘’In-Ter-Acción Colectiva en Flor de Maroñas’’. Por seguridad comunitaria entiendo las prácticas y estrategias cotidianas llevadas adelante por los habitantes de un barrio para construir espacios seguros y de uso común que se materializan en varias dimensiones: la dimensión personal, que refiere al cuidado de sí mismo, del cuerpo, de la vida anímica y psicosocial que implica el habitar seguro en la vida cotidiana barrial. |
GTT 14 – Estudios culturales y sociales sobre el juego, lo lúdico y la educación del cuerpo
Bloque 1
Mesa 1 - Historia y Teorías del juego y la recreación
Autores: Jorge Nella - María Eugenia Villa - Jorge Aldao - Stefanía Morales - Juan Ignacio Sanchez Trapez (Grupo de Investigación en Juego/Conicet/Universidad Nacional de La Plata (Argentina) Resumen: Este escrito es el resultado de un trabajo colectivo de profesores investigadores interesados por la enseñanza del juego en contextos educativos, acreditados en el Grupo de Investigación en Juego (GIJ) que tuvimos el gusto de crear y llevar a cabo desde el año 2008 y que aún sigue en vigencia.
Autores: Juana Inama - Bianca Agustina García (Estudiantes de la carrera de Educación Física de la Universidad Nacional de La Plata (Argentina) Resumen: En este trabajo, se presenta una reflexión acerca de las implicancias del juego como potencial profanador de los discursos de género. Para ello, primero se desarrolla la categoría de profanación en Agamben, en tanto dispositivo que permite variar el uso y sentido de un acto significativo, es decir, en tanto potencial modificador de sentido de los actos sacros preestablecidos o impuestos. Segundo, se expone la categoría de juego propuesta por el mismo autor en tanto acto mismo de profanación. Tercero, expone una aproximación a la noción de género de Butler como acto performativo para, finalmente, poner en discusión estas categorías como se advierte con anterioridad.
Autores: Martín Caldeiro (Prof. Adjunto Depto de EFTLYO) Resumen: Desde una mirada materialista de la historia tomando como referencia principal los aportes de la filosofía benjaminiana, se estudiarán juguetes y otros objetos -materialidades- a partir de las cuales poder contar la historia. La perspectiva materialista implica recuperar aspectos que la Historia oficial deja sepultada, estos restos, muchas veces pequeños e insignificantes también permiten leer el pasado,
Autores: Alejandro Deluca (ISEF, Udelar). Resumen: El presente trabajo pretende brindar aportes para pensar la enseñanza del juego en el marco de la Educación Física Escolar (EFE). Interesa problematizar los discursos y conceptualizaciones teóricas que le dan sentido a la enseñanza del juego y al jugar como saberes culturales a ser enseñados. El articulo comienza enmarcando nuestro posicionamiento desde el saber del juego, que implica la enseñanza de un saber y si la experiencia se podría relacionar con la enseñanza. Como disparador de análisis nos centraremos en el Programa de Educación Inicial y Primaria (PEIP)2, realizando un análisis de las formaciones discursivas (Bordoli, 2007). Identificar al jugador como sujeto, sujeto contextualizado, constituido en el marco de una cultura corporal de movimiento, y entendiendo al juego en tanto práctica corporal, nos permite hacer un recentramiento en lo epistémico y una reconfiguración en el texto de saber. Para culminar se realizará un dialogo de saberes en términos propositivo que intenta dar la posibilidad de interpretar la dialéctica saber- descubrimiento que se gesta en el acontecimiento didáctico (Bordoli, 2007; Behares, 2005), por el saber del juego en EFE. Mesa 2
Autores: Gustavo Lopes de Sá Moreira (bolsista PIBIC/CNPq/UFRJ) y Michelle Carreirão Gonçalves Resumen: O presente compõe o projeto Experiência estética, formação e educação do corpo: possibilidades de uma obra esportiva II que investiga os entrelaçamentos entre esporte e estética, problematizando o lugar do corpo e de sua educação no contemporâneo. Nesse subprojeto de pesquisa, investigamos o conceito de jogo pensado como um momento da prática esportiva que constitui, segundo nossa hipótese, um dos elementos conformadores da experiência estética no contato com o esporte (seja praticando, seja assistindo). Nosso esforço aqui é de construção de um arcabouço conceitual a partir da análise da questão em dois autores, Johan Huizinga, em seu Homo Ludens, e Walter Benjamin, em seus ensaios sobre o brinquedo, o brincar e a infância, reunidos em Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação – lembrando que todos os textos por nós analisados são datados da década de 1930. As análises iniciais apontam para algumas possibilidades de contato entre os autores, como no caso da diversão e arrebatamento (encontrado em Huizinga) e do caráter de repetição e potencial imagético (vistos em Benjamin). Além disso, esboçamos alguns pontos de distanciamento, especialmente sobre o caráter essencialista do jogo (ou do lúdico – se é que podemos utilizar de maneira indiscriminada) no caso do primeiro autor, que se afastaria da ideia do jogo enquanto experiência que não deixa para trás sua inscrição histórico-social, como vemos no segundo pensador.
Autor: Gisele Carreirão Gonçalves - Luciano Ricardo Souza Resumen: Neste trabalho apresentamos o saber fazer da Educação Física que se materializa num serviço denominado Hidroterapia. Vale destacar que tal serviço acontece nas dependências de uma instituição pública brasileira, que tem 54 anos de história voltados para a proposição/implementação das políticas de educação especial no estado de Santa Catarina. Mais especificamente, ocorre em um dos centros desta instituição, denominado Centro de Reabilitação Ana Maria Philippi. É importante dizer que trata-se de um centro com seu corpo técnico formado, majoritariamente, por profissionais da área da saúde, mas também compõem o elenco profissionais da educação (pedagogos e professores de educação física). Nossa narrativa apresenta as práticas pedagógicas da Educação Física que se faz nas especificidades do ambiente líquido, que traz à cena os elementos do processo ensino/aprendizagem, que está alicerçada nos princípios da educação progressista, que se (re)constrói nas inter-relações e que aciona a ludicidade como ferramenta metodológica. Trata-se de uma intervenção que acredita na importância de um corpo brincante que revela sua idiossincrasia e que coloca em xeque as fragmentações corpo/cognição/afetividade.
Autores: Cecilia Renatti (CICES, UNLP) - Nicolás Viñes (CICES, UNLP) Resumen: Este trabajo presenta los avances de una investigación cuyo objetivo es indagar los Planes de Estudio de los Profesorados en Educación Física en las Universidades Nacionales y Programas de las Asignaturas que abarquen al juego como contenido a enseñar, analizando cuáles son las perspectivas teóricas y epistemológicas que se ponen de manifiesto.
Autores: Juan Agustin Madueño (Instituição) Resumen: La documentación investigativa que presento, forma parte de la tesis de maestría en educación corporal, de la UNLP. Es una síntesis del capítulo que problematiza sobre el juego y las relaciones de poder, en sujetos adolescentes y jóvenes que concurrían a las prácticas en recreación en los Centros Educativos de la Zona de Acción Prioritaria (ZAP) a partir de las prácticas pedagógicas de los estudiantes del Instituto Superior de Tiempo Libre y Recreación de GCABA. El trabajo de campo se realizó durante 5 años, del 2000 al 2005.
Bloque 2
Mesa 3
Autor: Eloy Altuve Mejía (Facultad de Humanidades y Educación Universidad del Zulia - Venezuela) Resumen: Se repasan visiones del juego, ubicando la cuasi automática relación juego-deporte basada en el positivismo y sintetizada en considerar al deporte como la decantación del juego. Para explicar que en la globalización, el deporte se convirtió en Empresa Transnacional Atípica de Espectáculo y Entretenimiento y la salud en Industria Transnacional, estableciéndose una estrecha y permanente relación que potenció el surgimiento y desarrollo de la Empresa Transnacional de Ocio, Tiempo Libre y Recreación (O,TL,R). Demostrándose que este trípode, liderado por el deporte, incide decisivamente en la definición, configuración y desarrollo de la política pública deportiva, que profundiza el desplazamiento y aniquilación del juego, instrumentalizándose en un proceso que comprende: 1)Políticas públicas donde el deporte es el elemento central en torno al que se articulan Salud-O,TL,R 2)Ignorar lo lúdico como política pública y ejecutar políticas públicas deportivas que absorben el juego y lo convierten en deporte. 3) Apoyo tácito-expreso estatal a eventos internacionales de creciente importancia, donde el deporte es el protagonista y se difunde la ideología convertida en creencia generalizada y convicción irrestricta de que es el juego: 7° Juegos Mundiales de Deporte para Todos TAFISA: Portugal 2021 / Juegos Mundiales de los Pueblos Indígenas: Brasil 2015 y Canadá 2017. Finaliza con la presentación de experiencias que reivindican la vigencia y valor del juego, 2021: “Importancia del Museo de Juegos y Juguetes Tradicionales en el Desarrollo Cultural de las Comunidades”: Museo del Juguete Étnico “Allel Kuzen”-Neuquén / Juegos Recreativos Tradicionales de La Calle, Educación y Comunidad: Edición 31º “Unidos por Caldas”.
Autores: Julyana Sueme Winkler Oshiro Galindo (PPGEDU/UFMS) - Christian Muleka Mwewa (CPTL/UFMS) - Angélica Caetano da Silva (Colégio Pedro II) - Anailta Bastos de Oliveira (CPTL/UFMS) Resumen: Playing has been a theme that generates a broad discourse as already reported here, in which it carries with it approaches, such as cultural, psychological and educational, in the cultural approach, the child appropriates culture through playing, that is, when playing the child has a greater relationship with the signs of a particular culture, with this he appropriates the meanings and cultural ideologies themselves, the psychological approach is based on the interaction with the games, leading the child to the appropriation of a better understanding and functioning of their personalities and emotions, in the educational approach, it is about playing as the development of learning, as already mentioned in previous chapters, in this way, playing actually involves the entire reality of the child, considering that. From a qualitative research of a documentary nature using the bibliography as an instrument, we took as field the short story “Negrinha”, a work by Monteiro Lobato (1920). The short story has racism as its central theme, but it also brings as a background the relationships in the family context and, in some way, the post-abolition labor relations. However, we took as an object of analysis 'playing' as a vanishing point and motive for the life of the main character of the tale, "Negrinha". From the analysis of this aspect, based on theoretical references of the social sciences, it can be said that 'playing', in the short story, appears as an instance of affirmation of life without which life would not be justified.
Autores: Jésica Mayara de Souza (graduada em pedagogia pela UFMS) - Christian Muleka Mwewa (CPTL/UFMS) - Rodrigo Píriz (ISEF/UDELAR) - Juliana Silva Rando (CPTL/UFMS) Resumen: Objetivamos compreender a importância dos jogos e brincadeiras no desenvolvimento infantil, a partir de um estudo de caso no município de Três Lagoas - Mato Grosso do Sul. Apoiando-se no referencial teórico de Johan Huizinga (1990) e Lev Semyonovich Vygotsky (1989), consideramos o jogo como parte essencial do desenvolvimento do sujeito e importante para o seu processo de crescimento pessoal. A ludicidade tem vínculo com a função pedagógica escolar e é essencial no desenvolvimento da criança. O lúdico é parte do cotidiano infantil, sendo assim os jogos e brincadeiras devem ser oferecidos à criança na educação infantil, possibilitando um ambiente prazeroso onde a mesma tenha oportunidade de explorar diversas maneiras de desenvolvê-las. Consideramos também a organização do espaço e atividades, essencial para proporcionar um ambiente educativo, agradável, onde as crianças sintam-se integradas e seguras para brincarem, interpretarem e interagirem. Para tanto, foi realizada uma observação no Centro de Educação Infantil, (CEI) no município de Três Lagoas – MS, no qual foram feitos levantamentos de dados e análises que tratam do tema abordado, centralizando na forma que as professoras desenvolvem a atividade lúdica nas aulas. Com base na análise dos dados percebemos que a prática se dá de forma constante no processo educacional infantil, resultando no desenvolvimento de conceitos e aprendizagens das crianças, onde elas exploram suas descobertas por meio da experimentação com atividades do dia a dia, potencializando experiências concretas em direção à autonomia.
Autor: Fabiana Cristina Turelli (Universidad Autónoma de Madrid); Alessandro Bortolotti (Università di Bologna); David Kirk (University of Strathclyde) Resumen: Teniendo en cuenta el tema de esta conferencia, ‘Educación Física y tiempos de cambio: teorías, técnicas y tecnologías’, compartimos en formato ponencia un artículo previamente publicado en el Giornale Italiano di Educazione alla Salute, Sport e Didattica Inclusiva bajo el título Developing pedagogies of affect in physical education: a response to the coronovirus pandemic. Relacionamos el artículo a lo que concierne al ‘GTT 14 - Estudios culturales y sociales sobre el juego, lo lúdico y la educación del cuerpo’, debido a que los periodos de confinamiento ocasionaran muy relevantes implicaciones a todo lo corporal, además de incrementar el escenario general de precariedad (Kirk, 2020). Aunque el artículo se refiere a un periodo de tiempo específico y otros cambios ya hayan advenido de la pandemia, nos interesa seguir pensando el tema de la precariedad que termina por afectar lo corporal y la educación física. En el artículo, teníamos por objetivo comprender la vinculación entre la reducción de movilidad provocada por la pandemia y los consecuentes efectos en las posibilidades de bienestar corporal. Tales cuerpos, que no se encontraban contagiados por virus, también sufrieron procesos de enfermedad y tuvieron que lidiar con mucha inestabilidad, de lo que se desencadenan problemas muy importantes. El escenario de incertidumbre ha afectado a muchas personas, llevando al desarrollo de enfermedades psicológicas/mentales. Tal proceso no se interrumpe por la declaración del fin de la pandemia. De ahí la relevancia de seguir trabajando con pedagogías del afecto como forma de ofrecer apoyo y algún tipo de estabilidad.
Bloque 3
Mesa 4 - Juego, técnica, estética y política
Autores: Nicolás Viñes Resumen: El trabajo da cuenta de un proyecto de investigación presentado a evaluación, y que se propone indagar en los documentos curriculares de la formación inicial de la Educación Física, cuáles son los discursos que circulan en el campo respecto del juego, y en función de ello, poder establecer cuál o cuáles son las perspectivas teóricas, metodológicas y epistemológicas que hegemonizan el campo disciplinar. Trabajo de investigación que toma por objeto la formación inicial en Educación Física en Argentina y en Uruguay.
Autores: Rodrigo Píriz (Udelar) - Loreley Conde (Udelar) Resumen: A pesar de las diferencias, que separan a los escritos de Soto, Conde y Píriz, es en las condiciones de posibilidad que, hacen posibles que los textos que aquí toman protagonismo existan, es en donde se funda parte de sus distancias en tanto es desde donde podemos ponerlos a dialogar. En ese encuentro, aparece un objeto que pareciera quedar suspendido en ese breve espacio de no más de cuatro décadas – nos permitiremos exagerar un poco –, algo así como una relación entre el juego, la recreación, lo lúdico y el cuerpo, o lo que podríamos intentar formalizar en algo así como el juego, lo lúdico y la educación del cuerpo.
Autor: Nicolás Geymonat Fonsalías (Estudiante de la maestría en Educación Corporal de la Universidad Nacional de La Plata (Argentina) Resumen: El presente trabajo surge a partir del interés sobre la temática de campamentos. El mismo busca presentar líneas de avance en el marco de la tesis de maestría en Educación Corporal por la UNLP. El Foco estará colocado en los campamentos escolares realizados en el proceso de restitución democrática después de la última dictadura cívico-militar en Uruguay (1973-1985). Los campamentos escolares en la primera mitad del siglo XX, formaron parte de ciertas políticas públicas que procuraron contribuir a ciertos modos de producción del cuerpo en consonancia con algunos lineamientos a nivel de la educación pública. Estos dispositivos formaron parte de un Estado con vocación planificadora y fueron pensados en trabajos antecedentes como dispositivos biopolíticos.
Autores: L. Alvarez (ISEF UDELAR) - M. Cavallaro (ISEF UDELAR) Resumen: El cometido de este trabajo nuclea el interés por indagar los discursos en torno a lo lúdico y el juego en ocasión del fenómeno murga joven que comienza a gestarse en la década de los años noventa en Uruguay. Para ello, se propone investigar ciertos eventos realizados por colectivos vinculados a la recreación, la cultura y la educación como son las Bienales Internacionales del Juego organizadas por el colectivo de formación y capacitación en ludopedagogía “La Mancha” así como los Juegos de la Primavera convocados por la Asociación Odontológica del Uruguay. Desde esta contextualización histórica, surge el interés y la preocupación por investigar las condiciones de posibilidad que habilitaron la presencia de la murga, y especialmente la murga joven, en talleres, actividades y foros relacionados al ámbito del juego, la recreación, lo lúdico y la pedagogía. Mesa 5
Autores: Caldeiro - Píriz - Alvarez Resumen: En este trabajo se aborda la problemática de la subjetividad desde una perspectiva de la gubernamentalidad. Con este propósito se analiza un producto de la industria de los video juegos, para comprender los sentidos que se producen sobre los jugadores en su tiempo libre. Es a partir de la perspectiva foucaultiana de la gubernamentalidad que, se realiza el análisis de un producto cultural de la esfera de lo lúdico, propio de la industria del entretenimiento, como son el WiiFit y el Ring fit adventure, respectivamente de Nintendo Wii y Nintendo Swicht.
Autores: Soledad Perazzo Resumen: Los avances tecnológicos del ciberespacio en cada sector de la sociedad son inminentes a estas alturas, y resulta imprescindible que la educación comience a tenerlos presente y darles relevancia, ya que, este ciberespacio y sus dispositivos son parte de la cultura actual. Específicamente hablando de la Educación Física, ésta ya fue alcanzada por estos avances, siendo que hoy en día algunos videojuegos se catalogan como Deportes Electrónicos, contando con las estructuras básicas de los deportes tradicionales, en tanto prácticas corporales. Ahora bien, este es el punto que abre la idea de este trabajo, que pretende ser un breve estado de la cuestión sobre los Videojuegos y el Juego de la Educación Física. En particular, se indagará sobre los conceptos involucrados, a fin de encontrar similitudes, diferencias y vínculos entre ellos, es decir, se dará cuenta sobre la posibilidad de que existan videojuegos que contengan las características propias del Juego de la Educación Física, como ha sucedido con los Deportes, desde la perspectiva de la Educación Corporal.
Autor: Peruzaro Rodrigo ISFD, Mar del Plata Resumen: Nos interesa pensar que, si la cultura actual considera valiosa la enseñanza del juego, es decir, de una práctica corporal que tiene como finalidad la apropiación de elementos conceptuales y acciones del cuerpo que nos permiten resolver situaciones propias de esa práctica, a decir, seguir jugando, sostener un juego, modificar una situación, debemos apartar a la misma de todas las hipótesis que sostienen que puede oficiar como un medio para, y ubicarla en el marco de lo que es: un conjunto de saberes que nos permiten jugar y, luego, vincularnos con los otros y apropiarnos de la forma concreta en la que la sociedad nos involucra, sus relaciones, sus expresiones, sus técnicas. El objetivo de este trabajo será discutir con autores, que confunden o abstraen un atributo del juego, como el de portar un carácter “lúdico”, para explicar su función de control social, olvidando que el juego como “medio para”, tiene como función la de favorecer la explotación de la fuerza de trabajo, es decir, la de formar o hacer más amena una situación que de por sí es violenta: el trabajo en el capitalismo. ¿Acaso hay un gran juego capitalista, como sostiene el sociólogo británico Michael Burawoy en su libro “el consentimiento en la producción”?
Autores: Ramiro González Gaínza (Instituto Superior de Tiempo Libre y Recreación, Universidad Nacional de Luján - Argentina) Resumen: El juego y la lúdica son los elementos constitutivos de la vida humana (Huizinga: 1938), no exclusivos del territorio de la Educación o de la Recreación. Desde una perspectiva compleja abordar la obra de diversos autores latinoamericanos nos lleva inevitablemente a Graciela Scheines. Los debates que en "Juegos inocentes, juegos terribles" propone son aportes que hiciera en 1998 y que continúan con una lábil vigencia, producto de la falta de profundización de sus planteos y el lugar periférico asignados a los mismos en los estudios del campo. |
GTT 15 – Educación, tiempo libre y artefactos culturales. El lugar de la imagen en la producción de sensibilidades
Bloque 1
Mesa 1
Autores: Cecilia Carriquiry (ISEF/Udelar) Resumen: Las prácticas desarrolladas en relación al arte en dictadura van en cierta forma a contrapelo de los movimientos culturales y artísticos que estaban sucediendo en el occidente europeo y norteamericano desde los inicios del s XX con el movimiento de vanguardias, el arte conceptual, la performance y el ready made entre otros. La formas operativas y discursivas de las derechas manifiestan un retorno a la idea de linealidad, verdad, modelo y absoluto que atraviesa los ámbitos político y estético negando su discontinuidad y desfasaje, construyendo modelos tradicionalistas y neoclásicos (Irigoyen, 2000, pp. 106-107) a partir de la representación mimética como proyección ideológico simbólica sobre el espacio público observable en los modelos referenciales que se enaltecieron, en sus formas, las ceremonias y discursos construidos en su entorno y en la construcción y/o re construcción del archivo como forma de validar modelos humanos y hechos históricos.
Autores: George Fredman (UFMG) Resumen: Hermógenes: Mas depois deste, o que podemos dizer do outro?
Autores: Jadisson Gois da Silva (UFS); Cristiano Mezzaroba (UFS). Resumen: A gordofobia é caracterizada como sendo uma discriminação deliberada contra as pessoas com corpos volumosos e isto ocorre justamente pela tônica dos paradigmas negativos que denotam o corpo gordo como não sendo o “ideal” a ser seguido e sim o magro/esguio/fitness, aspecto bastante presente no contemporâneo, por sua vez, contribui significativamente para estigmatização do corpo gordo, colocando-o em situação de subordinação e inferiorização (JIMENEZ, 2020).
Autores: Rodrigo Píriz (ISEF/Udelar) Resumen: Supongamos que la palabra no es extrañar, o lo que [no] sería lo mismo, alejar, desterrar, o que algo me sea ajeno. (Costa Azul, 2022) Mesa 2 (Conversatorio)
Autores: Hércules Toledo Corrêa (UFOP) Resumen: qué es la auto ficción: memoria, autobiografía, relatos autobiográficos. Texto desencadenante: De la nostalgia que no tengo, en El mito de la infancia feliz (1983) (Memorias de escritores), representaciones y referencias del cuerpo del niño varón en Vermelho Amargo (2008). Del discurso del invitado el conversatorio discutirá sobre la infancia como espacio de representación, la construcción y deconstrucción del cuerpo en la escritura en la obra literaria, hará un diálogo en cruce con el abordaje acerca de la imagen y la representación en el pensamiento de Walter Benjamin localizado con base en las obras Dirección única e Infancia berlinense y ejemplificaciones desde el campo de la imagen matérica en la obra La traición de las imágenes de Magrite en la dimensión surrealista de la imagen disidente del cuerpo.
Bloque 2
Mesa 3
Autores: George Fredman (UFMG) Resumen: Se analiza el corto animado de ficción Jíbaro, estrenado en mayo de 2022 en
Autores: Maria Edivania Alves dos Santos (Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe - PPGED/UFS) - Cristiano Mezzaroba (Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe - PPGED/UFS) Resumen: Os artefatos culturais, em especial os filmes, possuem importante papel educativo na sociedade contemporânea. Segundo Almeida (2017) o cinema é uma “visada educativa” que apresenta sete fundamentos (cognitivo, filosófico, estético, mítico, existencial, antropológico e poético) que permite pensar a relação cinema e educação, evidenciando a potencialidade de tal recurso para refletir e problematizar questões emergentes em nosso tempo.
Autores: Jimena González Correa (Isef/UdelaR) Resumen: No se puede pensar a los niños y niñas por fuera de la escuela, tampoco podemos hacerlo por fuera de la omnipresencia de la cultura digital y cómo dialogan en tanto educación del cuerpo en el siglo XXI.
Autores: Gastón Amorin (ISEF-UdelaR) Resumen: El carnaval ha pasado por una gran diversidad de acontecimientos históricos que han ido Mesa 4 (Conversatorio)
La red que busca formalizarse en vinculación con la comunidad, asume su compromiso histórico-político en conjunto con las organizaciones sociales, populares, y las/los diferentes actores de la vida universitaria y no universitaria, con la misión de promover y defender el derecho a la práctica de la actividad física en sus diferentes manifestaciones, destacando al juego y a la recreación como fundamentos esenciales en el desarrollo de la vida individual y colectiva; así como también la concepción de corporalidad en la construcción del sujeto social desde una Educación Física emancipatoria. Se trata de una red en gestación que actualmente se encuentra integrada por las/os siguientes docentes: - M. Sc. Fernando Ariel Aguilar Mansilla. Universidad de Río Cuarto. Argentina, Bajo esta orientación, en el marco del XIX Encuentro Nacional, XIV Internacional de Investigadores en Educación Física – V Encuentro Nacional de Extensión, nos proponemos generar un espacio de intercambio sobre las implicancias de la RED y los nudos temáticos sobre los que se encuentra trabajando.
Bloque 3
Mesa 5 (Conversatorio)
Autores: Prof. Titular Dra. Ana Ma. Fernández Caraballo (IPC-Fac. Psic./ FHCE, Udelar) - Prof. Agregada Mag. Magalí Pastorino (Instituto de Bellas Artes, Facultad de Artes-Udelar) Resumen: El Conversatorio tiene como finalidad abrir el diálogo, intercambio académico y debate a partir de los resultados obtenidos de los proyectos de investigación “Infancias, pedagogías, arte y saberes psi en el Uruguay desde 1900 hasta la actualidad” y “Concepción del psicoanálisis con niños en el Uruguay de la primera mitad del siglo XX” inscriptos en el IPC y CIC-P, Facultad de Psicología, Udelar. Este proyecto se enmarca dentro de una línea de investigación que pretende dar cuenta de las concepciones sobre infancia en las pedagogías, los saberes psi y el arte en el Uruguay desde 1900 hasta la actualidad. Se trata de un estudio de corte histórico-discursivo desde un enfoque foucaultiano basado en técnicas descriptivas y comparativas, que permite analizar narrativas, historiales, prácticas clínicas y pedagógicas provenientes de los ámbitos de los saberes psi, la pedagogía y las producciones artísticas, en el Uruguay, para problematizar el presente. Esta se divide en cuatro etapas: 1. Desde 1900 a 1950- fase ya culminada (2019- marzo 2021). 2. Desde 1951 a 1984- etapa de trabajo actual (2021-2022). 3. Desde 1985 a 2000- a realizar en los años 2023 y 2024. 4. Desde 2001 hasta la actualidad- a realizar en los años 2025 y 2026. En el presente año, ya cumplida la primera etapa se está llevando adelante la segunda etapa. Las etapas funcionan como un todo que, de forma dialéctica, van posibilitando la construcción teórica-empírica de conocimiento acerca del objeto de estudio que es transversal a todo el proceso. Mesa 6
Autores: Sara Evelyn Urrea Quintero (UFMG- Brasil) - Marcus Aurelio Taborda de Oliveira (UFMG/CNPq-Brasil). Resumen: Entre 1947 y 1949 nace Acción Cultural Popular-ACPO en Sutatenza, Colombia, una iniciativa católica para la educación de base cristiana de adultos campesinos utilizando, inicialmente, la radio. Años más tarde, sofisticaría su propuesta pedagógica, denominándola Educación Fundamental Integral – EFI, en la cual el uso combinado de medios masivos de comunicación y el trabajo de los propios campesinos serían pilares fundamentales para su desarrollo en el campo colombiano a través de las Escuelas Radiofónicas. A pesar de poseer formas escolares, era educación no-formal, definido por ellos mismos como “educación social por excelencia”. El punto neurálgico de la propuesta era la transformación de la mentalidad “subdesarrollada” de los campesinos, para ello la apuesta formativa debía involucrarse en todos los escenarios, adentrarse en la cotidianidad, participar en las dinámicas de producción y reproducción de la vida, por lo cual diseñaron una serie de campañas. El tiempo emergió como una temática transversal en el desarrollo de algunas de ellas, acompañando discusiones sobre la eficiencia y productividad del trabajo, la necesidad de una “sana recreación” y del uso “adecuado” del tiempo libre, la condena del ocio, y la importancia de santificar el descanso. Para pensar la relación entre tiempo, trabajo y educación moral en ACPO analizamos, a partir de los trabajos de Edward Thompson (1998), cuatro de estas campañas: Recreación, Domingo Cristiano, Contra el ocio y San Isidro Agricultor. Las fuentes fueron el periódico El Campesino y la correspondencia entre la institución y los Líderes y Usuarios campesinos.
Autores: Jorge Nella - María Eugenia Villa - Enrique Nella - María Florencia Zárate - Julieta Díaz (Grupo de Investigación en Juego (GIJ) – IdIHCS-Conicet. FaHCE. UNLP) Resumen: El estudio de la problematización del “ocio” nos permite observar las transformaciones del Estado y las nuevas modalidades que asume, en tanto sus vinculaciones con la sociedad civil.
Autores: Pablo Mendes Trinchitella (ISEF –UDELAR) Resumen: El misterio que encierra la temporalidad del juego nunca será revelado. En un intento de aproximación a su comprensión recorremos distintos enfoques que toman y hacemos que tomen distintos autores, no necesariamente de una misma tradición teórica, el riesgo ecléctico y divergente es evidente.Así asumido vamos a proponer pensar al juego primero como una obra, como una construcción artística que tomando distintos elementos constitutivos nos permitan problematizar teóricamente el tiempo del juego, pero también el juego en sí y las tramas que se desencadenan a partir de esas narrativas en juego. Podemos hablar de tres dimensiones del presente, como son el presente del pasado, presente del presente y presente del futuro, en donde cada momento es parte de una circularidad que también se vuelve transformada y genera sus efectos en una nueva trama narrativa. En este sentido el juego como obra está dado en un primer momento como una pre noción, in-corporada en la propia tradición cultural y lingüística, la cual da el significado a las palabras y a las cosas nombradas, que luego serán representadas en un segundo momento, en donde la trama encerrada sobre sí misma, encadena una serie de acciones que mediante un mecanismo de concordancia discordante pone a la obra en escena, en una síntesis heterogénea que da estabilidad, a la obra y a la vida misma como análoga, en su propia experiencia corporal. Para luego en un tercer momento ser leída por un espectador, que perfectamente puede ser el propio jugador en una doble condición de estar dentro y fuera del juego.
Autores: Karen Kühlsen - Inés Scarlato - Camilo Rodríguez Resumen: En el presente trabajo se realiza una descripción general del Espacio de Formación Integral Juego, Tiempo Libre y Ocio. Memoria lúdica y patrimonio cultural en el barrio Paso de las Duranas que se desarrolla en el marco de la Universidad de la República (Uruguay), así como una presentación de las formulaciones conceptuales preliminares, derivadas de su implementación. En particular, se ensaya una aproximación conceptual a la noción de memoria lúdica en el cruce con las trayectorias investigativas del Grupo de investigación Educación, Sociedad y Tiempo libre (ISEF/Udelar). Este proyecto tiene por objetivo investigar y llevar adelante una propuesta de intervención vinculada a las prácticas de tiempo libre y ocio desarrolladas en un barrio de Montevideo, Uruguay, haciendo foco en los juegos y juguetes como formas materiales que operan en la mediación entre generaciones. Sobre este eje se articulan los temas de archivo, patrimonio y memoria lúdica. |











